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7 de março de 2014

Termos integrantes da oração

Objeto direto, Objeto indireto, Complemento Nominal e Agente da Passiva

31 de julho de 2010
TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO

1. OBJETO DIRETO

 
Para Identificar o
OBJETO DIRETO
faça a pergunta
VERBO  +O quÊ?
Quem?
 
VOZ ATIVA

 Ex.: O rapaz perdeu os sentidos.

 OBJETO DIRETO PREPOSICIONADO
Como você percebeu, o objeto liga-se ao verbo sem auxílio da preposição. Entretanto, há casos em que ele admite a construção com o conectivo preposicional, sendo denominado, então, de objeto direto preposicionado.
Casos em que ele ocorre:
  • quando o objeto direto é constituído por pronomes pessoais tônicos. Ex.:

Luíza amava mais a mim do que a seus irmãos.
objeto direto preposicionado: a mim
O professor Gustavo não entende a nós, nem nós entendemos a ele.
objeto direto preposicionado: a nós, a ele

  • quando o objeto direto é constituído por nomes próprios ou comuns principalmente com verbos que expressem sentimentos. Ex.:

Devemos amar, sobretudo, a Deus.
Estimar aos pais é dever de todo bom filho.
  • quando o objeto direto é constituído por pronome indefinido, que se refira a pessoa, ou pronome de tratamento. Ex.:

Não quero amar a ninguém.
Não aborreça a Sua Excelência.
  • quando se deseja evitar ambigüidade (duplo sentido). Ex.:

Chama, finalmente, ao pai, o filho emocionado.
Note que, se não houvesse a preposição diante do objeto, não se poderia identificar qual o sujeito: o filho emocionado; e qual o objeto: ao pai.
  • quando o objeto está anteposto para dar ênfase.

A mim, é que não enganam!
A Rogério, ninguém controlava.
2. OBJETO INDIRETO
 
Para Identificar o
OBJETO INDIRETO
faça a pergunta
VERBO  +A quÊ(M)?
DE Que(m)?
EM QUE(M)?
 

Ex.: Aparício duvidava de seus próprios companheiros

Observação

O objeto indireto pode ser representado também pelos pronomes oblíquos lhe, lhes, me, te, nos, vos, de acordo com a transitividade verbal.
“Não estou entendendo — disse-lhe — você vai dar um salto?”
Carlos Eduardo Novaes

3. COMPLEMENTO NOMINAL
Assim como os verbos, certos nomes também são transitivos, necessitando de um termo que os complete. Tal complemento denomina-se complemento nominal. Ex.:
“Ele tem medo de você.”
O substantivo medo é completado pelo termo de você que constitui o complemento nominal.
O complemento nominal caracteriza-se por:
SER INTRODUZIDO POR PREPOSIÇÃO
Todo ser humano tem direito à felicidade.
Viviane tinha certeza de sua amizade.
COMPLETAR O SENTIDO DE UM

• Substantivo

Áurea e Roselaine não tinham receio da bronca do patrão.
• adjetivo
A água é benéfica à saúde do homem.

• ADVÉRBIO

Roberval agiu contrariamente aos costumes de sua família.
4. AGENTE DA PASSIVA
 
Para Identificar o
AGENTE DA PASSIVA
faça a pergunta
VERBO  +POR QUEM?
 
VOZ PASSIVA

10 temas de redação - Ruyzão - terceiros anos

1. PROTAGONISMO CIDADÃO E MANIFESTAÇÕES NO BRASIL  
* Mobilização NACIONAL, consciência cívica; despertar para mudar; reivindicação x vandalismo...
 2. DROGADIÇÃO
* Vício bioquímico, bem como às causas desse vício no que se refere à inclusão e exclusão do indivíduo (de qualquer idade, cor ou classe) na sociedade, fatores econômicos, políticos, genéticos e biofarmacológicos; tráfico e corrupção no sistema (policial e cia.)...
 3. A VIDA NOS GRANDES CENTROS URBANOS E (i)MOBILIDADE URBANA
* A vida em grandes centros urbanos ? desafios (vantagens e desvantagens); o trânsito caótico e o alto custo da ausência de mobilidade (dificuldade de acesso aos serviços públicos em geral e de exercício do direito de ir e vir); alternativas (PAC da Mobilidade Urbana, ciclovias, rodízio de carros, car sharing, park and ride, VLTs...) ...
 4. BULLYING
* O assunto já virou política de estado, nas redes pública e privada de ensino, mas não ocorre apenas na escola (condomínios, ambientes profissionais etc.); cyberbullying (tecnologia e problema social); casos emblemáticos (Massacre de Realengo, por exemplo)...
 5. MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE
 * O Novo Código Florestal Brasileiro: conquistas e polêmicas; o antigo código era de 1965 ? época de um Brasil mais rural. Busca definir a Amazônia Legal, bem como os direitos de propriedade e as restrições de uso para algumas regiões que compreendem as APPs (Áreas de Preservação Permanente) e as RLs (zonas de Reserva Legal), além dos critérios para supressão e exploração da vegetação nativa (reflexão sobre o equilíbrio entre progresso e consumo x natureza e sustentabilidade).
Algumas palavras-chave: ruralistas (latifundiários/ grandes proprietários, por exemplo) e ambientalistas; APPs (é assim que se escreve o plural da sigla, sem o apóstrofo!) = Áreas de Preservação Permanente; zonas de Reserva Legal; suposta ?anistia? aos desmatadores.
* RIO +20: Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS); objetivo: discutir sobre a renovação do compromisso político com o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL e a chamada ?ECONOMIA VERDE?. Lembrar da ecoeficiência e da busca de soluções para o problema do lixo, como o do lixo eletrônico, por exemplo.
* Fontes de energia: o futuro das fontes de energias alternativas no Brasil (eólica e biomassa, além da matriz hídrica).   
6. VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO E LEI SECA
* É uma das principais causas de mortalidade no Brasil; a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) afirma que a utilização de bebidas alcoólicas é responsável por 30% dos acidentes de trânsito; o Brasil possui uma das legislações mais rígidas do mundo com alcoolemia (índice de álcool no sangue) zero e duras penas: multa de R$ 1.915,30, recolhimento da habilitação, suspensão do direito de dirigir por 12 meses, além da retenção do veículo.
7. REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL E IMPUTABILIDADE CRIMINAL
* A redução da maioridade penal não é tendência internacional, segundo pesquisa Crime Trends ONU (Tendências do Crime); dualidade: educação que (de)forma x justiça que falha x sistema prisional falido (?escolas do crime?); mostrar os 2 lados da moeda (os prós e os contras), mas escolher um deles.
8. COTAS RACIAIS E SOCIOECONÔMICAS
* Das 2.341 instituições de ensino superior no Brasil, públicas e privadas, apenas 59 serão afetadas pela Lei de Cotas (as federais, alguns cursos técnicos de ensino médio e profissionalizantes ligados ao Ministério da Educação); por unanimidade, os ministros do STF votaram a favor das cotas raciais em universidades públicas. Quem é contra, diz: ?Se tivéssemos um ensino básico decente, esses alunos conseguiriam competir de igual para igual com os alunos das particulares. Mas é claro que é mais fácil criar cotas do que investir na base?. E aí? ?Todos são iguais perante a lei?? (Constituição Federal 1988)
9. CONSTITUIÇÃO DE 1988 ? 25 anos

* Conhecida como Constituição Cidadã e considerada a mais democrática da história; em meio ao processo de transição democrática do país após 21 anos sob o regime militar, a Constituinte foi palco de intensos debates, conflitos, impasses e negociações entre várias forças políticas brasileiras;  

* ?A Constituição, com as correções que faremos, será a guardiã da governabilidade.? (Ulysses Guimarães)

* Direitos Sociais: o pagamento de hora extra, férias remuneradas, igualdade de direitos entre trabalhadores rurais e urbanos; proibição de discriminação contra portadores de deficiência; definição da jornada de trabalho em 44 horas; licença-maternidade de 120 dias; licença-paternidade, o direito de greve, entre outros; voto facultativo aos jovens de 16 anos, aos analfabetos e aos maiores de 70 anos.
* O racismo tornou-se crime inafiançável; direitos e garantias fundamentais do cidadão. (lembrar O Artigo 5º da Constituição)
 10. ESPORTE COMO FATOR DE INCLUSÃO SOCIAL
 * O legado dos grandes eventos esportivos (Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016): social, econômico, político, infraestrutural, turístico...; conquistas e contradições (grandes investimentos, etc.).

Concurso Cespe

imagem-003.jpg
Internet: (com adaptações).

A respeito das estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens seguintes. 

Na linha 1, a substituição da forma verbal “Existem” por haverão manteria a correção gramatical do período e não prejudicaria a coerência textual dado o emprego do subjuntivo “pratiquem”.
Certo            Errado
Errado - verbo haver permaneceria no singular

Concurso Cespe

imagem-001.jpg
Tecnologias de controle criam novas situações de dano moral. 
Internet: (com adaptações).

Em relação às informações e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir. 

Identificam-se como referentes do sujeito elíptico da oração iniciada pela forma verbal “São” (l.4): “O monitoramento por imagens” (l.1), “o controle de emails” (l.3) e “as escutas e gravações de ligações telefônicas dos empregados” (l.3-4).
  •  Certo       Errado

Tipos de sujeito

A função sintática que denominamos sujeito, é um termo essencial da frase e pode se comportar de várias maneiras, dependendo da intenção da mesma: agente, experienciador, paciente, etc.
O sujeito tem a característica de concordar com o verbo, salvo raríssimas exceções.
Vejamos agora quais os tipos de sujeito existentes e como eles são caracterizados para que possamos identificá-los.
Sujeito Simples: possui apenas um núcleo e este vem exposto.
Exemplos:
- Deus é perfeito!
- A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
- Pastavam vacas brancas e malhadas.

Sujeito Composto: possui dois ou mais núcleos que também vêm expressos na oração.
Exemplos:
- As vacas brancas e os touros pretos pastavam.
- A cegueira e a pobreza lhe torturavam os últimos dias de vida.
- Fome e desidratação são agravantes das doenças daquele povo.

Sujeito elíptico, subentendido ou desinencial: é determinado pela desinência verbal e não aparece explícito na frase. Dá-se por isso o nome de sujeito implícito. Antigamente era chamado de sujeito oculto.
Exemplos:
- Estamos sempre alertas para com os aumentos abusivos de preços. (sujeito: nós)
- Quero que meus pais cheguem de viagem o mais rápido possível. (sujeito: eu)
- Os pais terminaram a reunião. Foram embora logo em seguida. (sujeito: os pais - oculto apenas na segunda frase)

Sujeito Indeterminado: Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente ou experienciador da ação verbal.
Exemplos:
1- verbo na 3ª pessoa do plural
- Dizem que a família está falindo. (alguém diz, mas não se sabe quem)
- Disseram que morreu do coração.

2- verbo na 3ª pessoa do singular + se, índice de indeterminação do sujeito
- Precisa-se de mão de obra especializada. (não se pode determinar quem precisa)
Sujeito inexistente: também chamado de oração sem sujeito, é designado por verbos que não correspondem a uma ação, como fenômenos da natureza, entre outros.
Exemplos:
1- Verbos indicando Fenômeno da Natureza
- Choveu na Argentina e fez sol no Brasil.
2- verbo haver no sentido de existir ou ocorrer
- Houve um grave acidente na avenida principal.
- Há pessoas que não valorizam a vida.

3- verbo fazer indicando tempo ou clima
- Faz meses que não a vejo.
- Faz sempre frio nessa região do estado.

Tipos de predicado

Para compreendermos os tipos de predicado existentes na Língua Portuguesa, temos, primeiramente, que saber a definição de predicado.

Predicado é tudo o que se declara acerca do sujeito, ou seja, é tudo que há na frase que não é o sujeito.

Predicado Verbal 

O predicado verbal possui obrigatoriamente um verbo, o qual é o núcleo do predicado. O verbo é núcleo do predicado quando é nocional, ou seja, que demonstra uma ação.

Os alunos estudam todos os dias para o concurso.

Observe na frase que o verbo “estudam” evidencia uma ação: o ato de estudar, e diz respeito ao sujeito “os alunos” ao mesmo tempo que é complementado pelo restante do predicado “todos os dias para o concurso”. Porém, como o núcleo do predicado é o verbo “estudam”, chamamos o predicado de verbal.

Predicado Nominal 

No predicado nominal o núcleo do predicado é um nome, o qual exerce a função de predicativo do sujeito.
Predicativo do sujeito é um termo que dá significado, atributo, característica ao sujeito ou, ainda, exprime seu estado ou modo de ser. O predicativo é conectado ao sujeito sempre através de um verbo de ligação.

1ª. Ela está cansada.
2ª. As taxas de juros continuam elevadas.

Observe na primeira oração que “cansada” é um atributo dado ao sujeito “Ela”. O sujeito “Ela” e o predicado nominal “cansada” estão conectados pelo verbo de ligação “está”.
Na segunda frase, observamos o mesmo processo anterior de análise: perguntamos quem continua? e continua o quê? E temos as respostas: “as taxas de juros” (sujeito) e “elevadas” (predicado nominal), ou seja, o predicativo nominal só atribui significado ao sujeito quando ligado pelo verbo de ligação (continuam). A oração só tem sentido pelo complemento (predicado) “elevadas”, o qual é, portanto, o núcleo do predicado nominal.

Predicado verbo-nominal 

O predicado verbo-nominal possui dois núcleos: um verbo nocional, como vimos no predicado verbal, e um predicativo, que pode referir-se tanto ao sujeito quanto ao verbo.

Os alunos estudaram cautelosos para o simulado.

Observamos na frase que há dois núcleos: o verbo nocional (estudaram), ou seja, o sujeito praticou uma ação. No entanto, há uma característica dada ao sujeito “cautelosos”, que é, portanto, uma predicação, uma qualidade concedida ao sujeito, logo, é o predicativo do sujeito. Poderíamos desdobrar a última oração em duas:

Os alunos estudaram para o simulado. Eles foram cautelosos.

Na primeira oração temos um predicado verbal “estudaram para o simulado”, no qual o núcleo é o verbo nocional “estudaram”. Já na segunda oração o núcleo do predicado é um nome “cautelosos” conectado por um verbo de ligação (foram) ao sujeito (Eles) e, portanto, é um predicado nominal.

Leiam


Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. A aviação e o rádio nos aproximou. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloquente à bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, a união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora. Milhões de desesperados: homens, mulheres, criancinhas, vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que podem me ouvir eu digo: não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. Sei que os homens morrem, mas a liberdade não perecerá jamais.

5 de março de 2014


Alunos do Ruyzão, iniciamos as produções textuais, e os temas estão postados no blog, pesquisem, leiam. OK

4 de março de 2014

Perdoem, mas houve um problema de engenharia com minhas postagens, os responsáveis estão trabalhando para resolver.

Concordância nominal

Concordância nominal A concordância nominal é assim chamada porque estabelece uma relação morfológica entre elementos tradicionalmente chamados "nomes". Podem-se distinguir dois tipos de concordância nominal: a concordância entre termos do Sintagma Nominal (um sintagma nominal é um grupo de signos linguísticos que tem como base ou núcleo um substantivo ou termo equivalente) e a concordância de um termo oracional com o sujeito ou o objeto direto. Nesses dois casos, o fenômeno tem a ver com os traços de gênero e de número de certos constituintes, que precisariam harmonizar-se com os traços correspondentes de um constituinte considerado central. I - CONCORDÂNCIA DO ADJETIVO COM O SUBSTANTIVO Regra geral: o adjetivo concorda em gênero e número com o substantivo. 1. Adjetivo posposto a dois ou mais substantivos: a) o adjetivo concorda em gênero e número com o substantivo mais próximo se apenas a ele se refere: Lá estava o cavalo e a casa DESTELHADA. b) irá para o plural se sua referência se estender a todos; se todos os substantivos são do mesmo gênero, este será conservado: Aquele foi um beijo e um abraço DEMORADOS. Ela tem roupa e casa LIMPAS. / Pelé e Amarildo saíram CABISBAIXOS. Observação: se os gêneros são diferentes, receberá o adjetivo flexão masculina: Mulher e marido BRIGUENTOS devem ter paciência. c) o adjetivo concorda em gênero e número com o mais próximo: - quando os substantivos são sinônimos entre si: O furor e a raiva HUMANA podem matar. - quando os substantivos se alinham em gradação: A inteligência, o esforço, a dedicação EXTRAORDINÁRIA venceu tudo. 2. Adjetivo anteposto a dois ou mais substantivos: a) quase sempre concorda com o substantivo mais próximo em gênero e número: Escolheste MAU lugar e hora para falar no assunto. / AROMÁTICAS rosas e cravos adornam o jardim. b) se o adjetivo estiver anteposto a nomes próprios de pessoas ou a títulos, deverá ir para o plural: Muito nos ensinaram os GRANDES Machado de Assis e José de Alencar. / Os AFORTUNADOS embaixador dos Estados Unidos e primeira-ministra de Israel escaparam do atentado. II - CASOS ESPECIAIS 1. ANEXO - INCLUSO - LESO - MESMO - PRÓPRIO - QUITE - OBRIGADO - Concordam com o substantivo a que se referem: ◾ ANEXO é adjetivo e, em consequência, concorda com o substantivo a que se relaciona em gênero e número. Exemplos: "... foi professor de Gramática, Geografia e História na escola ANEXA à militar." (Fausto Barreto) "Vão ANEXAS as palavras que lhe ouvi." (apud Cândido Jucá Filho) ANEXA à presente, enviamos a relação das mercadorias. No processo de compra, não estavam ANEXOS os orçamentos. Observação: Em anexo é expressão adverbial, invariável, e de largo uso, embora combatida por alguns autores. ◾ INCLUSO: vale a mesma observação a respeito de anexo. Exemplos: Remeto a V.S.as., INCLUSA nesta pasta, uma fotocópia do recibo. Remeto a V.S.as. o recibo INCLUSO nesta pasta. ◾ LESO é adjetivo e, como tal, flexiona-se. Exemplos: Cometeu crime de LESO-patriotismo. Ajudar esses espiões seria crime de LESA-pátria. ◾ MESMO: a) como adjetivo é variável e equivale a idêntico, igual, análogo. Exemplos: "Os fantasmas não fumam, porque poderiam fumar a si MESMOS." (Mário Quintana) Os alunos MESMOS organizaram o trabalho. "A viagem do sono nem sempre é a MESMA viagem." (Paulo Mendes Campos) "Percorrera aquela MESMA senda, aspirava aquele MESMO vapor que baixava denso do céu verde." (L.F. Telles) b) Como advérbio é invariável e corresponde a justamente, exatamente, ou ainda, até. Exemplos: "Você esperneia, revolta-se - adianta? MESMO sua revolta foi protocolada." (C.D.A.) "Livro raro, MESMO, é aquele que foi emprestado e foi devolvido." (Plínio Doyle) Observação: Não se deve dizer: conosco mesmos ou convosco mesmos; o correto é: com nós mesmos e com vós mesmos. ◾ Para os casos abaixo, vale a mesma observação a respeito de MESMO enquanto adjetivo. Exemplos: Eu PRÓPRIA conferi a carga, disse a secretária. / OBRIGADO, respondeu o chefe. / A esposa do chefe também não cansava de dizer OBRIGADA. / Estou QUITE com minhas dívidas. / Estamos QUITES com o serviço militar. (Obs.: forma do particípio passado do verbo quitar, flexiona-se em número) 2. é PRECISO, é NECESSÁRIO, é BOM, é PROIBIDO e expressões equivalentes a) referindo-se a nomes sem elementos determinantes, essas expressões ficam invariáveis: É PRECISO força para trabalhar e estudar. / É NECESSÁRIO segurança para se viver bem. / É BOM plantação de erva-cidreira para afugentar formigas. / Água é BOM. / É PROIBIDO entrada de pessoas estranhas ao serviço. b) com nomes acompanhados de elemento determinante, essas expressões concordam com ele em gênero e número: SERIAM PRECISOS vários bombeiros para deter o incêndio. É NECESSÁRIA a tua compreensão. / É BOA a plantação de erva-cidreira para afugentar formigas. / A água é BOA para a saúde. / É PROIBIDA a entrada de animais. / "Não viu o letreiro: 'É expressamente PROIBIDA a entrada'?" (C. D. A.) 3. Só - SÓS a) Só (adjetivo) corresponde a sozinho, único, solitário e apresenta flexão de número, concordando com a palavra a que se refere. Exemplos: Eles estão SÓS. / "Outros estão SÓS, como tu, mas presos a uma inibição ou a uma disciplina." (C.D.A) / "...sabia cozinhar, arrumar a casa e servir com eficiência a senhor SÓ." (Fernando Sabino) b) Só (advérbio) corresponde a somente, unicamente, apenas e não se flexiona: é invariável. Exemplos: Ele SÓ falou bobagens. / "SÓ não sai de moda quem está nu." (Mário Quintana) / "Vende-se uma cama da casal usada uma noite SÓ." (Leon Eliachar). Observação: Existem as locuções a só e a sós, esta mais frequente, equivalente a sem companhia: é invariável. Exemplos: Eles ficaram a sós/ O casal ficará a sós. / " - Amigo João Brandão - disse pausadamente o homem quando ficaram a sós..." (C.D.A) 4. BASTANTE(s) pode ser: a) bastante = advérbio de intensidade: é invariável. Ele ficou BASTANTE preocupado / Os pós-graduandos estudam BASTANTE. b) bastante = pronome indefinido (= muitos) - flexiona-se Naquela classe há BASTANTES rapazes. 5. MEIO a) meio = advérbio de intensidade: é invariável. Ando MEIO distraída ultimamente. / "Sentava calado, com a cara MEIO triste, um ar sério." (Rubem Braga) / Existem maridos que são MEIO surdos: sempre que suas mulheres lhes pedem 50 eles só ouvem 25." (Leon Eliachar) b) meio = numeral (= metade): flexiona-se. É MEIO dia e MEIA. (meia hora) Ele comeu MEIO bolo sozinho. 6. MENOS - ALERTA - PSEUDO - A OLHOS VISTOS São sempre invariáveis. ◾ Na classe, há MENOS moças que rapazes. / Mais amor e MENOS confiança./ "Devora-se a infeliz mísera gente: E sempre reduzida a MENOS terra." (Santa Rita Durão) / "A cidade, aliás, está parecendo mais civilizada: com MENOS gente, MENOS carros, dir-se-ia mais habitável..." (Cláudio Abramo) ◾ Lúcia emagreceu A OLHOS VISTOS. ◾ ALERTA, segundo Antenor Nascentes, trata-se de uma interjeição militar; era um grito que se proferia à aproximação do inimigo. José Pedro Machado confirma a informação. Logo, por ter valor interjectivo, permanece invariável. Outros o consideram advérbio (em estado de prontidão) e, assim, também, permanece invariável. Exemplos: "Antes ouvido a revolta da cidade, estiverão mais ALERTA." (apud José Pedro Machado - texto arcaico) / "Duas sentinelas sempre ALERTA." (Alencar apud Cândido Jucá Filho) / Na porta dos bancos, os seguranças ficam ALERTA. ◾ Trata-se de PSEUDO-especialista.

3 de março de 2014

Interpretação de texto

Texto para os itens de 1 a 8. Dar o peixe ou ensinar a pescar? Ainda é muito comum o argumento de que, no combate à pobreza no Brasil, não se deve dar o peixe, mas ensinar a pescar. Os resultados de pesquisas recentes, no entanto, indicam que ensinar a pescar pode ser muito pouco para uma grande massa de população que já se encontra em situação de extrema privação. A pobreza é uma metáfora para o sofrimento humano trazido à arena pública, e pode ser definida de maneiras distintas. Muita energia é despendida na busca de uma definição rigorosa, capaz de distinguir com clareza o sofrimento suficiente do sofrimento insuficiente para classificar alguém como pobre, mas aqui isso não é necessário: apenas para conduzir a argumentação, vamos tratar pobreza como uma situação extrema, na qual se encontram os indivíduos pertencentes a famílias que não dispõem de renda para adquirir uma cesta de alimentos e outros bens de consumo, como vestimentas e medicamentos. Pesquisas embasadas nesse tipo de definição estimam que uma fração entre um terço e a metade da população brasileira possa ser considerada pobre. Essa é uma definição forte; e estimativas subjetivas de linhas de pobreza demonstram que boa parte da população brasileira ainda consideraria insuficientes as rendas de famílias que se encontram em níveis superiores aos usados nessas pesquisas como linha de pobreza. Vamos assumir, também, que a existência desse tipo de pobreza é socialmente inaceitável e, portanto, que desejamos erradicá-la o quanto antes. É óbvio que o horizonte de tempo proposto define que tipos de mudança na sociedade serão necessários. Provavelmente, um prazo mais curto exigirá políticas mais drásticas. Para manter a argumentação em torno das propostas mais debatidas, atualmente, para a erradicação da pobreza no país, vamos definir como limite razoável algo entre uma e duas décadas. A insuficiência de recursos nas mãos de parte da população pode ser entendida como resultado ou de uma insuficiência generalizada de recursos ou de má distribuição dos recursos existentes. Logo, o combate à pobreza pode tomar dois rumos básicos: aumentar o nível de recursos per capita da sociedade ou distribuir melhor os recursos existentes. Nada impede, é claro, que as duas coisas ocorram simultaneamente. Os caminhos para o aumento dos recursos per capita encontram-se entre dois extremos: diminuir a população ou fazer com que a economia cresça mais rápido que ela. Como as estratégias de diminuição da população existente, em um prazo razoável, beiram o absurdo, a proposta de crescimento da economia, maior do que a do crescimento da população, é geralmente muito mais debatida no Brasil. Dadas as dificuldades que se colocam para o crescimento acelerado de qualquer economia, durante muito tempo se sugeriu que o problema da pobreza no Brasil poderia ser enfrentado pela via do controle de natalidade. Embora esse argumento, ainda hoje, encontre algum eco fora dos meios acadêmicos, todas as evidências empíricas disponíveis rejeitam a viabilidade da erradicação da pobreza por meio da redução no ritmo de reprodução da população. Acerca do texto acima, julgue os itens a seguir. 1. O texto, apesar de falar em “argumentação”, é predominantemente descritivo, uma vez que apresenta os contornos e as características da parte da população brasileira considerada “pobre”. 2. No primeiro parágrafo, a ideia central pode ser resumida da seguinte forma: é necessário dar bens de subsistência para quem já se encontra em situação de miséria extrema. 3. Do segundo ao quinto parágrafos, é apresentada, entre distintas acepções de pobreza, a que será adotada pelo autor e mediante a qual devem ser entendidas as suas ideias. 4. Nos parágrafos sexto e sétimo, o autor associa a pobreza, fundamentalmente, a aspectos econômicos e financeiros, argumentando que, para saná-la, é imperioso elevar a renda per capita. 5. No último parágrafo, a proposta de diminuição da taxa demográfica de pobres, com o estímulo ao controle e à redução da natalidade, é defendida pelo autor. 6. Além de ser correta, a substituição do termo “despendida” (2º parágrafo) por dispendida não altera o sentido do texto. 7. Em “a metade da população brasileira possa ser considerada pobre. Essa é uma definição forte” (3º parágrafo), há quatro substantivos abstratos determinados por quatro adjetivos. 8. A união entre as orações existentes no trecho “que a existência desse tipo de pobreza é socialmente inaceitável e, portanto, que desejamos erradicá-la o quanto antes” (4º parágrafo) dá-se por processo de coordenação. 9. O emprego do itálico em “per capita” (7º parágrafo) justifica-se por se tratar de uma expressão estrangeira que significa, no contexto, em língua portuguesa, por cabeça ou por pessoa. 10. No último parágrafo do texto, “acadêmicos” e “evidências” recebem acento pelo mesmo motivo. Os itens subsequentes são reescrituras adaptadas de partes de textos extraídos de UnB. Julgue-os quanto a acentuação gráfica, emprego do sinal indicativo de crase, concordância, regência e pontuação. 11. Políticas de controle da natalidade não são uma solução viável, não só porque violam a liberdade das famílias de decidir seu tamanho, mas, também, porque causam um vazio geracional que, futuramente, poderá ter diversos impactos negativos para a sociedade. 12. O crescimento da economia parece ser uma proposta mais tentadora: crescer aumenta a quantidade de recursos disponíveis e, se os resultados desse crescimento forem distribuídos a todos, a tendência é de que a pobreza seja reduzida. 13. Se o problema da pobreza é, majoritariamente, uma questão de desigualdade e de desequilíbrio, estratégias de erradicação da miséria devem ser formuladas, levando em conta as causas de tais divergências. 14. Visando a formação de novas mentalidades, abertas permanentemente as modificações que ocorrem na sociedade, é necessário um constante diálogo das instituições jurídicas do país com as universidades afim do proveito de ambas, e consequentemente, da sociedade brasileira. 15. O momento atual, a despeito do que muitos afirmam, revela-se uma oportunidade impar para uma reflexão à respeito do funcionamento da administração pública e acerca das funções a serem desempenhadas pela sociedade no estado democrático de direito. Não há dúvida de que, no início do século XXI, os Estados Unidos da América chegaram mais perto do que nunca da possibilidade de constituição de um “império mundial”. Mas, se o mundo chegasse a esse ponto e constituísse um império global, isso significaria — ao mesmo tempo e por definição — o fim do sistema político interestatal. E o mais provável, do ponto de vista econômico, é que tal transformação viesse a significar também o fim do capitalismo. Em uma linguagem mais próxima da física e da termodinâmica do que da dialética hegeliana, pode-se dizer que a expansão do poder global na direção do império mundial é, ao mesmo tempo, uma força que levaria o sistema mundial à entropia, ao provocar sua homogeneização interna e o desaparecimento das hierarquias e conflitos responsáveis pelo dinamismo e pela ordem do próprio sistema. Em relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem. 16. O emprego da preposição “de” em “Não há dúvida de que” justifica-se pela regência da forma verbal “há”. 17. Como na sequência há um complemento oracional, a omissão da preposição “de” em “Não há dúvida de que” também estaria de acordo com as exigências da norma escrita culta. 18. Como o primeiro período do texto apresenta idéia relativa a um único país, o emprego do verbo chegar no singular — chegou — estaria de acordo com as exigências de concordância da norma escrita culta, sem necessidade de outras alterações no texto. 19. Mantêm-se a correção gramatical do período e as informações originais do texto ao se eliminar a palavra sublinhada em “mais perto do que nunca” 20. O emprego do futuro do pretérito em “significaria” é decorrente do emprego de estrutura antecedente que tem valor condicional, formada por verbo no imperfeito do subjuntivo. 21. Pelos sentidos do texto, é correto inferir que a palavra “entropia” está sendo empregada com o significado de equilíbrio, organização. 22. Para o trecho “que levaria (...) à entropia”, a crase se justifica pela regência do verbo levar. 23. Infere-se das informações e dos sentidos do texto que o dinamismo e a ordem do sistema político interestatal em vigor atualmente no mundo podem prescindir de hierarquias e conflitos. Quase todas as grandes potências já foram colonialistas e anticolonialistas, pacifistas e belicistas, liberais e mercantilistas, e quase todas elas, além disso, já mudaram de posição várias vezes ao longo da história. Nesse contexto, as previsões, liberais ou marxistas, do fim dos estados ou das economias nacionais, ou mesmo da formação de algum tipo de federação cosmopolita e pacífica, são utopias, com toda a dignidade das utopias que partem de argumentos éticos e expectativas generosas, mas são ideias ou projetos que não têm nenhum apoio objetivo na análise da lógica e da história passada do sistema mundial. Apesar de tudo isso, é possível identificar através da história a existência de forças que atuam na direção contrária do poder global e do império mundial. Forças que impediram — até agora — que esse processo de centralização do poder chegasse até o seu limite imperial, o que provocaria a dissolução do sistema político e econômico mundial. Com referência às ideias e estruturas do texto acima, julgue os itens a seguir. 24. A expressão “Nesse contexto” é um elemento de coesão textual, pois retoma de forma sintética todas as informações do período anterior. 25. A inserção de uma vírgula logo após a expressão “dignidade das utopias” mantém as mesmas relações sintáticas e a informação original do período. 26. Pelas informações do texto, estaria gramaticalmente correta e de acordo com as ideias do texto a substituição do trecho “expectativas generosas, mas são ideias” por: expectativas generosas. Entretanto, essas previsões são ideias. 27. Pela presença das preposições, é correto afirmar que os elementos “da lógica”, “da história passada” e “do sistema mundial” têm a mesma função sintática no período, pois complementam a palavra “análise”. 28. Mantém-se a ênfase da afirmação, sem prejuízo para a correção gramatical do período, se as duas ocorrências da forma “do” forem substituídas por em relação ao. 29. No início do último período do texto, substituir “Forças” por São essas forças constitui alternativa gramaticalmente incorreta para o período, porque prejudica a coesão textual. 30. O emprego do futuro do pretérito em “provocaria” justifica-se pelo emprego do subjuntivo em “chegasse” e admite como gramaticalmente correta a substituição pela forma teria provocado ou por iria provocar. A responsabilidade política do Poder Judiciário no MERCOSUL é nítida nesta quadra. Precisamos, portanto, com absoluta transparência, discutir e verificar como as nossas instituições jurídicas estão desenhadas. A justiça brasileira ainda está presa às concepções autonômicas do século XIX, e, por isso, o tratado internacional tem sido considerado norma de natureza ordinária, e, consequentemente, é sujeito à modificação, à revogação e à alteração por qualquer legislação ordinária, sem qualquer audiência dos organismos internacionais e dos países que foram co-participantes da elaboração de um tratado, seja ele de qualquer natureza: comercial, civil, tributária. Internet: . Acerca do texto acima, julgue os itens seguintes. 31. Na expressão “presa às concepções”, estaria gramaticalmente correta a preferência pela estrutura presa a concepções, em que é omitido o artigo feminino plural, com a permanência da preposição 32. Os 3 últimos sinais indicativos de crase têm justificativas diferentes, e dois deles podem ser omitidos sem prejuízo para a correção gramatical do período. Considerando que os fragmentos incluídos nos itens seguintes, na ordem em que estão apresentados, são partes sucessivas de um texto, julgue-os quanto à correção gramatical. 33. Uma das causas do congestionamento do sistema judiciário reside na legislação processual que, de tão ultrapassada, enseja recursos inimagináveis em qualquer outro sistema. 34. A multiplicidade de manifestações de insurgência contra toda e qualquer disposição judicial, com invocação das garantias constitucionais de ampla defesa e devido processo, fazem com que o exame do mérito das causas seja adiado quase que indefinidamente. 35. Sucede-se na comarca os juízes e nos tribunais os relatores de modo que, sobre uma única demanda, várias gerações de magistrados se devam debruçar, reiniciando — como se espera — o estudo do feito desde sua página inicial. GABARITO 1. E 2. C 3. C 4. E 5. E 6. E 7. E 8. C 9. C 10. E 11. C 12. C 13. C 14. E 15. E 16. E 17. C 18. E 19. C 20. C 21. E 22. C 23. E 24. C 25. E 26. C 27. E 28. C 29. E 30. C 31. C 32. E 33. C 34. E 35. E

2 de março de 2014

Sorria!!!!!!!!!!!!!!


Sorria "Sorria! Mas não se esconda atrás desse sorriso. Mostre aquilo que você é, sem medo. Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa. Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos. Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome! Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz. Procure o que há de bom em tudo e em todos. Não faça dos defeitos uma distância, e sim, uma aproximação. Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver. Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove. Olhe, olhe a sua volta, quantos amigos... Você já tornou alguém feliz hoje? Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo? Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você. Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga. Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela. Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você. Ouça! Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante. Suba! Faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo, Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida. Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você. Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar. Você... não vá embora! Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe." Charles Chaplin

A vida é muito para ser insignificante

A vida é muito para ser insignificante - Charles Chaplin


Já perdoei erros quase imperdoáveis,
Tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
Já dei risada quando não podia,
Já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado,
Já fui amado e não soube amar.



Já gritei e pulei de tanta felicidade,
Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,

Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e......tive medo de perder alguém especial
(e acabei perdendo) Mas sobrevivi!

E ainda vivo!
Não passo pela vida...
e você também não deveria passar. Viva!

Bom mesmo é ir a luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
e A VIDA É MUITO para ser insignificante
"

1 de março de 2014

Tema de redação concurso caixa federal - cespe

 

Um software que vem sendo construído há dois anos por estudantes de pós-graduação da Universidade de São Paulo vai permitir a identificação, em cada bairro, das oportunidades de aprendizagem. É uma espécie de GPS educativo. Seu objetivo é localizar os cursos profissionalizantes existentes, passando pela lista de filmes, peças teatrais, concertos, palestras, 
exposições, até oficinas de origami, aulas para a formação de DJs e clínicas de saúde física e mental. Isso significa, por exemplo, que um pai vai poder encontrar, na rede pública, alguém para tratar seu filho com hiperatividade ou distúrbio de atenção, e um professor vai poder encaminhar um aluno a centros especializados em tratamento para dependentes de drogas.
 
 
A partir do texto acima, e considerando que ele é meramente motivador, redija texto dissertativo a 
respeito do seguinte tema. 
 
INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS A SERVIÇO DA CIDADANIA
 
Ao redigir seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos: 
 
◈ o mundo contemporâneo na era da informação e do conhecimento; 
◈ ciência e tecnologia como instrumentos de afirmação da cidadania; 
◈ as tecnologias da informação e suas múltiplas formas de utilização.

Dicas de como realizar a prova do concurso caixa CESPE

RedaçãoOutro macete dado pelos professores foi sobre a redação. É preciso que o aluno, assim que abrir a prova, analise logo o tema proposto para ir desenvolvendo aos poucos, além deixar um tempo reservado para a execução da mesma.

A parte objetiva você tem no roteiro, mais ou menos, o que vai cair, mas a redação não tem isso, só diz que vai ser em cima de tópicos relevantes. As pessoas costumam apostar no óbvio, o que é um erro. O tema da redação é sempre dentro de um conteúdo específico, só que não é uma questão aberta a qual você escreve sobre tudo que você leu, precisa fazer uma relação com um assunto da atualidade. É uma dissertação, é preciso argumentar em cima do assunto. Lógico que tem a parte teórica, mas tem que existir a sua impressão com relação ao conteúdo. As pessoas confundem, aí dão aquela resposta decorada, do livro parafraseando o autor da informação, quando a ideia é aproveitar o assunto e fazer a relação de forma argumentativa para mostrar que realmente entendeu o conteúdo.

Escrever. As pessoas acreditam que só vão fazer a redação no dia, porque flui na hora. Só que, quanto mais você escreve, mais você tem facilidade de desenvolver seus argumentos. Assim que abrir a prova, faça um rascunho e vá para a prova objetiva, pois existe uma quantidade de horas para fazer a prova e é necessário já ter uma base de como fazer a redação. Às vezes, quando você está lendo o conteúdo, você lembra e consegue desenvolver um pensamento, mas na redação é você que tem que resolver. Dedique uma hora, pelo menos, para fazer a redação e preocupe-se também com a questão gramatical, porque a revisão é muito apegada a isso. As pessoas se preocupam com o que escrever e se esquecem de como escrever. Reveja sua caligrafia, ortografia, tem que estar tudo gramaticalmente correto.

Por fim, a necessidade de estudar provas de concursos anteriores para entender o estilo de prova da instituição realizadora, aos concurseiros responder primeiro as disciplinas de maior peso.

Vai estar com a mente mais tranquila para não arriscar em outras. Essa prova não avalia quem sabe mais, avalia quem vacila menos. Atenção é muito importante. Se você não entendeu a pergunta, leia duas vezes, mas não leia a terceira, porque isso te trava. Procure começar pelas disciplinas que você tem mais afinidade, sem deixar de dar importância ao peso, isso vai fazer com que você responda o resto mais tranquilo. Só não leia rápido, sob pressão, pois com isso não se consegue desenvolver nada
.

Redação - caixa

A prova de redação também merece um cuidado especial. Em regra, tem caráter eliminatório e pode frustrar a aprovação do candidato se ele tiver uma escrita ruim. O texto deve ser simples, claro e informativo, avaliando a capacidade de comunicação. Não é aconselhável que o candidato desenvolva ideias muito radicais e nem escreva palavras sem a certeza de estarem ortograficamente corretas. O recomendável é uma redação com quatro parágrafos: um de introdução ao tema, dois de desenvolvimento e o último de conclusão

Concurso CESPE - concordância verbal II - casos mais difíceis

Caso Usa-se singular Usa-se plural Uso facultativo
Verbo antes de sujeito composto     Renunciou/Renunciaram o presidente e os ministros. (prefira o plural)
Núcleos em gradaçãopara enfatizar o último termo: Em Roma, um dia, um mês, um ano passa voando.para enfatizar todos os termos: Em Roma, um dia, um mês, um ano passam voando.  
Núcleos resumidos por "tudo", "nada", "ninguém", "nenhum" Visitas, presentes, amigos, nada o tirava da apatia.    
Quem Não foram eles quem sujou a parede.   Pode ocorrer a concordância com o termo antecedente (construção popular): Não foram eles quem sujaram a parede.
Queprecedido por singular: Não foi ele que sujou a paredeprecedido por plural: Não foram eles que sujaram a parede.  
Pronomes de tratamento/Vossa (s) Vossa Excelência está cansado? Vossas Excelências estão cansados?  
Infinitivosinfinitivos genéricos: Nadar e correr faz bem à saúde.determinados ou expressando ideias opostas: Rir e chorar fazem parte da vida; O comer e o dormir são necessários.  
Plurais aparentes (nomes próprios de países, Estados, cidades, acidentes geográficos, empresas)sem artigo ou com artigo no singular: O Amazonas nasce no Peru; Minas Gerais produziu grandes escritores no século 20.com artigo no plural: Os Estados Unidos assinaram o acordo; As Casas Bahia fundiram-se com o Grupo Pão de Açúcar.  
Plurais aparentes (nomes de obras literárias)sem artigo: "Suspiros Poéticos e Saudades" marca o início do romantismo no Brasil.com artigo no plural: "Os Lusíadas" representam um marco na literatura.com artigo no plural e verbo "ser": "Os Lusíadas" é/são uma obra-prima.
Verbo associado à palavra "se"transitivo indireto fica invariável: Trata-se de novo produto; Precisa-se de secretárias.na voz passiva, concorda com o sujeito: Vendem-se casas.  
Pronome relativo precedido de plural   A maioria dos soldados que estavam no quartel ouviu a notícia.  

Concordância verbal - Concurso CESPE - casos mais difíceis

Caso Usa-se singular Usa-se plural Uso facultativo
Coletivosnão especificados: Um bando invadiu a sala.  especificados por termo no plural: Um bando de cães invadiu/invadiram a sala. (prefira o singular)
A maioria, boa parte, a maior parte, metade, o grossonão especificados: A maioria aprovou; Grande parte viajou para o norte.  especificados: A maioria dos peixes morreu/morreram. (prefira o singular) com verbo de ligação (ser, estar, etc.): A maioria dos índios estava nua/ estavam nus. (prefira o plural)
1 milhão de, 1,2 milhão de, 1,99 milhão de     1 milhão de paulistas deixou/deixaram o Estado. (prefira o plural)
A maioria dos que, boa parte das que  o verbo depois de "dos que" vai para o plural: A maioria dos alunos que foram reprovados achou a prova difícil.  
Cada um Cada um tinha dois filhos.    
Um dos que   Ele foi um dos que mais lutaram pela paz.  
Um e outro   Um e outro chegaram cedo; Um e outro aluno saíram. Eventualmente se emprega o singular.
Nem um nem outro Nem um nem outro esteve lá.   Já se emprega o plural também.
Um ou outro Um ou outro o receberá.    
Núcleos ligados por "ou"se houver exclusão: O Flamengo ou o Vasco ganhará o jogo.sem exclusão: O aluno ou o professor podem fazer a inscrição.  
Nem repetido     Nem fulano nem beltrano chegou/chegaram a tempo. (prefira o plural)
Compara enfatizar o núcleo: O presidente, com seus aliados, venceu.quando "com" se equipara a "e": O general com seus oficiais tomaram a cidade.  
Não só...mas também tanto...como assim... como   Não só ele mas também seu pai ficaram feridos.

Tema de redação - Ruyzão

Qual será o legado da Copa do Mundo para o Brasil?

"A Copa será uma grande oportunidade para acelerar o crescimento e fundamental para o desenvolvimento do nosso Brasil", disse, em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dando o tom da grande expectativa sobre o papel que o torneio poderia ter no país. De lá para cá, muito se falou e tem se falado sobre o que a Copa do Mundo iria legar ou deixar ao Brasil, como você pode ver pelos textos apresentados na coletânea a seguir, que trazem reflexões diferentes sobre o que se poderia chamar de "o legado da Copa". Isso sem falar nos que não acreditam em nenhum legado e protestam contra os gastos para a realização do campeonato. Considerando os textos abaixo, bem como seus próprios conhecimentos sobre o assunto, produza um texto dissertativo-argumentativo apresentando qual, em seu ponto de vista, será o legado que o Brasil vai receber com esse evento esportivo.

Elabore uma dissertação considerando as ideias a seguir:

  • Valter Campanato/ABr A presidente Dilma Rousseff e o governador do Distrito Federal batem bola na inauguração do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha

Reta final

A menos de cinco meses da Copa do Mundo, o Brasil entra na reta final dos preparativos. Apesar de não ter desenvolvido um plano de infraestrutura capaz de beneficiar todas as cidades-sede da forma como parte da população esperava, haverá ganhos segundo as avaliações do Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco) e do Ministério do Esporte.
Para o governo federal, até a frustração com os legados das obras resultaram em algo positivo, já que as manifestações ocorridas durante a Copa das Confederações foram apontadas como a retomada do exercício de cidadania pelos brasileiros.
“Essas manifestações fizeram da mobilidade urbana a pauta da década e o grande desafio para dar qualidade de vida às cidades brasileiras. E isso já chegou [aos ouvidos] do governo federal”, disse à Agência Brasil o vice-presidente do Sinaenco, João Alberto Viol. Ele acrescentou que a decisão de fazer a Copa do Mundo no Brasil, possibilitou a discussão dos problemas do país.

Escolas e hospitais

"A Copa será uma grande oportunidade para acelerar o crescimento e fundamental para o desenvolvimento do nosso Brasil", disse, em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dando o tom da grande expectativa sobre o papel que o torneio em junho/julho de 2014 poderia ter no país.
Mas a visão de que o evento possa estimular o crescimento ou o desenvolvimento de um país é questionada pelos autores de um livro que analisa o futebol em números e fala sobre o impacto de grandes eventos esportivos sobre a economia de nações que as sediaram.
"A ideia de que a Copa vai impulsionar a economia é um mito", disse à BBC Brasil o jornalista britânico Simon Kuper, autor de Soccernomics, escrito em parceria com o economista britânico Stefan Szymanski.
"Sediar uma Copa do Mundo não traz nenhum legado econômico. Se você quer impulsionar a economia com o dinheiro do povo, que paga impostos, é melhor investir em escolas e hospitais", disse Kuper.

Copa das Copas

No Ministério do Esporte, há uma percepção de que as seguidas críticas sofridas pelo Mundial são responsáveis pela queda na aprovação [da Copa pela população brasileira], embora se ressalte que a maioria ainda apoia o evento. Ainda há uma aposta de que o quadro pode ser revertido com obras entregues próximo ao evento.
Só que a presidente da República, Dilma Rousseff, já abandonou o discurso de legado da Copa. Na segunda-feira, não conectou o Mundial ao desenvolvimento, concentrando-se em alegria e esporte.
“Eu queria dizer para vocês que a Copa não será apenas um evento esportivo. Será um evento esportivo, sim, esse é o principal aspecto da Copa, mas também é uma oportunidade do Brasil se mostrar ao mundo, mostrar a força e a vitalidade da nação brasileira'', afirmou ela, que chama o evento de Copa das Copas”.

Observações

Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
Deve ter uma estrutura dissertativa-argumentativa;
Não deve estar redigido sob a forma de poema (versos) ou narração;
A redação deve ter no mínimo 25 e no máximo 30 linhas escritas;
Não deixe de dar um titulo à sua redação.