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31 de outubro de 2015

Tema de redação

Como devem ser as relações entre as pessoas e seus animais de estimação?

A ligação entre o ser humano e os animais de estimação é muito antiga. Domesticados, os bichos tornam-se companheiros de seus donos, muitas vezes suprindo-lhes as necessidades de afeto e atenção. Mas essa ligação nem sempre é equilibrada. Na atualidade, vemos dois opostos polemizarem as opiniões públicas: de um lado estão os proprietários que destinam a seus bichinhos cuidados e regalias inimagináveis para uma imensidão de pessoas pobres no mundo; de outro lado estão os indivíduos que maltratam os animais, desrespeitando completamente a integridade desses seres vivos. Em dezembro, dois exemplos disso ganharam destaque na mídia: a notícia de um gato que herdou dez milhões de euros e o vídeo no Youtube de um cão espancado até a morte por uma enfermeira. Leia os textos da coletânea e elabore uma dissertação argumentativa sobre o seguinte tema: Como devem ser as relações entre as pessoas e seus animais de estimação?

ELABORE UMA DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A SEGUIR:

Italiana deixa fortuna para gato de estimação

Uma italiana de 94 anos deixou sua fortuna de dez milhões de euros, cerca de 24 milhões de reais, para seu bichano de estimação.

O gato ficará sob os cuidados de sua enfermeira, que agora é responsável também pelas várias propriedades da idosa, que morreu há duas semanas.



Exagero no zelo com o pet

Hoje em dia o animal de estimação é como um membro da família mas, algumas pessoas exageram nos cuidados. O que pode ser considerado exagero no zelo com o pet?

É um equívoco julgar os animais a partir de parâmetros humanos. O maior exagero é projetar no bicho necessidades que não fazem o menor sentido para ele. Por exemplo, mudar a cor dos pêlos, fazer chapinha, passear dentro de carrinho de bebê, usar acessórios desconfortáveis, e por aí vai. Proteger demais, dar atenção o tempo todo, tratar o animal feito gente, não permitir que ele tenha uma identidade são atitudes equivocadas. Bicho não é gente e nunca vai ser. Respeitar o animal, atendendo às reais necessidades dele é a maior demonstração de afeto que se pode dar. Para fazer isso é preciso conhecer a natureza do bicho.

Esses cuidados excessivos podem prejudicar os animais?

O excesso nunca faz bem. Quando o dono dá muita atenção e mima demais está negando ao animal o direito de manifestar seus desejos e suas emoções, assim como aprender a lidar com suas frustrações e lidar com situações novas. Uma relação saudável é a que permite trocas entre os indivíduos. O maior prejuízo é o bicho se tornar dependente e desenvolver problemas de comportamento, como ansiedade de separação, fobias, timidez,agressividade...

Lei Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998

Art 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

Observações

Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
Deve ter uma estrutura dissertativa-argumentativa;
Não deve estar redigido sob a forma de poema (versos) ou narração;
A redação deve ter no mínimo 25 e no máximo 30 linhas escritas;
Não deixe de dar um titulo à sua redação.

Tema de redação

Bandido bom é bandido morto?

É ponto pacífico que a violência está presente na realidade brasileira, seja nas grandes cidades, seja nos pequenos municípios do interior. A criminalidade é enorme e o Brasil foi considerado o décimo primeiro país mais inseguro do mundo, segundo a ONG norte-americana Social Progress Alternative (dados de 2014). Contudo, a violência não ocorre apenas da parte dos bandidos, mas igualmente por parte das polícias. São frequentes nos meios de comunicação as notícias sobre ações violentas de policiais. Recentemente o Instituto Datafolha conduziu uma pesquisa que mostra que 50% da população das grandes cidades brasileiras concordam com a frase "bandido bom é bandido morto", o que revela que metade dessa população, de certa forma, aprova a violência por parte dos agentes da lei. O que você pensa disso? Concorda ou não com essa frase? Por quê? Redija uma dissertação apresentando argumentos para justificar o seu ponto de vista.

ELABORE UMA DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A SEGUIR:

  • Divulgação
    Cena do filme "Tropa de Elite", que foi um dos maiores sucessos do cinema brasileiro contemporâneo, e põe em foco a violência em nossa sociedade

A pesquisa

Segundo pesquisa Datafolha, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ONG que reúne especialistas em violência urbana do país, metade da população das grandes cidades brasileiras acredita que "bandido bom é bandido morto". As informações são do jornal Folha de S.Paulo. O instituto ouviu 1.307 pessoas em 84 cidades com mais de 100 mil habitantes. Para a pergunta se bandido bom é bandido morto, 50% disseram concordar, 45% discordaram e o restante não soube responder ou não concorda nem discorda. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, há empate técnico, e a pesquisa indica a sociedade dividida.

Violência contra violência

A alta letalidade policial no Brasil ainda é pequena na opinião do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Em vídeo postado pelo seu filho, o também deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), o parlamentar fluminense afirmou que “violência se combate com violência”, e não com bandeiras de direitos humanos, como as defendidas pela Anistia Internacional. Questionado sobre um levantamento da organização que mostrou que a polícia brasileira é a que mais mata no mundo, Bolsonaro se irritou e disse que ainda é pouco diante da criminalidade que impera no país. “Eu acho que essa Polícia Militar do Brasil tinha que matar é mais. Quase metade dessas mortes são em combate, em missão. Então, a Anistia Internacional está na contramão do que realmente precisa a segurança pública do nosso país”, afirmou o parlamentar do PP.

Tolerância da sociedade

"A tolerância da sociedade a uma polícia violenta contribui para a criação de um terreno fértil para o surgimento de grupos de extermínio (integrados por policiais)", afirmou a pesquisadora Camila Nunes Dias, da Universidade Federal do ABC e associada ao Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP). Segundo ela, um dos reflexos dessa posição da sociedade é que jurados em tribunais civis tendem a absolver muito mais policiais acusados de homicídio do que a própria Justiça Militar. Outro fator que mostra essa tendência é o fato de que cada vez mais políticos vêm sendo eleitos com discursos baseados em ações robustas da polícia para o combate à violência.

Sem ordem nem lei

A ausência de respeito ao modelo de “ordem sob a lei” tem se perpetuado dentro da estrutura policial brasileira por razões diversas – como a falência dos modelos policiais, o descrédito nas instituições do sistema de justiça e segurança, a impunidade – mas principalmente por uma certa tolerância da própria sociedade com esse tipo de prática. Analisando o problema do ponto de vista sociopolítico veremos que a violência policial tem raízes culturais muito antigas (desde a implantação do regime colonial e da ordem escravocrata), e que estas têm uma relação diretamente proporcional à ineficiência do Estado de punir, na maioria dos casos, as práticas criminosas dos agentes de segurança.
É difícil admitir, mas existe uma demanda dentro da sociedade para a prática da violência policial. É esta violência que serve à sociedade dentro de diversos aspectos e circunstâncias, mas especialmente no tocante à solução dos crimes contra o patrimônio e na repressão às classes perigosas. Por isso mesmo, a dificuldade do Estado no âmbito da segurança pública, no final do século XX, continua sendo o controle da violência legítima, do qual decorreria consequentemente a extinção do uso ilegítimo da força por parte dos organismos policiais.

Observações

Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
Deve ter uma estrutura dissertativa-argumentativa;
Não deve estar redigido sob a forma de poema (versos) ou narração;
A redação deve ter no mínimo 25 e no máximo 30 linhas escritas;
De preferência, dê um título à sua redação.

29 de outubro de 2015

Análise do tema de redação ENEM 2015

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 entrou para a história como a versão mais libertária de todas, já que fez com que os mais de 7 milhões de candidatos refletissem sobre feminismo e a violência contra as mulheres. Em uma sociedade tradicional, patriarcal, machista, misógina e sexista como a brasileira, na qual as mulheres ainda são vistas como objetos sexuais, submissas às vontades dos homens e inferiores no mercado de trabalho, o que o Enem 2015 fez ao trazer Simone de Beauvoir (filósofa e escritora francesa) e abordar como tema da proposta de redação a violência contra a mulher foi evidenciar que a desigualdade entre os gêneros e o ódio pelas mulheres devem acabar no nosso país.
A violência contra as mulheres, infelizmente, é um tema recorrente no Brasil, tanto que no fim de 2014 o sugerimos como um tema relevante e possível para o Enem 2015, já que inúmeros casos de assédio sexual, estupros e feminicídios começaram a vir à tona aliados ao pensamento errôneo de que, muitas vezes, as mulheres são culpadas por usarem roupas curtas, justas e decotadas. A cada dia que passa, o assunto ganha mais visibilidade com as campanhas “Chega de Fiu Fiu”, por exemplo, que combate as cantadas ofensivas nas ruas, nos transportes públicos, no ambiente profissional etc.
Voltando o nosso olhar para a proposta de redação do Enem 2015, o comando do tema foi “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. A palavra “persistência” diz respeito a algo que é constante e, nesse caso, é algo muito negativo, pois apesar dos avanços que a lei Maria da Penha trouxe, a violência contra as mulheres é um crime que ainda persiste no nosso país. Assim sendo, o candidato que argumentou que não existe violência contra a mulher no Brasil, ou seja, que foi contrário ao comando do tema e ao recorte temático da coletânea de textos motivadoresprovavelmente terá a sua redação zerada.
Já o candidato que relativizou o tema, isto é, que negou o seu caráter absoluto, diminuindo de alguma forma a importância da discutir a violência contra as mulheres, argumentando que é um exagero, por exemplo (como nas redes sociais), provavelmente tangenciou o tema e, assim, terá uma nota muito baixa como um todo.
Quem negou ou relativizou o tema não deu a devida atenção aos textos motivadores da coletânea textual, não os leu de maneira adequada – e mostrou-se um machista, infelizmente – já que os dados expõem a violência contra as mulheres em números e estes são estarrecedores.
Texto 1, por exemplo, extraído do Mapa da Violência de 2012, afirma que entre os anos de 1980 e 2010 mais de 92 mil mulheres foram assassinadas no Brasil, 43,7 mil só nos últimos dez anos, resultando em um aumento de 230%. É importante ressaltar, nesse contexto, que a lei Maria da Penha entrou um vigor em 2006, ou seja, nos últimos quatro anos dessa pesquisa já abrangeram a vigência da referida lei e, mesmo assim, as mortes de mulheres só aumentaram.
Imagem: Reprodução do caderno com textos de apoio da proposta de redação.
Imagem: Reprodução do caderno com textos de apoio da proposta de redação.
Texto 2, por sua vez, é um gráfico que representa os números de cada tipo de violência contra as mulheres, já que esta pode se dar por meio de vários crimes, como por exemplo, violência física (51,68%), violência psicológica (31,81%), violência moral (9,68%), violência sexual (1,94%) e assim por diante. Esses dados são de 2014 e é fundamental enfatizar que tratam-se de números oficiais, ou seja, que chegaram ao conhecimento das autoridades policiais por meio de denúncias e é de conhecimento de todos que muitas mulheres, vítimas de agressões físicas, assédios sexuais e estupros não denunciam seus agressores por medo, por vergonha, por insegurança etc.
Já o Texto 3 é uma campanha sobre os feminicídios, isto é, sobre os assassinatos de vítimas mulheres por elas serem mulheres e nada mais, já que existem homens que odeiam as mulheres e as matam simplesmente por isso. O feminicídio, aliás, foi transformado em crime hediondo em março deste ano.
Finalmente, o Texto 4, é, na verdade, um conjunto de infográficos sobre o impacto em números da lei Maria da Penha. Ficamos contentes com esses dados, já que uma das propostas de redação do nosso Curso de Redação é, justamente, osefeitos da lei Maria da Penha no Brasil. É o Texto 4 que dá abertura para o candidato refletir sobre a proposta de intervenção social, já que ele nos mostra, assim como o Texto 1, que a referida lei proporcionou um avanço no assunto, mas não o solucionou, lembrando, de novo, que esses números são os oficiais e, sem sombra de dúvida, são maiores se pensarmos nos casos que não são denunciados pelas vítimas.
O Texto 4 nos mostra que existem, no Brasil, 52 varas especiais e juizados especializados em violência doméstica e familiar contra as mulheres; tendo em mente a proporção continental do nosso país e o número de habitantes, esse número não é suficiente. A referência não traz a data de publicação desses dados, o que é uma falha de elaboração da proposta de redação, mas temos a informação de que apenas 33,4% dos casos foram julgados, isto é, um número muito pequeno que demonstra o quanto a justiça brasileira é lenta.
Há homens que sofrem violência doméstica e se apoiam na lei Maria da Penha, já que essa diz respeito à violência doméstica e, por isso, 58 mulheres foram enquadradas e presas por essa lei em 2010; porém, o número de homens enquadrados e presos no mesmo período é muito maior: 2.777.
Portanto, podemos afirmar que as mulheres sofrem uma violência específica, já que são assassinadas porque são mulheres, assediadas nas ruas, nos transportes públicos e no ambiente profissional e estupradas por desconhecidos e conhecidos, já que sete em cada dez mulheres afirmam terem sido agredidas pelos seus companheiros (maridos, noivos, namorados dentre outras formas de relação).
Deste modo, como apenas a vigência da lei Maria da Penha não colocou um fim à violência contra as mulheres, como podemos combater a sua persistência na sociedade brasileira? Basicamente esta é a pergunta que a coletânea de textos motivadores fez aos candidatos ao Enem 2015, além de questionar, nas entrelinhas, como podemos fazer com que o número de denúncias aumente, como podemos conscientizar os cidadãos brasileiros, como um todo, como podemos lutar contra o machismo, como a judiciário pode se tornar mais efetivo nesses casos etc.
Infelizmente, o candidato não pode alegar surpresa em relação ao tema da proposta de redação do Enem 2015, já que a mídia noticia, todos os dias, casos de violência contra as mulheres. O seu grande mérito foi fazer com que todos nós, candidatos ou não, refletíssemos sobre esse tema que alguns machistas insistem em dizer que não é bem assim, persistindo em inferiorizar e diminuir a importância da mulher na sociedade.

27 de outubro de 2015

26 de outubro de 2015

Compreensão e Interpretação de Textos - Profª Rafaela Motta

CRASE - PARTE 2 - Profª Rafaela Motta

CRASE - PARTE 1 - Profª Rafaela Motta

Gabarito do Enem 2015

Hoje, dia 25 de outubro, milhões de candidatos de todo o Brasil concluíram a segunda parte da prova do Enem 2015, composta por 45 questões de Linguagens e Códigos, 45 questões de Matemática e a produção textual (redação!)
Como dito anteriormente, e de acordo o edital do exame, o gabarito oficial do Enem 2015 deverá ser publicado até a próxima quarta-feira, dia 12 de novembro.
Enquanto as respostas oficiais não são publicadas pelo INEP, nada melhor que comparar suas respostas com as resoluções de grandes sites do país que trazem muita credibilidade nesses gabaritos extra-oficiais.
Assim sendo, faremos exatamente como ontem (veja o gabarito do primeiro dia). Segue logo abaixo, para nossos leitores e visitantes, o gabarito extra-oficial divulgado pelo respeitado site da UOL, dividida é claro para cada cor de caderno do segundo dia (cinza, azul, amarelo e rosa).

Gabarito Enem 2015 – Uol (extra-oficial)
CinzaAzulAmareloRosa
91A91D91C91C
92A92E92D92E
93C93A93E93D
94D94A94A94A
95E95C95A95A
96B96E96B96B
97E97B97D97D
98D98D98E98E
99D99D99B99D
100B100B100E100B
101E101B101C101D
102D102B102E102C
103B103E103C103D
104B104D104C104D
105A105E105D105B
106E106E106B106E
107C107D107B107D
108C108A108E108C
109D109B109*109A
110C110D110E110A
111D111C111A111B
112D112A112B112E
113E113A113D113*
114E114D114A114A
115E115B115B115E
116A116B116D116C
117B117E117C117C
118D118*118A118E
119A119D119A119A
120B120C120D120B
121D121D121E121C
122C122A122E122E
123A123E123D123C
124A124C124C124C
125B125C125D125D
126E126E126A126A
127*127A127E127B
128D128B128C128D
129B129D129C129E
130C130B130D130E
131E131E131B131B
132C132C132B132E
133C133E133D133D
134B134C134B134B
135E135C135E135B
136E136B136D136D
137B137A137B137A
138C138D138B138E
139C139E139B139A
140B140B140A140C
141E141C141D141A
142E142C142C142A
143D143D143A143E
144A144A144D144B
145B145C145A145A
146D146C146E146D
147B147C147A147D
148D148A148E148B
149E149C149D149B
150C150A150C150E
151D151A151A151B
152A152E152D152C
153C153C153C153C
154C154E154B154C
155E155A155E155E
156D156D156C156B
157C157C157A157E
158C158B158A158E
159E159E159E159D
160C160D160D160C
161A161A161A161A
162A162E162C162A
163E163A163C163D
164A164A164C164C
165D165B165E165B
166C166D166B166E
167B167E167D167D
168E168D168E168A
169D169C169C169C
170A170B170A170C
171E171D171B171E
172A172E172D172D
173C173C173B173C
174A174D174E174A
175B175B175E175B
176A176B176D176D
177D177B177E177B
178D178E178B178D
179B179E179C179E
180B180D180C180C
*Questões duvidosas
Fonte: Uol Vestibular


Posted: 25 Oct 2015 09:31 AM PDT
Minutos após o inicio da prova deste segundo (e último) dia do Enem 2015, o INEP (autarquia responsável ela elaboração e realização do Exame), já divulgou qual foi o tema da redação deste ano.
De acordo com Assessoria de Comunicação Social da própria autarquia, o tema escolhido foi a “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”.
Assim sendo, os milhões de candidatos do exame terão que produzir um texto dissertativo-argumentativo destacando vários pontos da problemática, inclusive trazendo soluções e intervenções que visem a diminuição dessa violência de gênero que ainda persiste na sociedade brasileira. O texto não poderá ferir, em momento algum, quaisquer direitos humanos, tendo como consequência a atribuição da nota zero na redação do participante.
Vale ressaltar que além de analisar os argumentos da tese (opinião) defendida por cada estudante, a banca avaliará também a capacidade de cada um deles escrever um texto que esteja de acordo com a modalidade escrita formal da língua portuguesa. De acordo com edital do exame, cada texto será corrigido (de forma totalmente independente) por, pelo menos, dois professores.
Quanto ao tema proposto, na nossa opinião, foi uma belíssima escolha da banca, pois o assunto é atual e de extrema importância para todos os cidadãos