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11 de dezembro de 2016

CONJUNÇÕES CONDICIONAIS - CASO - SE

QUARTA PROVA TERCEIRÃO - REVISÃO


  • Questão 1
    (ENEM)
    O uso do pronome átono no início das frases é destacado por um poeta e por um gramático nos textos abaixo.
    Pronominais

    Dê-me um cigarro
    Diz a gramática
    Do professor e do aluno
    E do mulato sabido
    Mas o bom negro e o bom branco
    Da Nação Brasileira
    Dizem todos os dias
    Deixa disso camarada
    Me dá um cigarro.
    (ANDRADE, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural, 1988.)
    “Iniciar a frase com pronome átono só é lícito na conversação familiar, despreocupada, ou na língua escrita quando se deseja reproduzir a fala dos personagens (...)”.
    (CEGALLA. Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Nacional, 1980.)
    Comparando a explicação dada pelos autores sobre essa regra, pode-se afirmar que ambos:
    a) Condenam essa regra gramatical.
    b) Acreditam que apenas os esclarecidos sabem essa regra.
    c) Criticam a presença de regras na gramática.
    d) Afirmam que não há regras para uso de pronomes.
    e) Relativizam essa regra gramatical.


  • Questão 2
    (UFSM-RS)
    Uma revista utilizou em sua capa a seguinte frase, típica da linguagem coloquial:
    “Me aqueça neste inverno”.
    Nessa frase, a colocação pronominal está em desacordo com a norma culta, que estabelece: “É proibido iniciar período com pronome oblíquo”.
    Se forem feitas alterações na estrutura da frase, qual delas estará também em desacordo com a norma culta?
    a) Quero que me aqueça neste inverno.
    b) É preciso que me aqueça neste inverno.
    c) Quando me aquecerá neste inverno?
    d) Aquecer-me-á no inverno?
    e) Não aqueça-me neste inverno. 


  • Questão 3
    Assinale a alternativa que apresenta um erro de colocação pronominal:
    a) Alguns alunos fizeram a lição, outros se fizeram de desentendidos.
    b) Contar-lhe-emos toda a verdade sobre o assunto.
    c) Me perdi porque anotei seu endereço de maneira errada!
    d) Por favor, peça-lhe que venha ao meu escritório.
    e) Nunca se queixou dos problemas, era resignado e otiMISTA.

  • Questão 4
    Sobre a colocação pronominal estão corretas as seguintes proposições:
    I. Diante de pronomes relativos, que, quem, qual, onde etc., o uso da próclise é facultativo.
    II. Diante das conjunções subordinativas que, como, embora etc., o uso da próclise é obrigatório.
    III. Quando o verbo não inicia a oração e quando o verbo estiver no infinitivo não flexionado precedido de palavra negativa ou de preposição, pode-se usar, indiferentemente, próclise ou ênclise.
    IV. A eufonia, isto é, a agradabilidade sonora da frase, não exerce influência sobre os fatores que regem a colocação pronominal.
    V. A mesóclise só é obrigatória quando se combinam dois fatores: verbo no futuro iniciando a oração e ausência de palavra atrativa exigindo próclise.
    a) II, III e V.
    b) I e IV.
    c) II, IV e V.
    d) III e IV.
    e) Todas estão corretas.

Respostas

  • Resposta Questão 1
    Alternativa “e”. Os autores relativizam a regra, pois admitem que, em determinadas situações, é possível não obedecê-la. Ambos não criticam a regra, apenas descrevem situações em que ocorrem as exceções, observadas, principalmente, na linguagem informal.
    voltar a questão

  • Resposta Questão 2
    Alternativa “e”. Entre os principais fatores que obrigam o uso da próclise estão as palavras negativas não, nada, nunca, nem etc.
    voltar a questão

  • Resposta Questão 3
    Alternativa “c”. A ênclise é obrigatória quando o verbo inicia a oração. Portanto, a frase correta seria: Perdi-me porque anotei seu endereço de maneira errada!
    voltar a questão

  • Resposta Questão 4
    Alternativa “a”. Diante de pronomes relativos, que, quem, qual, onde etc., o uso da próclise é obrigatório; na prática da língua, a colocação dos pronomes átonos é determinada pela eufonia.

QUARTA PROVA TERCEIRÃO - REVISÃO

Assistir à televisão era algo especial, a começar pelo
 
manuseio do aparelho. Frequentemente apenas uma pessoa −
 
no geral, um adulto − era competente para ligá-lo e regular a
 
imagem. As crianças constituíam, desde o início, um segmento
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importante do público, mas ainda lhes era imposta certa dis-
 
tância do aparelho.
 
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio so-
 
cial à família. Mais que isso: a casa se tornava um centro de
 
atração e convivência para a vizinhança. Por isso, o público-
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alvo incluía os televizinhos.
 
Havia ainda um misto de respeito e estranhamento
 
diante da caixa mágica e de seus mistérios. A posse do objeto
 
que traz as imagens para dentro de casa significava uma pos-
 
tura “moderna”, uma atitude desinibida diante da nova tecnolo-
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gia.
 
Antes do videoteipe (VT), a teledramaturgia transporta-
 
va uma carga de emoção que era única, semelhante à tensão
 
típica de um espetáculo teatral. O público recebia inconscien-
 
temente essa carga e participava de algum modo dela. Se para
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Aracy Cardoso o uso do VT permite sobretudo ao ator se ver e
 
corrigir a interpretação, Roberto de Cleto enfatiza que a intro-
 
dução do videoteipe prejudicou a interpretação: perdia-se uma
 
certa eletricidade que emanava da interpretação ao vivo. A
 
energia que vibrava da vontade “de se fazer bem e certo, ao
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vivo” não estava mais presente.
 
As cartas dos leitores de revistas especializadas da
 
época revelam que o público se propunha a participar ativa-
 
mente no desenvolvimento do novo meio. Ele exercia a crítica
 
com a intenção de modificar o que lhe era apresentado: a pro-
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gramação, a escolha dos atores, a composição dos cenários. 

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Considerados os necessários ajustes, a substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente foi realizada de modo correto em:

Revisão terceirão

Imagem 001.jpg
Quanto às normas de colocação pronominal, é correto afirmar que, no enunciado agora se reivindica uma escola capaz de extrapolar a mera transmissão de conteúdos (linhas 22-23), a próclise justifica-se pelo(pela)
  • RESPOSTA LETRA B -AGORA ADVÉRBIO É PALAVRA ATRATIVA.

8 de dezembro de 2016

PROPOSTA DE REDAÇÃO ENEM SEGUNDA EDIÇÃO - O QUE DEVERIAM ESCREVER


O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2016, teve uma edição a mais: além da edição anual e da edição destinada aos jovens e adultos que estão privados de liberdade – Enem PPL (que ainda será realizada) – houve uma segunda edição no último final de semana, dias 03 e 04 de dezembro, para os candidatos que fariam a edição normal em novembro nas escolas ocupadas por estudantes contrários à reforma do Ensino Médio.
A segunda edição do Enem 2016 foi realizada obedecendo a mesma estrutura das demais edições do exame e, sendo assim, no segundo dia de provas, ou seja, no domingo, houve a aplicação da prova de redação, cujo tema foi “Caminhos para combater o racismo no Brasil“.
Assim que este tema foi divulgado nas redes sociais pelo Ministério da Educação (MEC), muitos candidatos que prestaram a primeira edição do Enem 2016 reclamaram de injustiça por parte do exame, pois consideraram este tema mais fácil do que “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil“. Porém, é importante salientar que é no mínimo prematuro fazer tal julgamento sem conhecer a proposta de redação no seu todo, isto é, a coletânea de textos motivadores e, consequentemente, o recorte temático, os quais iremos analisar neste texto.
Ao compararmos os dois temas, a estrutura linguística é idêntica, trocando, apenas, o foco (racismo x intolerância religiosa); ambos também focam minorias, já que a população negra, apesar de ser maioria quantitativa no Brasil, é uma minoria social, assim como os adeptos de religiões de matriz africana e os não-cristãos, algo que relacionamos, inclusive, no texto que analisou o tema da redação da primeira edição do Enem 2016 (veja).
Neste sentido, os candidatos das duas edições que não conhecem os temas de redação a fundo, os negaram de alguma forma ou os relativizaram não se saíram bem. Por isso não é tão importante tentar adivinhar qual será o tema de uma prova de produção escrita, pois tem de estar preparado para escrever sobre qualquer tema.
Partindo, neste momento, para a análise do tema de redação “Caminhos para combater o racismo no Brasil”, a coletânea de textos motivadores é formada por quatro textos, sendo um deles um texto informativo com linguagem verbal e não-verbal.
O primeiro texto fonte é do antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro, uma das vozes mais ressoantes no que diz respeito à formação social da população brasileira. O trecho de seu texto usado na proposta de redação conecta as consequências da assinatura da abolição da escravatura no Brasil com à marginalização do negro na sociedade nos anos 1990; apesar do tempo de publicação, podemos afirmar que, em 2016, a realidade do negro, no Brasil, pouco mudou, infelizmente.
Segundo Darcy Ribeiro, depois da Lei Áurea, o negro continuou sendo considerado um subproletariado, ou seja, um trabalhador submetido aos demais, inferiorizado e ligado ao seu antigo papel, o de escravo, o de mercadoria, o de animal, o que tem consequências até hoje, que podem ser resumidas na marginalização dos homens negros e mulheres negras brasileiros, entre os quais as taxas de analfabetismo são maiores, as taxas de mortalidade e criminalidade, já que a população carcerária no Brasil, em sua maioria, é negra, além dos índices de jovens negros que morrem por meios violentos, como assassinatos.
Além disso, ao ler tal excerto, o candidato deveria se lembrar de aspectos que Darcy Ribeiro não menciona neste texto, mas que é de conhecimento geral: negros ganham menos do que brancos, mulheres negras sofrem mais machismo do que as brancas, os negros têm mais dificuldade do que os brancos em relação ao acesso ao ensino universitário, a violência da polícia militar cai mais sobre o jovem negro, dentre outras questões.
Para o autor, trata-se de um fracasso da sociedade brasileira que não conseguiu atingir a tal sonhada democracia racial na qual o negro seria um cidadão indiferenciado dos demais, isto é, com as mesmas condições sociais.
O segundo texto fonte, por sua vez, trata, por meio da legislação, do crime do racismo, da discriminação ou preconceito por raça, etnia, cor, religião ou origem. Cientificamente falando, o termo “raça” é equivocado, pois só existe uma raça de pessoas: a raça humana. O que existem são diferentes tons e cores de pele, devido à miscigenação e à concentração de melanina, e as etnias, que nada mais são do que o conjunto de questões de cor, de pele e de cultura. No caso da etnia negra, além da cor negra da pele, refere-se à cultura negra que engloba música, religião, culinária, vestimentas, tradições, costumes, línguas e dialetos etc.
Terceiro Texto Motivador da Redação do Enem 2016 Segunda aplicação.
Texto III da Redação do Enem 2016 (2ª Edição).
Portanto, discriminar alguém por conta da sua cor de pele ou etnia é crime no Brasil e o terceiro texto motivador diferencia injúria racial de racismo. De acordo com a lei brasileira, a injúria racial acontece quando a honra de alguém é ofendida com xingamentos relacionados à sua cor, etnia, religião (casos de intolerância religiosa) e origem (xenofobia); já o racismo ocorre quando há uma conduta discriminatória dirigida a determinados grupos, como por exemplo, separar negros e brancos.
Ambos os crimes, apesar de serem tecnicamente diferentes, são oriundos dos preconceitos em relação aos negros, que têm origem na época da escravidão no Brasil. O racismo, a injúria racial e a marginalização do povo negro são legados da escravidão, tema, inclusive, da proposta de redação do vestibular da Unesp 2016.
Finalmente, o quarto texto motivador, traz para o candidato um exemplo de proposta de intervenção social: as ações afirmativas. Tratam-se de políticas públicas que têm como objetivo corrigir injustiças e desigualdades raciais e sociais, acumuladas ao longo dos anos. Como exemplo, podemos citar as cotas raciais em vestibulares, tema alvo de muita polêmica, inclusive.
Nesse sentido, o candidato que criticou tais ações afirmativas, como as cotas, foi contra ao recorte temático da proposta de redação. Acreditamos que ponderá-las, trabalhá-las mais a fundo é uma estratégia interessante, mas quem afirmou que eles não resolvem o problema ou que são discriminatórias, discordou do recorte temático da prova de produção escrita.
Portanto, neste viés, o candidato que relativizou o tema, dizendo que há um exagero ao afirmar que existe racismo no Brasil, no mínimo, tangenciou o tema, assim como os que desenvolveram o tema fora do âmbito brasileiro. Já aqueles que afirmaram que os negros se fazem de coitados ou de vítimas, que “mamam nas tetas do governo” ou qualquer outro absurdo como este, fugiu completamente do tema, tendo sua dissertação-argumentativa anulada.
Por outro lado, o candidato que acessou seus conhecimentos de História do Brasil, trabalhando com o que houve com a maioria dos ex-escravos brasileiros (formação dos cortiços e das favelas nas periferias das cidades, sem acesso à água encanada e eletricidade, desemprego etc.) e relacionou tais fatos com a marginalização atual do negro, ligando com questões econômicas e sociais (menores salários, machismo, violência dentre outras) e que, na conclusão, propôs caminhos como mais ações afirmativas que visam erradicar a desigualdade étnica e social no Brasil, respeitando os Direitos Humanos, sem incitar a violência, alcançou o objetivo desta proposta de redação.
Finalizando, este tema é de suma importância, pois, infelizmente, o Brasil é um país racista que discrimina seu semelhante devido à sua triste história e à sua concentração de melanina. Os brancos podem até imaginar, mas nunca saberão, na pele, de verdade, o que é ser alvo de racismo; é muito falar que tudo hoje é racismo, alegando que há um exagero. E se fosse você? Empatia e respeito não custam nada. Parabéns ao Enem por este tema!

5 de dezembro de 2016

ENEM - 2017


O Ministério da Educação (MEC) fará um consulta pública, provavelmente em janeiro do ano que vem, para coletar opiniões da população sobre prováveis mudanças que devem ser implementadas no Enem 2017 e também de 2018.
O anúncio foi feito por representantes do ministério e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) na noite deste domingo (04), em entrevista coletiva concedida em Brasília após a segunda aplicação das provas do Enem 2016.
Entre possíveis sugestões que podem ser consideradas na pauta de discussão, podemos ter a realização de somente um dia de provas ao invés de dois, além da exclusão da Redação.
Apesar dos rumores apontarem para as alterações citadas, o ministro da educação Mendonça Filho disse que não quer “antecipar nenhuma decisão” e que ainda não é possível prever o que de fato será debatido na consulta:
Não temos ainda quadro de perguntas que podem ser feitas, que podem nortear o caminho a ser discutido. A temática não pode ser tão abrangente que termine virando algo difícil de coletar por aqueles que participam do Enem.
Ainda de acordo com ele, a ideia é promover um debate de forma democrática, que permita aos próprios estudantes que prestarão o exame nacional participar e opinar de acordo com suas expectativas e interesses.
Vale lembrar, por fim, que recentemente a presidente do Inep, Maria Ines Fini, adiantou que Enem pode deixar de ser usado para certificação do ensino médio e também para candidatos treineiros . Além disso, ela também confirmou que o resultado do exame continuará sendo usado por programas de acesso ao ensino superior, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade Para Todos (Prouni), entre outros.
Portanto, é possível que tais assuntos nem entrem na lista que fará parte da chamada pública.

4 de dezembro de 2016

TEMA DE REDAÇÃO UNIJUI - 2017

“Geração triste” foi o tema da redação do vestibular de verão 2017 da Unijuí, cujas provas são aplicadas nesta manhã. O assunto tem como base uma entrevista do psiquiatra Augusto Cury, que fala, por exemplo, da relação entre pais e filhos. A partir do tema, os vestibulandos tiveram que produzir um texto dissertativo. Os candidatos inscritos para os cursos de Educação a Distância fizeram apenas a redação. Já para os cursos presenciais, além da redação, houve questões objetivas.

TEMA DE REDAÇÃO PUC 2017

Na página seguinte, são apresentados três temas.
 Examine-os atentamente, escolha um deles e elabore um texto dissertativo com 25 a 30 linhas, no qual você exporá suas ideias a respeito do assunto. Ao realizar sua tarefa, tenha presentes os seguintes aspectos: ♦ Você deverá escrever uma dissertação; portanto, mesmo que seu texto possa conter pequenas passagens narrativas ou descritivas, nele deverão predominar suas opiniões sobre o assunto que escolheu. ♦ Você deverá escrever o seu texto de acordo com as novas regras ortográficas. ♦ Evite fórmulas preestabelecidas ao elaborar seu texto. O mais importante é que ele apresente ideias organizadas, apoiadas por argumentos consistentes, e esteja de acordo com a norma culta escrita. ♦ Procure ser original. Não utilize em sua dissertação cópias de textos da prova nem de parágrafos que introduzem os temas. ♦ Antes de passar a limpo, à tinta, na folha definitiva, assinale o tema desenvolvido no campo indicado, na parte superior da folha. ♦ Releia seu texto com atenção e faça os reparos que julgar necessários. ♦ Não é permitido usar corretor líquido. Se cometer algum engano ao passar a limpo, não se preocupe: risque a expressão equivocada e reescreva, deixando claro o que pretende comunicar. ♦ Lembre-se de que não serão considerados:  textos que não desenvolverem um dos temas propostos;  textos redigidos a lápis ou ilegíveis. Boa prova!
 R E D A Ç Ã O PUCRS Concurso Vestibular www.pucrs.br Verão 2017 12 TEMA
 1 Prática de rituais e identidade familiar Os rituais são parte essencial da vida familiar, podendo ser entendidos como hábitos de vida relativamente estruturados e repetitivos, através dos quais os membros de uma família comunicam significados aos níveis manifesto, simbólico e até inconsciente. (...) Apesar do seu caráter universal, os rituais – rotinas, tradições e celebrações – são expressos de forma diferente em cada família, com cada uma descobrindo e construindo os seus, moldando-os à sua imagem. Adaptado de: http://oficinadepsicologia.com/a-importancia-dos-rituais-familiares. Acesso em 07 out. 2016.
 Se você optar por este tema, apresente um ou dois rituais cultivados por sua família que contribuem para o estabelecimento da identidade familiar. Ao dissertar, justifique a relevância desse(s) ritual(ais) para o fortalecimento dos laços entre os membros da família.
 TEMA 2 Casar é “modinha”? O casamento voltou a ficar na moda entre os jovens, conforme revela uma pesquisa feita em 30 países. Mas, afinal, qual a idade para pensar em casamento? Uma pesquisa com 30 mil pessoas, de 60 países, mostra que casar está nos planos de 19% da chamada geração Z, que tem entre 15 e 20 anos, e de 17% da geração Y, que tem de 21 a 34 anos. Adaptado de: http://g1.globo.com/hora1/noticia/2016/01/pesquisa-revela-que-o-casamento-volta-ficar-na-moda-entre-os-jovens.html. Acesso em 06 out. 2016.
 Para desenvolver este tema, você deverá considerar a hipótese de que o aumento da adesão dos jovens ao casamento seja apenas um modismo, manifestando o seu ponto de vista sobre ela. Procure avaliar a realidade ao seu redor, principalmente a forma como se comportam os(as) seus(suas) amigos(as) em relação ao casamento para fundamentar sua argumentação.
TEMA 3 Os rituais religiosos e o homem contemporâneo Qual a situação atual em relação ao aspecto ritualístico das religiões? O religioso praticante toma parte nos vários rituais da sua igreja, e, indubitavelmente, este fato constitui uma das razões mais significativas da sua ida à igreja. Devido ao fato de que existe muito pouca oportunidade para o homem moderno participar em conjunto de ações de devoção, qualquer forma de ritual exerce tremenda atração, mesmo que alienada dos sentimentos e anseios mais significativos da nossa vida diária. Adaptado de: FROMM, Erich. Psicanálise e religião. 3. ed. Rio de Janeiro: Ed. Livro Ibero-americano Ltda., 1966, pp. 125-139. Disponível em: http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=1017#.V8yTNTWPFII. Acesso em 04 set. 2016. Considerando o excerto acima e as características da vida moderna, apresente seu ponto de vista sobre o esvaziamento do real significado dos rituais religiosos que fazem parte da história da humanidade, não importando a crença de origem. Se escolher este tema, analise as causas e as consequências desse esvaziamento e fundamente seu posicionamento com dados da realidade que julgar relevantes para a argumentação. PUCRS Concurso Vestibular www.pucrs.br Verão 2017 13 FOLHA DE RASCUNHO DA REDAÇÃO _________________________________________________ 01_________________________________________________________________________________ 02_________________________________________________________________________________ 03_________________________________________________________________________________ 04_________________________________________________________________________________ 05_________________________________________________________________________________ 06_________________________________________________________________________________ 07_________________________________________________________________________________ 08_________________________________________________________________________________ 09_________________________________________________________________________________ 10_________________________________________________________________________________ 11_________________________________________________________________________________ 12_________________________________________________________________________________ 13_________________________________________________________________________________ 14_________________________________________________________________________________ 15_________________________________________________________________________________ 16_________________________________________________________________________________ 17_________________________________________________________________________________ 18_________________________________________________________________________________ 19_________________________________________________________________________________ 20_________________________________________________________________________________ 21_________________________________________________________________________________ 22_________________________________________________________________________________ 23_________________________________________________________________________________ 24_________________________________________________________________________________ 25_________________________________________________________________________________ 26_________________________________________________________________________________ 27_________________________________________________________________________________ 28_________________________________________________________________________________ 29_________________________________________________________________________________ 30_________________________________________________________________________________

TEMA DE REDAÇÃO ENEM 04/12/2016

Combate ao racismo foi o tema da redação escolhido pelo MEC/Inep (Foto: Reprodução)Combate ao racismo foi o tema da redação escolhido pelo MEC/Inep (Foto: Reprodução)

O tema da redação da segunda aplicação do Enem 2016 é "Caminhos para combater o racismo no Brasil". A informação foi divulgada nas redes sociais pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), no início da tarde deste domingo (4).
De acordo com um estudante que fez a prova neste domingo no Recife, um dos três textos motivadores da prova de redação falava sobe a diferença entre racismo e injúria racial.
A expectativa para descobrir o tema era também dos candidatos que fizeram o Enem de novembro. Na prova aplicada nos dias 5 e 6 do mês passado, a orientação era escrever sobre “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.
Apesar da proximidade dos temas, professores alertam para o fato de que o tema não é apenas "racismo no Brasil", mas sim "os caminhos para combater" esse problema.

"Se o tema é o combate ao racismo, ele tem que dizer que existe uma prática recorrente que ameaça a harmonia da sociedade brasileira."

3 de dezembro de 2016

TEMA DE REDAÇÃO - REVENDO

Elabore sua redação considerando as ideias a seguir:
A questão não é opção religiosa, mas a liberdade de escolha. Qualquer pessoa pode acreditar no que quiser, contanto que deixe a outra livre para fazer o mesmo. Sem constrangimentos. E não é o que está acontecendo. Liberdade religiosa só existe quando não se mistura religião a nada. Nem à política, nem à educação, nem à ciência e nem ao esporte. [André Barcinski – Folha de São Paulo.]
 
A cada três dias, em média, uma denúncia de intolerância religiosa chega à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Entre 2011 e 2014, 504 queixas desse tipo foram relatadas à pasta pelo Disque 100 – canal de denúncias para violações dos direitos humanos, que são repassadas à polícia e ao Ministério Público. O governo federal reconhece que a intolerância religiosa, na prática, tende a ser maior do que aquela denunciada e que cenas como a da menina de 11 anos agredida na semana passada com uma pedrada na cabeça ao sair de um terreiro de candomblé na Vila da Penha, zona norte do Rio, estão longe de ser casos isolados. [Emílio Sant’anna -  Folha de São Paulo]
 
Intolerância religiosa é um termo que descreve a atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças ou crenças religiosas de terceiros. Pode-se constituir uma intolerância ideológica ou política, sendo que, ambas têm sido comuns através da história. A maioria dos grupos religiosos já passou por tal situação numa época ou noutra. Floresce devido à ausência de tolerância religiosa, liberdade de religião e pluralismo religioso.
Perseguição, neste contexto, pode referir-se a prisões ilegais, espancamentos, torturas, execução injustificada, negação de benefícios e de direitos e liberdades civis. Pode também implicar em confisco de bens e destruição de propriedades, ou incitamento ao ódio, entre outras coisas, que são atitudes de grande barbaridade. [Wikipedia] 
 
I - DA LIBERDADE DE RELIGIÃO. A Constituição Federal consagra como direito fundamental a liberdade de religião, prescrevendo que o Brasil é um país laico. Com essa afirmação queremos dizer que, consoante a vigente Constituição Federal, o Estado deve se preocupar em proporcionar a seus cidadãos um clima de perfeita compreensão religiosa, proscrevendo a intolerância e o fanatismo. Deve existir uma divisão muito acentuada entre o Estado e a Igreja (religiões em geral), não podendo existir nenhuma religião oficial, devendo, porém, o Estado prestar proteção e garantia ao livre exercício de todas as religiões. É oportuno que se esclareça que a confessionalidade ou a falta de confessionalidade estatal não é um índice apto a medir o estado de liberdade dos cidadãos de um país. A realidade nos mostra que tanto é possível a existência de um Estado confessional com liberdade religiosa plena (v.g., os Estados nórdicos europeus), como um Estado não confessional com clara hostilidade aos fatos religiosos, o que conduz a uma extrema precariedade da liberdade religiosa (como foi o caso da Segunda República Espanhola). [Iso Chaitz Scherkerkewitz - Procuradoria Geral do Estado de São Paulo]