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19 de abril de 2018

TEMA DE REDAÇÃO

“A crise hídrica global e seus impactos na população do planeta Terra” 
A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema. Apresente uma proposta de intervenção para conscientização do consumo de água. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

A camada de água dos oceanos é muito fina e, por isso, a quantidade de água é relativamente pequena. Se a Terra fosse do tamanho de uma bola de basquete, toda a água do planeta caberia dentro de uma bolinha de ping pong.
E mais: dessa bolinha de ping pong, quase tudo, 97,5% é água salgada. E, desse pouquinho que sobra 70% é agua congelada nos polos e nas geleiras, 30% está debaixo da superfície da Terra e apenas 0,3% é água potável nos lagos e rios.
E essa água está mal distribuída. Sobra em algumas regiões e falta em outras. Some-se a isso o fato de várias regiões do mundo estarem passando por secas mais prolongadas

Tema de redação


Texto motivacional


O debate sobre o combate à pobreza às vezes cai na oposição entre “dar o peixe” ou “ensinar a pescar”. Na verdade, o que costuma funcionar é uma combinação das duas coisas. É essa a conclusão de um estudo conduzido por um grupo internacional de 9 economistas que incluiu Abhijit Banerjee, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Dean Karlan, da Universidade de Yale, e Jeremy Shapiro, da Universidade de Princeton.
O projeto “Graduation” envolveu cerca de 10.495 participantes identificados como “os mais pobres dos pobres”; metade vivia com menos de US$ 1,25 por dia. 6 países participaram (Etiópia, Gana, Honduras, Índia, Paquistão e Peru) e em cada um havia um grupo de controle e outro que sofria uma intervenção por 2 anos.
“A ideia é dar um “grande empurrão”, por um período limitado de tempo, com a esperança de destravar a armadilha da pobreza”, diz o estudo.
Em outras palavras: dar o peixe, a vara e o tempo para que a pessoa aprenda a pescar sem morrer de fome no caminho.
O resultado: um ano após o fim da intervenção e 36 meses após a transferência do ativo, 8 dos 10 índices monitorados – como ativos familiares e segurança alimentar – continuavam apresentando ganhos consideráveis.
Renda e receita eram significativamente maiores do que no grupo de controle e o consumo era maior em todas as famílias afetadas, com exceção daquelas em Honduras. E mais: o retorno sobre o investimento foi positivo, já que o dinheiro injetado na economia local superou o gasto inicial.
Agora, resta saber até que ponto os resultados se sustentam ao longo do tempo e qual é a possibilidade de fazer o programa em grande escala. O “Graduation” será expandido na Índia e no Paquistão e será incorporado à rede de proteção social nacional na Etiópia.
Mas quem disse que os programas sociais do governo brasileiro ensinam a pescar?
Se o bolsa família fosse eficiente, por que aumentou o número de dependentes do bolsa família nos últimos 12 anos? Neste programa social “Graduation” a ajuda cessou depois de 2 anos e as pessoas continuaram e evoluir, não se parece nada com a situação do Brasil, onde o bolsa família já está na segunda geração, sim, segunda geração, filhas de beneficiarias do bolsa família já tem filhos e se tornaram também beneficiarias do bolsa família e isso explica o aumento do número de dependentes do bolsa família.
E se a violência é causada pela desigualdade, sendo que o governo brasileiro se vangloria da diminuição da desigualdade, por que a taxa de homicídios aumentou principalmente no nordeste, onde dizem que a desigualdade teve a maior queda?

Considerando que os textos acima têm caráter unicamente motivador, redija um texto dissertativo acerca do seguinte tema:
Os programas sociais do governo brasileiro são a solução para a erradicação da pobreza?

TEMA DE REDAÇÃO


O desafio da mobilidade urbana no Brasil 
A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema.
Apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.
Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
Não se esqueça de utilizar a gramática correta de acordo com o novo Acordo Ortográfico. Se não souber uma palavra a dica é substituir, combinado?

TEXTO I

A mobilidade urbana se apresenta como um desafio não só nos centros urbanos do Brasil, mas também nas grandes metrópoles do mundo. O deslocamento de pessoas, em busca de bens e serviços de qualidade, oportunidades de qualificação e empregos, acarreta, nas regiões metropolitanas e grandes capitais, localidades de concentração populacional.
O notório inchaço urbano obriga com urgência a harmonia e agilidade o deslocamento de bens e pessoas com eficiência, conforto e segurança além de mitigar os impactos ambientais, visuais e de poluição sonora e atmosférica, ressaltando também modelos de minimização da exclusão social.

TEMA DE REDAÇÃO

O fenômeno do tráfico de drogas se estendeu pela América Latina. É isso que confirmam números oficiais sobre o domínio ou a territorialização do narcotráfico. Cada país, de acordo com suas particularidades e com o papel que desempenha no negócio da produção e comercialização de entorpecentes, sofre de maneira diferente. Mas existe um consenso: estamos diante de um problema cada vez mais alarmante e que representa um enorme desafio para os governos e sociedades do continente. O consumo de droga aumentou na grande maioria das cidades, agravando a situação da segurança e da saúde pública. Comercializam-se cocaína e pasta base, a delinquência dispara, a evasão escolar cresce e a saúde da população (em especial a dos jovens) se deteriora rapidamente. 
Tendo a notícia acima como referência inicial e considerando-a unicamente como motivadora, redija um texto dissertativo a respeito do seguinte tema: DROGAS ILÍCITAS NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
Ao redigir seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos:
1. motivos para a opção pelo trabalho com drogas ilícitas em detrimento da opção pelo trabalho lícito;
2. possíveis medidas e atitudes para enfrentamento do problema das drogas ilícitas;
3. o narcotráfico na economia global.

17 de abril de 2018

ENCCEJA 2018 - ENEM - INSCRIÇÕES ABERTAS


Nesta segunda-feira (16), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) abriu o prazo de inscrições no Encceja 2018 – Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, que desde o ano passado é usado para certificação do ensino fundamental e médio, neste último caso inclusive substituindo o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O prazo segue aberto até às 23h59min da data de 27 de abril, seguindo sempre o horário de Brasília. A seguir esclarecemos as principais informações e regras de participação no Encceja, cujas provas serão aplicadas em 5 de agosto, bem como mostramos como fazer cadastro gratuito pela internet.

Quem Pode Participar do Encceja 2018

Pode participar qualquer jovem ou adulto que não tenha concluído os estudos na idade apropriada. No caso daqueles que buscam a certificação para o ensnio fundamental, a única exigência é ter 15 anos completos na data de realização das provas. Já no caso do ensino médio, a idade mínima é de 18 anos, também completos até o dia da aplicação.

Como Realizar a Inscrição?

Conforme esclarecido anteriormente, o processo de inscrição é 100% online. Os candidatos devem fazer o procedimento pela página do participante, no endereço eletrônico enccejanacional.inep.gov.br/encceja.
Após breve cadastro inserindo CPF e a data de nascimento, o participantes deverão completar uma série de telas diferentes, conforme descrito na sequência abaixo:
  1. Dados Pessoais
  2. Endereço
  3. Atendimento Especializado
  4. Atendimento Específico
  5. Confirmação de Dados
  6. Opção de Prova – esta passagem merece atenção especial, pois o participante precisa fazer para conseguir a certificação. Aqueles que possuem a declaração parcial de proficiência, obtida em edições passadas do Enem ou do próprio Encceja, não precisam realizar questões de todas as áreas e ficam liberados de fazer aquelas nas quais já têm proficiência comprovada.
  7. Cidade da Prova
  8. Instituição Certificadora – também muito importante, pois é aqui que será indicado estado e em qual Secretaria Estadual de Educação ou Instituto Federal de Educação o inscrito irá solicitar seu certificado ou declaração parcial de proficiência caso consiga a nota mínima exigida.
  9. Confirmação de Dados
  10. Orientação do Questionário Socioeconômico
  11. Dados de Contato
  12. Senha
  13. Tela de Confirmação Final
O Inep inclusive preparou um arquivo digital no formato pdf para orientar os estudantes de como realizar o passo a passo da inscrição detalhadamente, o qual pode ser acessado aqui.

Modelo de Provas

De forma semelhante ao que ocorre no Enem, o Encceja é composto de 120 questões de quatro áreas, mais a redação.

Justificativa de Ausência no Encceja 2017

A principal novidade nesta edição é a necessidade de justificativa de ausência dos candidatos que desejam participar da prova deste ano, se inscreveram no Encceja 2017 e não compareceram as provas. Caso isso não ocorra, estes estudantes terão que reembolsar o Inep, como esclarece nota publicada pela assessoria de comunicação social do próprio instituto:
Para evitar mais prejuízos aos cofres públicos, a partir de agora, o participante que não comparecer à aplicação das provas das áreas de conhecimento para as quais se inscreveu e não justificar sua ausência deverá ressarcir ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) o custo despendido, acrescido da correção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), se tiver interesse em fazer o exame novamente.
Da mesma forma, aquele que se inscrever no Encceja 2018 e faltar na prova, deverá justificar caso queira prestar o exame novamente no ano que vem.

APENAS UMA LEITURA

Tenho refletido muito, e já há algum tempo, sobre a relação entre os elementos do título. Vários estudos sobre psicologia da educação se debruçaram, e ainda o fazem, sobre os processos de aprendizagem e a memória humana.
A memória humana é fundamental na compreensão oral e escrita, no cálculo e no raciocínio, exercendo um papel indispensável no sistema de aprendizagem e é considerada responsável por algumas diferenças importantes ao nível do desempenho dos indivíduos nas tarefas escolares, profissionais e do dia a dia. A memória, porém, é algo extremamente pessoal. A atenção e a concentração com que recebemos uma informação e a relação emocional ou sentimental que atribuímos a ela são essenciais para determinar o que guardaremos de modo mais “forte”.
Além disso, só conservamos uma pequena parte de toda informação a que somos expostos. O que fazemos ou como lidamos com essas informações é determinante para a retenção delas. É como o que ocorre com uma pessoa que pratica um instrumento musical. A cada aula ela melhora seu desempenho e quanto mais toca determinada música, mais lhe parece fácil, porque as sinapses e mecanismos envolvidos na aprendizagem dessa execução se fortalecem com a prática. Entretanto, se esse indivíduo passar um período sem se exercitar, provavelmente esquecerá a ordem das teclas ou das cordas que deve tocar para executar a peça musical, ou fará isso menos agilidade, pois as sinapses desse aprendizado foram enfraquecendo.
E o que isso tem a ver com a ortografia?
Embora a ortografia seja definida por um conjunto de regras, que aliás, sofreu algumas alterações a partir do Acordo Ortográfico  entre os países lusófonos, as pessoas ‘comuns ,digo isso em contraponto como os professores de Gramática, que são bem ‘incomuns’ hehe, não buscam o apoio das regras para empregarem a linguagem no seu cotidiano. Saber as regras de ortografia será útil apenas na resolução de alguns concursos e provas.
No dia a dia, as pessoas escrevem lançando mão de seu repertório de vocabulário, que foi sendo adquirido em seu contato com a convivência com falantes da língua portuguesa e com a prática da leitura. Aí é que começa o problema! Com o uso cada vez mais frequente das ferramentas da informática, a memória vem tendo menos ‘trabalho’. Quando digitamos, os programas de previsão de texto já dão uma série de sugestões a partir das primeiras letras e não temos o trabalho de escrever a palavra toda. Ou então, quando usamos um editor de texto, ele mesmo se encarrega de, automaticamente, corrigir a palavra que porventura tenha sido digitada com uma letra trocada. E assim, aquelas sinapses a que fiz referência no processo de prática e execução de peças musicais (e que funcionam de modo muito parecido com a aquisição e uso da linguagem dentro da norma culta) vão se enfraquecendo.
E desse modo, a memória vai ‘enferrujando’. O remédio para isso é mesmo a leitura. Leia, caro aluno! Quanto mais a leitura atenta for praticada -de bons textos, evidentemente-, mais a ortografia vai ficando registrada na memória. E estude as regras, se for fazer concursos, mas a regra ficará mais clara, se as palavras estiverem nítidas na sua memória.

12 de abril de 2018

TEMA DE REDAÇÃO


TEXTO I

Profundamente (Manuel Bandeira)
“Quando ontem adormeci
Na noite de São João
Havia alegria e rumor
Estrondos de bombas luzes de Bengala
Vozes cantigas e risos
Ao pé das fogueiras acesas.
No meio da noite despertei
Não ouvi mais vozes nem risos
Apenas balões
Passavam, errantes
Silenciosamente
Apenas de vez em quando
O ruído de um bonde
Cortava o silêncio
Como um túnel.
Onde estavam os que há pouco
Dançavam
Cantavam
E riam
Ao pé das fogueiras acesas?
— Estavam todos dormindo
Estavam todos deitados
Dormindo
Profundamente
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci
Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
— Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.

TEXTO II

Carta (Carlos Drummond de Andrade)
“Há muito tempo, sim, que não te escrevo
Ficaram velhas todas as notícias.
Eu mesmo envelheci. Olha, em relevo,
estes sinais em mim, não das carícias
(tão leves) que fazias no meu rosto:
são golpes, são espinhos, são lembranças
da vida a teu menino, que ao sol-posto
perde a sabedoria das crianças
A falta que me fazes não é tanto
à hora de dormir, quando dizias
“Deus te abençoe”, e a noite abria em sonho.
É quando, ao despertar, revejo a um canto
a noite acumulada de meus dias,
e sinto que estou vivo, e que não sonho.
Nos textos I e II, é possível perceber duas visões diferentes da morte: enquanto Bandeira busca enxergar o passado e o futuro sem muita dramatização, Drummond encara a dor de forma mais direta, emotiva, expondo seus sentimentos.
Levando em consideração os dois poemas e suas experiências e conhecimentos, produza um texto dissertativo-argumentativo – com cerca de 25 linhas  – discorrendo sobre a melhor maneira de lidar com a dor da perda. Seu texto pode apresentar, opcionalmente, o ponto de vista de alguns dos autores, desde que um verso de um dos escolhidos seja utilizado com a devida citação -“Em ‘Carta’, Drummond…”– seja para concordar com ele ou para discordar de sua visão.

Tema de redação



A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema O livro na era da digitalização do escrito e da adoção de novas ferramentas de leitura, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 2

[…] fiquei sabendo que a Amazon Books – a livraria on-line mais famosa do mundo – havia inaugurado sua primeira loja física nos Estados Unidos. Depois de duas décadas de vendas pela internet, ameaçando a existência das livrarias tradicionais, a gigante do comércio eletrônico se instalou numa loja de shopping com os 6 mil títulos mais vendidos e mais bem avaliados no seu site. Ou seja: em vez do texto virtual, para os leitores digitais, ou da encomenda on-line, as pessoas poderão pegar o livro na mão, apertar como se fosse um tomate, folhear e cheirar à vontade, exatamente como fazem os frequentadores da nossa feira porto-alegrense. E o mais importante: poderão levar o produto com elas, abrir e consumir em qualquer lugar, sem necessidade de bateria, wi-fi ou 3G.
“Das duas, uma: ou o livro permanecerá o suporte da leitura, ou existirá alguma coisa similar ao que o livro nunca deixou de ser, mesmo antes da invenção da tipografia. As variações em torno do objeto livro não modificaram sua função, nem sua sintaxe, em mais de quinhentos anos. O livro é como a colher, o martelo, a roda ou a tesoura. Uma vez inventados, não podem ser aprimorados. Você não pode fazer uma colher melhor que uma colher […]. O livro venceu seus desafios e não vemos como, para o mesmo uso, poderíamos fazer algo melhor que o próprio livro. Talvez ele evolua em seus componentes, talvez as páginas não sejam mais de papel. Mas ele permanecerá o que é.”

TEMA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema A questão dos refugiados no mundo contemporâneo, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 1

O número de pessoas forçadas a deixar suas casas devido a guerras ou perseguição superou a marca de 50 milhões em 2013 pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, informou a agência de refugiados da ONU.
O número, de 51,2 milhões, é seis vezes maior que o registrado no ano anterior, e foi inflado pelos conflitos na Síria, no Sudão do Sul e na República Centro-Africana, segundo o relatório da UNHCR.
O alto-comissário da ONU para refugiados, António Guterres, disse à BBC que o aumento é um “desafio dramático” para organizações que prestam ajuda humanitária. “Os conflitos estão se multiplicando, mais e mais”, disse Guterres. “E, ao mesmo tempo, conflitos antigos parecem nunca terminar”.
[…] A ONU está preocupada que a tarefa de assistir refugiados esteja, cada vez mais, sob responsabilidade de países com poucos recursos. Países em desenvolvimento abrigam 86% dos refugiados em todo o mundo, com países ricos atendendo apenas 14%.
E, apesar de temores na Europa sobre o crescente número de pedidos de asilo e imigração, esta diferença está crescendo. Há 10 anos, países ricos recebiam 30% dos refugiados e países em desenvolvimento abrigavam 70% deles.
Para Guterres, a Europa pode e deve fazer mais. “Eu acho que é muito importante que a Europa assuma suas responsabilidades”, disse. “Eu também acho que está claro que temos bons exemplos na Europa, como a Suécia e a Alemanha, que têm tomado medidas generosas… mas precisamos de uma expressão conjunta da solidariedade europeia.

Texto 2

De acordo com a ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas), refugiados, geralmente, se deslocam a centros urbanos e encontram moradia em vizinhanças pobres e lotadas, onde o governo já luta por fornecer serviços básicos. Nesses casos, o acesso à moradia adequada permanece um desafio devido aos elevados aluguéis e requisitos de documentação. Muitos obtêm emprego na economia informal, competindo com pessoas locais por trabalhos perigosos e mal pagos. Outros ainda permanecem na ilegalidade e procuram a invisibilidade com medo de arresto, detenção ou de ser deportados, ficando expostos ao assédio, exploração e tráfico humano de pessoas.
Os impactos mais significativos da presença de pessoas refugiadas são geralmente sentidos a nível local, no acolhimento pelas próprias comunidades. Refugiados podem enfrentar discriminação e marginalização pela população local. A falta de informação e desconhecimento do tema pela sociedade tende a resultar na má interpretação do significado da palavra refugiado, que aparece em sua identificação oficial, e muitas vezes são confundidos com foragidos ou fugitivos da justiça, dificultando ainda mais a sua integração social e laboral.

Texto 3


Texto 4

O presidente Donald Trump decretou nesta sexta-feira o fechamento temporário das fronteiras dos Estados Unidos aos imigrantes de sete países de maioria muçulmana e a refugiados de todo o mundo. A decisão, anunciada no Pentágono, ocorre dois dias depois de o novo presidente ordenar a construção de um muro na fronteira com o México para frear a entrada de imigrantes latino-americanos indocumentados. Ambas as medidas cumprem promessas eleitorais de Trump.
O decreto estabelece uma proibição por tempo indeterminado da entrada de refugiados vindos da Síria. A guerra civil nesse país já deixou quase cinco milhões de refugiados, dos quais os EUA acolheram apenas 12.000, segundo os últimos dados disponíveis.
O decreto também proíbe, durante 90 dias, a entrada de cidadãos de diversos países. O texto não os especifica, mas se remete a outra medida aplicável a indivíduos da Síria, Irã, Sudão, Líbia, Somália, Iêmen e Iraque. O veto poderia ser por tempo indeterminado para países que não entregarem informações migratórias solicitadas pelos EUA, o que pode afetar especialmente o Irã, dada a ausência de relações diplomáticas com Washington.
Numa entrevista ao canal Christian Broadcasting Network, Trump disse que dará prioridade na solicitação de refúgio a cristãos sírios. A preferência aos cristãos e a exclusão dos muçulmanos poderia ser interpretada como uma medida discriminatória contrária aos valores constitucionais dos EUA, segundo organizações de direitos civis como a ACLU. O decreto só se refere a minorias religiosas, sem especificar a confissão.
A proibição da imigração de países muçulmanos durará três meses, e o veto aos refugiados de outros países exceto a Síria vigorará por quatro meses. A restrição, que tem efeito imediato, não afeta os vistos diplomáticos e será aplicada paralelamente a uma revisão completa dos programas migratórios norte-americanos. O decreto reduz a 50.000 o número máximo de refugiados a serem aceitos neste ano fiscal, quase a metade da cifra válida para o ano passado.

TEMA DE REDAÇÃO



Com base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema O papel da literatura na formação de valores da sociedade, apresentando proposta de ação social que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 1

Sempre pensei que fosse sábio desconfiar de quem não lê literatura. Ler ou não ler romances é para mim um critério. Quer saber se tal político merece seu voto? Verifique se ele lê literatura. Quer escolher um psicanalista ou um psicoterapeuta? Mesma sugestão. E, cuidado, o hábito de ler, em geral, pode ser melhor do que o de não ler, mas não me basta: o critério que vale para mim é ler especificamente literatura − ficção literária.
Você dirá que estou apenas exigindo dos outros que eles sejam parecidos comigo. E eu teria de concordar, salvo que acabo de aprender que minha confiança nos leitores de ficção literária é justificada. Algo que eu acreditava intuitivamente foi confirmado em pesquisa que acaba de ser publicada pela revista Science, “Reading literary fiction improves theory of mind” [Ler ficção literária melhora a teoria da mente], de David C. Kidd e Emanuele Castano.
Kidd e Castano aplicaram esses testes em diferentes grupos, criados a partir de uma amostra homogênea: 1) um grupo que acabava de ler trechos de ficção literária, 2) um grupo que acabava de ler trechos de não ficção, 3) um grupo que acabava de ler trechos de ficção popular, 4) um grupo que não lera nada. Conclusão: os leitores de ficção literária enxergam melhor a complexidade do outro e, com isso, podem aumentar sua empatia e seu respeito pela diferença de seus semelhantes. Com um pouco de otimismo, seria possível apostar que ler literatura seja um jeito de se precaver contra sociopatia e psicopatia.
A pesquisa mede o efeito imediato da leitura de trechos literários. Não sabemos se existem efeitos cumulativos da leitura passada: o que importa não é se você leu, mas se está lendo. A pesquisa constata também que a ficção popular não tem o mesmo efeito da literária. A diferença é explicada assim: a leitura de ficção literária nos mobiliza para entender a experiência das personagens. Segundo os pesquisadores, “contrariamente à ficção literária, a ficção popular tende a retratar o mundo e as personagens como internamente consistentes e previsíveis. Ela pode confirmar as expectativas do leitor em vez de promover o trabalho de sua teoria da mente”.
Na próxima vez em que eu for chamado a sabatinar um candidato a um emprego, não me esquecerei de perguntar: qual é o romance que você está lendo?
Podemos dizer que a literatura é o sonho acordado das civilizações. Portanto, assim como não é possível haver equilíbrio psíquico sem o sonho durante o sono, talvez não haja equilíbrio social sem a literatura. Deste modo, ela é fator indispensável de humanização e, sendo assim, confirma o homem na sua humanidade, inclusive porque atua em grande parte no subconsciente e no inconsciente.
Cada sociedade cria as suas manifestações ficcionais, poéticas e dramáticas de acordo com os seus impulsos, as suas crenças, os seus sentimentos, as suas normas, a fim de fortalecer em cada um a presença e atuação deles. Por isso é que nas nossas sociedades a literatura tem sido um instrumento poderoso de instrução e educação, entrando nos currículos, sendo proposta a cada um como equipamento intelectual e afetivo.

TEMA DE REDAÇÃO

 A exposição exagerada no ambiente virtual 
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema A exposição exagerada no ambiente virtual, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 1

Embora depois os meios de comunicação não estejam dispostos a pagar fortunas pela exclusividade de mostrar essas imagens que imortalizaram um passeio pelo super-mercado ou que captaram os gestos do cidadão tomando um cafezinho, agora há uma solução para o drama dos sem-fama. A internet oferece um outdoor com espaço para todos: nessas vitrines mais populares, qualquer um pode ser visto como tem direito. As opções são inumeráveis e não cessam de se multiplicar: blogs, fotologs, Orkut, Facebook, MySpace, Twitter, Youtube e um longo etcétera. Graças à rede mundial de computadores, enfim, parece que o acesso à fama tem se democratizado.
Tudo aquilo que antes concernia à pudica intimidade pessoal tem se “evadido” do antigo espaço privado, transbordando seus limites, para invadir aquela esfera que antes se considerava pública. O que se busca nessa exposição voluntária que anseia alcançar as telas globais é se mostrar, justamente: constituir-se como um personagem visível. Por sua vez, essa nova legião de exibicionistas satisfaz outra vontade geral do público contemporâneo: o desejo de espionar e consumir vidas alheias.
Essa repentina busca de visibilidade e da auto-exposição, portanto, essa ambição de fazer do próprio eu um espetáculo e de se tornar um personagem audiovisual, talvez seja uma tentativa mais ou menos desesperada de satisfazer um velho desejo humano, demasiadamente humano: afugentar os fantasmas da solidão.

Texto 2

Saber exatamente o lugar onde a pessoa está ou qual a sua rotina. Esse é um dos grandes problemas que surge em um momento onde a exposição diária por meio das redes sociais é super compartilhada. O “saber de tudo” expõe na vulnerabilidade do usuário, que entrega para qualquer desconhecido o local onde mora, os lugares que costuma frequentar, seus hábitos e seu perfil traçado. O uso inconsciente das redes traz uma realidade de medo em um mundo onde tudo é “perfeito”, mas onde sempre tem alguém à espreita.

TEMA DE REDAÇÃO


Vai ficar de fora? Confira o tema Geração smartphone: os efeitos dessa tecnologia no cotidiano do jovem brasileiro icon smile Tema de Redacao: Os efeitos do uso de substancias estimulantes no seculo XXI
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Geração smartphone: os efeitos dessa tecnologia no cotidiano do jovem brasileiro, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 1

Na esteira da tendência da popularização dos smartphones e tablets, as crianças e os adolescentes internautas brasileiros estão acessando mais à rede por meio desses dispositivos móveis. É o que indica a pesquisa TIC Kids 2013, divulgada nesta quarta-feira pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br), e que mede o uso e os hábitos digitais de jovens entre 9 e 17 anos em relação às tecnologias de informação e de comunicação.
De acordo com o levantamento, o acesso à Internet por smartphones pelos jovens mais que dobrou entre 2012 e 2018, saltando de 21% para 53%. A utilização de tablets para o mesmo fim também registrou um expressivo crescimento, passando de apenas 2% para 16%. Apesar das mudanças, os computadores de mesa continuam a ser as principais plataformas de conexão à rede, com 71% dos internautas jovens fazendo uso delas.
 Texto 2
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
 Texto 3
Tão recente quanto seu próprio aparecimento é a discussão, nas escolas, sobre como lidar com o uso cada vez mais intenso de smartphones em sala. Sem orientações formais por parte de órgãos públicos, o tema tem como pioneira no debate a Unesco que, em 2013, lançou o guia “Diretrizes de políticas para a aprendizagem móvel”. No documento, a instituição estimula o acolhimento da tecnologia nas disciplinas que, entre outros benefícios, pode “permitir a aprendizagem a qualquer hora, em qualquer lugar”, “minimizar a interrupção em aulas de conflito e desastre” e “criar uma ponte entre a educação formal e a não formal”.
— Não podemos mais ignorar o celular, ele está em todo lugar. Sou contra a proibição do uso, pois a regra acaba sendo burlada. Será que em vez de proibir, não é melhor acolhê-lo como ferramenta educativa? — questiona Maria Rebeca Otero Gomes, coordenadora do setor de Educação da Unesco no Brasil. — Já existem diversos aplicativos voltados para a educação especial, a alfabetização e o ensino da matemática, por exemplo.
No Centro Educacional de Niterói, ainda não há consenso sobre quais regras devem ser seguidas. O professor Nelson Silva, de história, busca usar os smartphones como ferramenta de pesquisa em suas aulas.
— Normalmente, os alunos ficam mais estimulados em fazer pesquisas através do celular. Claro que, no meio, eles mandam uma ou outra mensagem, é inevitável. Mas já tentamos fugir da TV, do vídeo. Não dá para fugir do celular. O grande nó é saber como usá-lo em favor do aprendizado — afirma.
Para Priscila Gonsales, diretora do Instituto Educadigital, os professores devem se planejar para incluir os celulares no processo de ensino.
— É preciso olhar com empatia para os alunos que estão usando seus aparelhos em classe e se perguntar: por que o celular está chamando mais a atenção deles do que a aula? — aponta Priscila, que se diz “super a favor” do uso de smartphones em sala. — O professor tem, com os celulares, um infinito de possibilidades. Ao trazê-los para a sala de aula, a escola pode instruir os alunos sobre temas importantes do comportamento cibernético, como o respeito à privacidade.
No entanto, Maria Rebeca Gomes identifica entre os docentes descrença e falta de conhecimento dos aparelhos.
— As escolas devem auxiliá-los nesse processo, com diálogo e formação — afirma

TEMA DE REDAÇÃO

Tema de Redação: As manifestações populares no Brasil


A redação pode ser um fator decisivo nas provas de vestibular! Que tal treinar um pouco sua escrita com um tema extra que separamos para você? Aproveite para estudar o assunto e ficar familiarizado com a temática das manifestações populares!
Com base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema As manifestações populares no Brasil como ferramenta de mudança social. Apresente uma proposta de ação social que respeite os direitos humanos. Estruture seu texto de forma coerente e coesa, organizando e relacionando seus argumentos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

 As manifestacoes populares no Brasil

TEXTO II

A julgar pelo tom médio dos comentários que li no fim de semana, estamos em uma situação pré-revolucionária a partir da qual nada mais será o mesmo na política brasileira. Até gostaria que fosse verdade, mas receio que a realidade seja um pouco mais pesada. (…) Os protestos não durarão para sempre. Como escrevi numa coluna da semana passada, manifestações dão trabalho, impõem um ônus às cidades e acabam enjoando. Se democracia direta fosse bom, assembleias de condomínio seriam um sucesso. Não são. E esse é um dos motivos por que inventamos a democracia representativa. É claro que algo desse movimento permanecerá, mas é cedo para uma avaliação definitiva. Se o passado serve de guia para o futuro, o quadro não é dos mais promissores. Após o impeachment de Fernando Collor, em 1992, boa parte dos brasileiros acreditávamos que o país abraçara um novo –e melhor– paradigma no que diz respeito à tolerância para com os desmandos da classe política. Ainda que isso tenha ocorrido em algum grau, não foi o suficiente para evitar os muitos escândalos que se sucederam. A política mudou, mas muito menos do que desejaríamos

TEXTO III

A praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, é palco neste domingo (14) da 15a Parada de Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros). O desfile, do posto 6 ao posto 2 da orla, tem como tema a luta pela criminalização da homofobia, proposta no projeto de lei 122/06, em tramitação no Senado. O projeto sugere que a discriminação a homossexuais seja tratada pela sociedade como crime.

TEXTO IV

Ficou conhecido no Brasil inteiro, durante o início da década de 90, o movimento dos “caras-pintadas”, que consistiu em multidões de jovens, adolescentes em sua maioria, que saíram às ruas de todo o país com os rostos pintados em protesto devido aos acontecimentos dramáticos que vinham abalando o governo do então presidente Fernando Collor de Mello. (…)
De qualquer modo, os caras-pintadas tornariam-se ícones de um novo modo que o povo descobriu de se fazer democracia: a deposição de seus dirigentes incompetentes ou corruptos.

11 de abril de 2018

10 Temas de Redação para o ENEM 2018

30 citações para fazer sua redação bombar! | Prof. Romulo Bolivar

30 citações para fazer sua redação bombar! | Prof. Romulo Bolivar

FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS

A priori, muitos candidatos têm medo da FCC e de sua alta exigência seja na prova como na redação. Contudo, aqueles que estão estudando com os Professores  certamente desenvolveram habilidades e competências de modo que esse desafio seja encarado de forma mais tranquila.
A redação da FCC requer estratégias específicas, tais como:
  1. Compreender o comando da redação
Por incrível que possa parecer, uma boa redação da FCC começa com a compreensão do comando da redação. Na maioria das vezes, o comando ou texto motivador traz uma reflexão filosófica, sociológica e histórica de algum pensador da área das Ciências Humanas. A partir do fragmento, o aluno precisa compreender e interpretar quais são os aspectos que a FCC quer que o candidato explore.
  1. Destacar as palavras-chave
Uma técnica que pode ajudar é destacar as palavras-chave do comando da redação. A partir delas fica mais fácil selecionar quais argumentos serão desenvolvidos.
  1. Aspectos essenciais
Recomendo que seu texto tenha 4 parágrafos: uma introdução, na qual será apresentada a tese; 2 parágrafos argumentativos (Arg.1 e 2); e uma conclusão, na qual será retomada a tese e será apontada possibilidades/caminhos de como solucionar a problemática levantada no comando da redação;
Não usar título;
Dar espaço nos parágrafos e evitar rasuras;
No processo argumentativo, usar de maneira contextualizada e correta, conceitos e reflexões de pensadores de renome sobre o assunto – isso sofistica a fundamentação teórica.
Feitas essas considerações, ficam aqui as minhas apostas de temas -são só especulações, até mesmo porque não sou a “Mãe Diná” rsrs-:
  • Dilemas da Urbanização -adensamento urbano, gentrificação, segregação socioespacial-
  • Mudanças no Mundo do Trabalho -economia informal, empreendedorismo, flexibilidade nas relações trabalhistas, reformas trabalhistas, reforma previdenciária-
  • Ética nas relações humanas -podendo dar ênfase numa reflexão sobre corrupção-
  • Desafios ambientais -aquecimento global, desastre de Mariana, saída dos E.U.A do Acordo de Paris-
  • A espetacularização da vida no “mundo virtual” -tecnologias, informação e desinformação, participação-
  • Os limites entre a liberdade de expressão e o discurso de ódio
  • Banalidade da violência -a FCC pode explorar tipos de violência urbana: contra a mulher, contra o idoso, contra a criança e o adolescente, tráfico de drogas, etc.-
  • Relações democráticas (justiça, construção intersubjetiva de verdades)
  • Crise Migratória no século XXI -atentar-se para a maior crise humanitária: caso da Síria-
  • Inclusão X Exclusão -pessoa com deficiência, desigualdades sociais-
  • Discriminação racial e Preconceito Social

10 de abril de 2018

SÃO OPÇÕES AOS TREINEIROS

Todo ano o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) surpreende milhões de estudantes ao propor o tema de redação, sempre vinculado aos direitos humanos, mas nunca totalmente “previsível”.
Em 2017, por exemplo, apenas 53 pessoas gabaritaram obtendo a nota 1.000 no texto sobre a “formação educacional dos surdos” (Direitos Humanos de Pessoas com Deficiência).
Já em 2016, houve 77 gabaritos sobre a dissertação acerca da “intolerância religiosa no Brasil” (Direito à Liberdade de Pensamento, Consciência e Religião). E então, o que esperar de 2018?
Para tentar responder a essa indagação podemos formular algumas hipóteses com base no histórico de temas e na diretriz dos direitos humanos como eixo norteador, observando-se que a proposta de redação sempre enfoca um problema social de grande relevância ou uma situação a ser problematizada. Vamos lá?!
  1. Necessidade de educação para a mídia no Brasil
  2. Vida moderna: estresse, ansiedade e depressão
  3. Favelização e gentrificação (processo de alteração das dinâmicas da composição de um local, valorizando a região e afetando a população de baixa renda que ali habita) como entraves da qualidade de vida da população
  4. Saúde da gestante e violência obstétrica
  5. Efeitos da inversão da pirâmide etária nacional
  6. Avanço das DSTs entre os jovens brasileiros
  7. Desafios do combate aos distúrbios alimentares no Brasil
  8. Consequências da polarização como modo de pensar
  9. Privacidade e permanente vigilância na sociedade da informação
  10. Malefícios da politicofobia no Brasil

6 de abril de 2018

APENAS UMA NOTÍCIA

Governo proíbe abertura de novos cursos de medicina