NO INICIO DO BLOG

9 de junho de 2017

TEMA DE REDAÇÃO

Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?


Share
Share
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

A história do menino Alex, 8, morto pelo pai depois de seguidas sessões de espancamento no Rio de Janeiro, no dia 17 de fevereiro, chocou o país e traz à tona uma triste realidade de abusos contra menores. De acordo com dados da SDH (Secretaria de Direitos Humanos), cerca de 70% dos casos de violência contra crianças e adolescentes no Brasil acontece em residências, seja da vítima ou do agressor. E, assim como Alex, pais e mães são os principais acusados: 170 mil denúncias –cerca de 53% do total– foram contra eles apenas em 2013.

TEXTO II

De acordo com dados da Fundação das Nações Unidas para a Infância (Unicef), as estatísticas apontam um cenário desolador em relação à violência contra crianças e adolescentes. A cada dia, em média, 129 casos de violência psicológica e física, incluindo a sexual, e negligência são reportados ao Disque Denúncia 100. Isso quer dizer que, a cada hora, cinco casos de violência contra meninas e meninos são registrados no País. Esse quadro pode ser ainda mais grave se levado em consideração que muitos desses crimes nunca chegam a ser denunciados.

TEXTO III

violênciainfantil

TEXTO IV

enem

Tema de redação

Tema de redação ENEM: Objetificação da mulher na publicidade


Share
Share
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Objetificação da mulher na publicidade”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

BRASÍLIA – Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados prevê a proibição de publicidade que exponha ou estimule a agressão ou violência sexual contra as mulheres. O desrespeito às regras pode levar à multa que varia de R$ 5 mil a R$ 200 mil, além de suspensão da propaganda e advertência.
A proposta em análise foi enviada à Câmara em setembro do ano passado pela deputada federal Erika Kokay (PT-DF). “O papel da publicidade se mostra por vezes contraproducente ao perpetuar o machismo em nossa sociedade, atuando na direção contrária à igualdade de gênero”, justifica a autora.
O texto cita como exemplo as propagandas de cerveja. “É rotineiro o emprego da imagem feminina na publicidade como objeto prontamente disponível para a satisfação dos desejos masculinos. Essa realidade é muito nítida no caso de propaganda de cervejas, comumente tido como um produto de interesse predominantemente masculino, mas por vezes se manifesta também na publicidade de muitos outros produtos, às vezes sutilmente e outras vezes nem tão sutilmente assim”, argumenta.
As regras valem para qualquer meio de comunicação impresso, eletrônico ou audiovisual. De acordo com o texto, “os anúncios não poderão expor, divulgar ou estimular a violência sexual, o estupro e a violência contra a mulher”. Está vedado ainda conteúdo vinculado à misoginia e ao sexismo.
A proposta será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Defesa dos Direitos da Mulher, de Constituição e Justiça, e de Cidadania.

TEXTO II

Objetificação sexual, de acordo com Heldman (2012) é a representação de uma pessoa como um objeto sexual. Esta representação é feita principalmente com mulheres, e se dá quando a individualidade das pessoas é retirada, e estas são exibidas apenas pelo seu corpo, que é comparado a um objeto ou mercadoria. Isso pode ser feito através da representação de corpos sem o rosto, ou como apoio para objetos, por exemplo. A objetificação sexual fica muito clara quando observamos a representação da mulher nas propagandas televisivas e anúncios. A maneira como a mulher é representada na publicidade tem grande influência na maneira com que ela é vista e tratada na sociedade. Isso se deve ao fato de que, de acordo com Silva (1976), a propaganda tem um sentido político de divulgação de doutrinas, opiniões, informações e afirmações baseados em fatos, verdadeiros ou falsos, com o objetivo de influenciar o comportamento do público. Portanto, podemos ver que a propaganda é um elemento chave na criação e disseminação de valores sociais. De acordo com Lourenço, Artemenko e Bragaglia (2014, p.13), “é inegável que a submissão e a ‘objetificação’ do público feminino se traduziram em efeitos nocivos à sobrevivência igualitária entre os gênero.

ENEM




Nunca se leu tanto como nos dias de hoje. A popularização e os avanços da internet fizeram com que novas ferramentas e novos gêneros surgissem, dando origem às redes sociais, aos blogs, às plataformas wikis, às fanfics, aos portais de notícias, aos jornais e revistas digitais etc. Em consequência, surgiram os posts, os twitts, os memes, ou seja, gêneros adequados à velocidade e ao volume de informação que circula na rede. Aliado aos avanços dos aparelhos tecnológicos, como os smarphones e os tablets, com os quais temos acesso à internet a qualquer hora e em qualquer lugar, nunca se leu tanto como atualmente.
Nunca se leu tanto atualmente porque nunca houve tamanha circulação, rapidez e volume de informação. Hoje, em menos de um minuto, ficamos sabendo o que está acontecendo do outro lado do mundo, com uma pessoa que está distante de nós, em uma sociedade totalmente diferente da nossa. Ao acessarmos o Google, obtemos informações sobre praticamente tudo, inclusive o usamos de maneira equivocada certas vezes, consultando-o como se fosse um médico, por exemplo, ao pesquisarmos sintomas, efeitos colaterais etc.
Nunca se leu tanto nos dias de hoje porque há sites especializados, nos mais variados assuntos e temas. Antes dos anos 2000, no século XX, o acesso à internet no Brasil era muito caro, ou seja, era para poucos e as pesquisas acadêmicas eram realizadas, em sua grande maioria, em bibliotecas, por meio de livros e enciclopédias, copiando à mão e não digitando.
Sim, nunca se leu tanto quanto atualmente, mas as pessoas estão lendo de maneira mais proficiente, ou seja, com mais qualidade, com mais profundidade, com mais senso crítico, estabelecendo mais relações, inferindo mais, produzindo mais sentido? Uma parcela considerável das pessoas, especialmente dos jovens que frequentam as escolas não, infelizmente.
A cada dia que passa, a cada edição do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), a cada prova aplicada de qualquer disciplina nas escolas (não só na de Língua Portuguesa, mas também nas demais, já que leitura e escrita permeiam o estudo e a pesquisa em todas as áreas do conhecimento) vê-se uma leitura rasa, superficial e de localização, uma das competências e habilidades mais básicas quando se fala em leitura.
Nunca se leu tanto nos dias atuais e não estamos sabendo lidar com o volume de informações. Nunca se fez tantas coisas ao mesmo tempo e nunca nos concentramos tão pouco em uma única tarefa.
Em provas de produção textual, como a redação do ENEM, por exemplo,a coletânea de textos motivadores é essencial para o candidato cumprir a proposta, já que uma avaliação como essa avalia não só a escrita, mas também a leitura. Em outros textos já apontamos algumas falhas na correção da redação do ENEM, já que a cada edição diminui o número de dissertações-argumentativas que obtém a nota máxima – mil pontos – mas é um fato: há uma parcela considerável de candidatos que não aproveitam a coletânea como poderiam e como deveriam e isso tem, como consequência, um desempenho aquém do esperado na escrita.
E isso é apenas um detalhe na vida acadêmica de todos que almejam ingressar em uma instituição de ensino superior. Lá dentro, na graduação, na pós-graduação, no mercado de trabalho e na vida lemos e escrevemos o todo tempo.
Nunca se leu tanto como atualmente, mas pais dão cada vez menos o exemplo e o incentivo à leitura para seus filhos em casa. As histórias antes de dormir foram trocadas pelos vídeos no Youtube, que também têm seu valor, mas deixando de lado os livros de fábulas e contos de fadas, os gibis, os romances, a ficção, os contos de terror dentre outros.
Nunca se leu tanto nos dias atuais notícias falsas, mentirosas e a pós-verdade. Nunca se checou tão pouco.
Ler e escrever é localizar, formular hipóteses, fazer inferências, estabelecer relações entre textos e entre um texto e o conhecimento prévio, de mundo; ler e escrever é desenvolver senso crítico, sair do senso comum, fugir do lugar comum. Ler e escrever é responder ativamente ao que se lê, se vê e se ouve. Ler e escrever é pensar de maneira autônoma, independente e embasada em argumentos consistentes.

7 de junho de 2017

PRONOMES RELATIVOS


1. Complete com o pronome relativo adequado, precedido ou não de preposição. 


a) Aquele era o sinal ____ todos esperavam para entrar na igreja. 


b) O padre era uma pessoa ______ muitos dos presentes desconfiavam. 


c) Aquele era o sinal ______ todos ansiavam para entrar na igreja. 


d) O padre era uma pessoa ________ muitos dos presentes concordavam. 




2. Em cada um dos períodos abaixo há um espaço a ser preenchido. Conforme o sentido da frase, preencha o espaço exclusivamente com um dos seguintes pronomes: que – cujo ou cuja. Quando for o caso, utilize antes do pronome a preposição adequada. Ex: Era uma informação EM QUE ela não confiava muito.


 a) Chegou cedo. Aproximou-se de escrivaninha ______ havia feito alusão durante o encontro com Bentinha. 


b) Laurita participa da reunião. Seu interlocutor é pessoa _____ela desconfia, por isso não se põe a gosto. 


c) O jovem doutor depositou calmamente o instrumento _______ trabalhara durante a breve cirurgia.


 d) Apresse-se! Deixe a roupa aí mesmo, na mesa _____se encontrara antes. 




3)  Siga o modelo e reescreva as mensagens, usando o pronome relativo para evitar as repetições.

Modelo: Comprei um tênis. O tênis é ótimo. Comprei um tênis que é ótimo.
a) Eu recebi o presente. Você mandou o presente.
b) A moça trouxe o livro. Você se referiu ao livro.
c) Aquela menina trouxe a matéria. Nós lhe pedimos a matéria.
d) Estamos chegando àquele lugar. Nós moramos neste lugar.
e) A lua brilha no céu. A lua é linda

e) Manuela, _______ mãe o enteado sempre se referia com doces palavras, entrou a discorrer sobre outros assuntos. 


a3) Complete adequadamente os espaços abaixo com os pronomes relativos:


 Os encargos _______ nos obrigam são aqueles _______ o diretor se referia. a) de que - que b) a cujos – cujo c) por que – que d) cujos – cujo e) a que – a que 



 INTERPRETAÇÃO TEXTUAL

EM CÓDIGO (Fernando Sabino)
1.Fui chamado ao telefone. Era o chefe de escritório de meu irmão:
2.– Recebi, de Belo Horizonte, um recado dele para o senhor. É uma mensagem meio esquisita, com vários itens, convém tomar nota. O senhor tem um lápis aí?
3.– Tenho. Pode começar.
4.– Então lá vai. Primeiro: minha mãe precisa de uma nora.
5.– Precisa de quê?
6.– De uma nora.
7.– Que história é essa?
8.– Eu estou dizendo ao senhor que é um recado meio esquisito. Posso continuar?
9.- Continue.
10.– Segundo: pobre vive de teimoso. Terceiro: não chora, morena, que eu volto.
11.– Isso é alguma brincadeira.
12.– Não é não. Estou repetindo o que ele escreveu. Tem mais. Quarto: sou amarelo, mas não opilado. Tomou nota?
13.– Mas não opilado – repeti, tomando nota.  – Que diabo ele pretende com isso?
14.– Não sei não senhor. Mandou transmitir o recado, estou transmitindo.
15. – Mas você há de concordar comigo que é um recado meio esquisito.
16. – Foi o que eu preveni ao senhor. E tem mais. Quinto: não sou colgate, mas ando na boca de muita gente. Sexto: poeira é a minha penicilina. Sétimo: carona, só de saia. Oitavo…
17.– Chega! – protestei estupefato. – Não vou ficar aqui tomando nota disso, feito idiota.
18.- Deve ser carta em código, ou coisa parecida – e ele vacilou: Estou dizendo ao senhor que também não entendi, mas enfim… Posso continuar?
19.– Continua. Falta muito?
20.– Não, está acabando: são doze. Oitavo: vou, mas volto. Nono: chega à janela, morena. Décimo: quem fala de mim tem mágoa. Décimo primeiro: não sou pipoca mas também dou meus pulinhos.
21.– Não tem dúvida, ficou maluco.
22.– Maluco não digo, mas como o senhor mesmo disse, a gente até fica com ar meio idiota… Está acabando, só falta um. Décimo segundo: Deus, eu e o Rocha.
23.– Que Rocha?
24.– Não sei. É capaz de ser a assinatura.
25.– Meu irmão não se chama Rocha, essa é boa!
26.– É, mas que foi ele que mandou, isso foi.
27.Desliguei, atônito, fui até refrescar o rosto com água, para poder pensar melhor. Só então me lembrei. Haviam-me encomendado uma crônica sobre essas frases que os motoristas costumam pintar, como lema, à frente dos caminhões . Meu irmão, que é engenheiro e viaja sempre pelo interior fiscalizando obras, prometera ajudar-me, recolhendo em suas andanças farto e variado material. E ele viajou, o tempo passou, acabei esquecendo completamente do trato, na suposição de que o mesmo lhe acontecera.
28.        Agora, o material ali estava. Era só fazer a crônica. Deus, eu e o Rocha! Tudo explicado! Rocha era o motorista, Deus era Deus mesmo, e eu, o caminhão.

I – Marque com um X o sinônimo da palavra ou expressão destacada.
1. Em: “É uma mensagem meio esquisita, com vários itens, convém tomar nota…”(par. 2). A expressão em negrito pode ser substituída por:
a. (   ) assinalar          b.(   ) observar            c.(   ) escrever          d.(   ) guardar

2. Na frase: “Que história é essa?” (par. 7), a palavra em negrito significa:
a.(   ) fato                    b.(   ) complicação      c.(   ) chateação      d.(   ) anedota

3. Em: “… pobre vive de teimoso” (par. 10), a expressão em negrito pode ser substituída por:
a.(   ) porque é persistente          b.(   ) porque é desobediente
c.(   ) porque é rebelde               d.(   ) porque é corajoso

4. Em: “Isso é alguma brincadeira.” (par. 11) a palavra em negrito significa:
a.(   ) piada       b.(   ) passatempo   c.(   ) jogo    d.(   ) divertimento

5. Em: “Foi o que eu preveni ao senhor”, (linha 16), a palavra em negrito significa:
a.(   ) chegar antes de                b.(   ) avisar com antecedência       c.(   ) impedir que se realize     d.(   ) aconselhar com consideração

6. Em: “…carona, só de saia.” (par. 16), a expressão em negrito pode ser entendida como:
a.(   ) só se quiser usar saia       b.(   ) só se não usar calça comprida  
c.(   ) só se for mulher              d.(    ) só se estiver de saia

7. Em: “Chega! – protestei estupefato.” (par. 17), a palavra em negrito significa:
a.(   ) afirmei      b.(   ) assegurei         c.(   ) reclamei             d.(   ) declarei

8. Em: “…protestei, estupefato.” (par. 17), a palavra em negrito significa:
a. (   ) amedrontado                   b.(   ) enraivecido   c.(   ) desolado  
d.(   ) abobalhado

9. Em: “Não vou ficar aqui tomando nota disso, feito idiota.” (par. 17), a expressão em negrito tem o mesmo significado que:
a.(   ) como pessoa desocupada        b.(   ) como quem não quer nada
c.(   ) como irresponsável            d.(   ) como bobo

10. Em: “Deve ser carta em código…” (par. 18), a expressão em negrito pode ser entendida como:
a.(   ) sinais secretos    b.(   ) fórmulas mágicas      c.(   ) letras diferentes  
d.(   ) palavras de outra língua

11. Em: “… e ele vacilou…” (par. 18) a palavra em negrito significa:
a.(   ) caminhou sem firmeza           b.(   ) mostrou-se inseguro      c.(   ) estremeceu          d.(   ) abalou-se

12. Em: “…quem fala de mim tem mágoa…” (par. 20), a palavra  em negrito significa:
a.(   ) pena                  b.(   ) sofrimento                                           c.(   ) inveja                 d.(   ) raiva

13. Em: “Desliguei atônito…” (par. 27) a palavra em negrito significa:
a.(   ) atordoado                                 b.(   ) amedrontado       c.(   ) enfurecido                     d.(   ) revoltado

14.Em: “… e viaja sempre pelo interior…”(par. 27), a palavra em negrito significa:
a.(   ) que está dentro de                  b.(   ) regiões distantes da capital  
 c.(   ) que é interno de                d.(  ) que se situa entre

15. Em: “…fiscalizando obras…” (par. 27), a palavra em negrito significa:
a.(   ) vigiando                                   b.(   ) examinando                                         c.(   ) velando                                 d.(   ) cobrando

16. Em: “…recolhendo em suas andanças…”(par. 27), a palavra em negrito significa:
a.(   ) recebendo                               b.(   ) levando                                                  c.(   ) classificando                        d.(   ) reunindo

17. Em: “… suas andanças…” (par. 27) a palavra em negrito tem o mesmo significado que em:
a.(   ) negócios                                 b.(   ) trabalhos                                               c.(   ) viagens                                  d.(   ) passos

18. Em: “…acabei me esquecendo completamente do trato…” (par. 27) a palavra em negrito significa:
a.(   ) contrato                                 b.(   ) acordo                                                     c.(   ) tratamento                             d.(   ) promoção

19. Em: “…na suposição de que o mesmo lhe acontecera…” (par. 27), a palavra em negrito significa:
a.(   ) ideia                                       b.(   ) observação                                 

   c.(   ) opinião                                    d.(   ) atenção

II – Marque com um X a alternativa correta de acordo com o texto.
20. O nome da crônica está ligado a uma frase enunciada pelo:
a.(   ) moço do escritório            b.(   ) narrador                c.(   ) irmão do narrador           d.(   ) motorista de caminhão

21. O rapaz do escritório, não tendo entendido a mensagem, refere-se a ela como sendo:
a.(   ) um recado maluco           b.(   ) um recado confuso e longo  c.(   ) uma brincadeira esquisita     d.(   ) uma carta interessante

22. Ao dizer: “Isso é alguma brincadeira” (par. 11), o narrador está pensando que:
a.(   ) estão querendo zombar dele      b.(   ) seu irmão ficou maluco        c.(   ) a mensagem é divertida            d.(   ) o recado não é para ele
 
23. A palavra opilado refere-se à pessoa doente de opilação – doença provocada por uma espécie de parasita que se aloja no intestino e se alimenta de sangue, provocando, na pessoa doente, uma cor amarelada. A opilação é conhecida popularmente entre outros nomes, como amarelão. Na frase: “Sou amarelo, mas não opilado…”(par. 12) pode-se entender essa afirmação como:
a.(   ) minha doença não é amarelão                                   b.(   ) minha cor amarela não é sinal de amarelão
c.(   ) minha cor não é tão forte quando a cor do amarelão          d.(   ) minha cor lembra a cor do amarelão

24. Na frase: “Não sou colgate, mas ando na boca de muita gente” (par. 16) a expressão em negrito pode ser entendida como:
a.(   ) Não sou famoso                  b.(   ) Não sou fofoqueiro           

 c.(   ) Não sou pasta de dentes     d.(   ) Não sou dentista

25. “Poeira é a minha penicilina” (par. 16) é uma das frases que o irmão do narrador anotou de pára-choques de caminhões. Em relação ao motorista que a usou como lema, podemos pensar que ela quer dizer:
a.(   ) A poeira me causa alergia                                                    b.(   ) Não me incomodo com a poeira
c.(   ) Em mim, a poeira age como um tipo de remédio           d.(   ) A poeira é uma espécie de companheira de viagens

26. Quando o moço do escritório diz:”…dever ser carta em código…” (par. 18), percebemos que ele:
a.(   ) pensa que a mensagem é uma brincadeira do irmão do narrador      
b.(   ) considera a mensagem muito difícil para ele
c.(   ) não gostou da mensagem     
d.(   ) pensa que a mensagem só pode ser entendida por pessoas que conheçam a linguagem usada









  1. Atividade dos pronomes relativos
    1)a)cujo
    b)que
    c)que
    d)o qual
    2)a)que
    b)em que
    c)cujo
    d)que
    3)a)Eu recebi o presente o qual você me enviou.
    b)A moça trouxe o livro que você se referiu.
    c)Aquela menina trouxe a tarefa cujo nós lhe pedimos.
    d)Estamos chegando àquele lugar onde nós moramos.
    e)A lua que brilha no céu é linda.
    4)a)

    Interpretação textual:
    I)1)(b)
    2)(c)
    3)(c)
    4)(a)
    5)(b)
    6)(c)
    7)(d)
    8)(b)
    9)(d)
    10)(a)
    11)(d)
    12)(c)
    13)(b)
    14)(b)
    15)(a)
    16)(d)
    17)(a)
    18)(b)
    19)(a)

    II) 20)(b)
    21)(c)
    22)(a)
    23)(b)
    24)(a)
    25)(c)
    26)(b)

GABARITO

GABARITO

1.
a) O desencontro amoroso
b) Pessimista, pois apresenta o ponto de vista de que sempre se gosta da pessoa errada.

2.  O pronome que. 

3. 
a) Do 1º que: Teresa; do 2º: Raimundo; do 3º: Maria; do 4º: Joaquim; do 5º: Lili.
b) Todos desempenham a função sintática de objeto direto.
c)  Todos desempenham a função sintática de sujeito.
d) Não; os pronomes relativos têm função de sujeito, e os antecedentes têm função de objeto
e) Confirma, pois no plano amoroso também há desencontros

RELATIVOS

Leia o poema a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda às questões de 1 a 3.

Quadrilha
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.


 Exercícios:
1. O poema retrata um problema comum nos relacionamentos amorosos.
a) Qual é esse problema?
b) Portanto, a visão do texto sobre o amor é otimista ou pessimista? Por quê?

2. O pronome relativo tem um papel de destaque na construção desse poema. Que pronome relativo é empregado seis vezes no texto?

3. Observe a estrutura sintática destes versos:
“João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.”

Nesses versos, foram empregados cinco pronomes relativos com a função de ligar as orações entre  si, criando entre elas uma espécie de encadeamento sintático.
a) Divida esses versos em orações e identifique o antecedente de cada um dos pronomes relativos.
b) Indique a função sintática do antecedente de cada pronome relativo.
c) Indique a função sintática de cada pronome relativo.
d) A função sintática dos pronomes relativos coincide com a função de seus antecedentes?
e) O desencontro entre a função sintática dos pronomes relativos e a de seus antecedentes confirma ou nega a visão pessimista sobre o relacionamento amoroso? Por quê?

Coesão textual e os relativos

             Pronomes relativos e a coesão textual
                              

                                  pronome-relativo  

Coesão textual  
É um tipo de articulação gramatical entre os elementos de um texto - o texto, compreendido como 'tecido' , 'trama'. A esse mecanismo que permite estabelecer boas relações entre os elementos do texto para facilitar o entendimento e torná-lo mais encorpado, agradável, mais atraente, é que se chama coesão textual ou recursos coesivos.
A coesão textual diz respeito às inter-relações  entre os elementos da superfície do texto por meio de recursos linguísticos que formam sequências orientadas para determinados sentidos. A coesão é, portanto,  decorrente das relações de sentido que se estabelecem entre elementos do texto.  A retomada do referente pode se efetivar por meio de diversos recursos gramaticais - coesão textual por meio dos  pronomes relativos.


                        Ouça esta canção de Raul Seixas: "Tente outra vez"


Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!...
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!...
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça aguenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!...
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!...
Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Hum rum!...
 Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!..
                              
  

TEXTO DE APOIO , MENINADA

Educação no trânsito é fundamental para a preservação da vida

educação no trânsitoPara que todos possam transitar com tranquilidade e segurança nas vias urbanas, atualmente, o Brasil conta com uma Lei Federal, que regulamenta o trânsito de veículos  e pedestres: o Código Nacional de Trânsito. Nele, podemos encontrar normas de circulação e conduta para que todos possam ir e vir com segurança e sem conflitos. Confira dicas de boa conduta e mais educação no trânsito. Acompanhe:

Educação no trânsito para as crianças nas escolas

Através da educação no trânsito dentro das escolas poderemos formar cidadãos mais conscientes e preparados para enfrentar a vida e o trânsito. A iniciativa tem por objetivo contribuir na construção de valores, como o respeito ao próximo para a proteção da vida, que é o nosso bem maior. A educação no trânsito nas escolas auxiliar, ainda, na compreensão da criança em relação aos elementos e as situações vivenciadas no trânsito.
Os ensinamentos sobre educação no trânsito deve começar nas séries iniciais e aliar teoria e prática. As crianças devem ser orientadas a ter um comportamento adequado em relação à segurança necessária nas vias públicas, tanto na condição de pedestre quanto na de passageiro. Aqueles que usam bicicletas, skates, patins e patinetes devem aprender que existem faixas para ciclistas e outros lugares apropriados e seguros para a diversão, que excluem as vias públicas. Também não devem se esquecer de usar equipamentos de proteção e segurança.

Educação no trânsito para formar adultos responsáveis

Muitos motoristas e pedestres não seguem as leis, o que pode provocar a ocorrência de vários acidentes de trânsito. Os dados estatísticos mostram índices preocupantes. Para as pessoas se conscientizarem desse perigo, o Brasil sempre elabora campanhas para a educação no trânsito, que chamam a atenção para a necessidade de respeitar a faixa de pedestres, usar cinto de segurança, não dirigir alcoolizado, utilizar cadeirinha para crianças no carro, etc. A educação no trânsito não se limita apenas a ensinar regras de circulação, mas também deve contribuir para formar cidadãos responsáveis, autônomos, comprometidos com a preservação da vida.
No cotidiano, o cidadão assume diversos  papéis,  em diferentes  momentos: pedestre, passageiro, condutor.  Devemos agir cooperativamente em cada uma destas situações. Uma atenção a mais ou gentileza podem desarmar a irritação do outro.

GURIZADA - TEXTO DE APOIO - 106 - TERCEIRÃO DO RUYZÃO

Tecnologia para a educação no trânsito: um recurso valioso para o aprendizado

Tecnologia para a educação no trânsito: um recurso valioso para o aprendizadoA tecnologia para a educação no trânsito se faz presente para apurar novos hábitos, melhorar comportamentos e ampliar a segurança no trânsito.
Na medida em que a população cresce e as cidades adquirem novas proporções, aumentam também os problemas relacionados ao trânsito, exigindo soluções cada vez mais complexas.
Isso porque o ato de conduzir, em especial em cenários caóticos como das grandes cidades, não é uma tarefa tão simples, quanto pode parecer.
Com isso, aumenta também a necessidade de se discutir alternativas que levem para um futuro mais leve, onde o respeito ao próximo e a educação no trânsito prevaleçam.
O uso da tecnologia, associado a formação de condutores e pedestres, parece ser um dos caminhos encontrados para se chegar a este objetivo.
Porém, para que sejam efetivas, é essencial que tanto pedestres como condutores exerçam sua parte para um bom convívio.
Afinal, de nada adianta se ter em mãos recursos avançados de tecnologia, se o cidadão, um agente fundamental no trânsito, não tiver plena consciência do seu papel como promotor da segurança.
Boas práticas têm sido aplicadas no mercado para suprir estas demandas, combinando tecnologia para a educação no trânsito.
Neste sentido a utilização de computadores e recursos multimídias tem favorecido a aprendizagem e o desenvolvimento de atitudes e habilidades pró-ativas em trânsito. Conheça algumas destas iniciativas.

Ensino a distância e a tecnologia para a educação no trânsito

O ensino a distância democratizou o acesso à educação, permitindo que as pessoas tenham acesso ao conhecimento, de qualquer lugar e a qualquer hora do dia.
Assim, pessoas, na intenção de otimizarem o tempo para suas rotinas diárias, tornarem-se adeptas também destes recursos para obter conhecimento e se reciclarem a respeito da educação para o trânsito.
Atualmente, instituições de credibilidade, com alto grau de conhecimento de professores e ricos conteúdos fazem uso da tecnologia para este fim.
Por meio de softwares avançados, a tecnologia para a educação no trânsito possibilitou a criação de um sistema de escola virtual, com controle de frequência, grade de conteúdos, disponibilidade de atividades e tarefas para alunos, entre outras questões.
Um dos grandes diferenciais está na interatividade. Uma vez que o ensino a distância permite aliar as grades curriculares exigidas pelas normas legais, recursos digitais valiosos, como a inclusão de imagens dinâmicas, vídeos, áudios e recursos totalmente personalizados. Elementos que agregam valor ao ensino e refletem no melhor desempenho do aluno.

A tecnologia na formação e requalificação de condutores

No que tange a formação e a requalificação de condutores, é também possível ver como o emprego da tecnologia tem contribuído para a educação no trânsito.
Podemos exemplificar o fato, com o uso dos simuladores de direção. Recursos que permitem exercitar a prática da direção veicular, simulando diversas situações reais, sem oferecer nenhum risco ao condutor.
Entre os benefícios para a aprendizagem, podemos citar a melhor aceitação e compreensão por parte dos estudantes, porque permitem o surgimento de novas ideias, atitudes e habilidades de uma forma lúdica e mais dinâmica.
Por outro lado, também favorecem os educadores, uma vez que a sua utilização também pode ser usada para investigar comportamentos de seus usuários.
Os simuladores de direção possuem painéis configurados para avaliar o desempenho do motorista, suas condições físicas e psicológicas, por meio do movimento dos olhos e da cabeça que dão indícios sobre fadiga, sono, atenção ao volante, tempo de reação, entre outras questões, possíveis de serem corrigidas antes que o condutor, de fato, pegue as ruas.

Os games e o uso da tecnologia para a educação no trânsito

O interesse pela utilização de jogos de computador é crescente, e hoje já são utilizados para os diversos fins e estratégias, seja na gestão de empresas, de pessoal e inclusive na educação para o trânsito.
Iniciativas neste sentido já são realidade e vislumbram contribuir para a educação no trânsito, permitindo que os jogadores exercitem novos hábitos e principalmente, atitudes preventivas e respeitosas com relação ao próximo, colocando-se hora na condição de motorista ora de pedestre.

4 de junho de 2017

PRIMEIRÃO DO RUYZÃO

PRIMEIRÃO DO RUYZÃO!!!! ANTENEM-SE NOS TEMAS POSTADOS NESTE BLOG, AFINAL, AMANHÃ TEM PRODUÇÃO TEXTUAL. OK, ABRAÇO!!!!

PLURAL - SIM OU NÃO??


A música “O bêbado e a equilibrista”, de Aldir Blanc, faz referência a Marias e Clarices, pluralizando os nomes e alguns alunos me perguntam se isso é correto, se nomes próprios têm plural, uma vez que serviriam para individualizar, particularizar os seres. Sim, esses substantivos podem ser pluralizados, pois podemos nos referir a várias pessoas com o mesmo nome: as Marias, as Clarices, os Joões, os Pedros.
(…) Chora,
A nossa Pátria
Mãe gentil
Choram Marias
E Clarices1
No solo do Brasil…(…)
Além disso, podemos usar esse plural em construções metonímicas, empregando o nome do artista pela obra:
Foram arrematados dois Picassos e três Portinaris naquele leilão.
O mesmo procedimento pode ocorrer com os sobrenomes, já que, ao pluralizá-los, estaremos fazendo referência a vários integrantes de uma mesma família ou clã. É o que ocorre, por exemplo, com a Rua dos Andradas, topônimo que ocorre em São Paulo, em Itu e Sorocaba (SP), em Porto Alegre (RS) entre outros municípios, aludindo aos irmãos José Bonifácio (conhecido como Patriarca da Independência),  Martim Francisco  e Antônio Carlos.
Na Literatura também encontramos algumas ocorrências: os Andrades, Mário e Oswald, foram marcos do Modernismo (embora tivessem o mesmo sobrenome, não havia parentesco entre eles) e uma das maiores obras do Realismo português, “Os Maias”, de Eça de Queirós, também é o plural do sobrenome Maia. Assim, na forma plural, vários gramáticos, como Celso Luft, Rocha Lima, Evanildo Bechara e Napoleão Mendes de Almeida, prescrevem que se registre a referência a vários integrantes da mesma família.
Há, porém, uma tendência moderna a manter os sobrenomes no singular, o que pode ser observado na mídia, ao se fazer referência, por exemplo, ao clã ligado às artes marciais, os Gracie.
Em tempo: a questão da ortografia e da acentuação também deve ser observada nos nomes próprios. Assim, as Mônicas terão seus nomes acentuados por serem proparoxítonos; as Vitórias, os Antônios, as Lívias terão acento por serem paroxítonos terminados em ditongo e os Josés, os Andrés e as Ionás, por serem oxítonos terminados em ‘e’ e em ‘a’ respectivamente.
É isso!