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24 de março de 2018

QUE INSEGURANÇA !!!



Mesmo quem não tem tanta dificuldade em escrever pode se sentir inseguro quando a questão é fazer uma redação no Enem, vestibular ou concurso. Isso acontece pois é difícil mensurar “certo” ou “errado” quando se escreve um texto. Diferente, por exemplo, de uma questão de múltipla escolha, em que vamos poder conferir nossas respostas como num gabarito. Também é difícil estar preparado pra qualquer tema e lidar com o tempo limitado é complicado. Pois bem, estamos aqui para te ajudar a sair desse sufoco com umas dicas.

Qual o porquê da insegurança?

O que exatamente te dá medo no ato de escrever? Por exemplo, a falta de hábito de leitura e de escrita é o uma das causas dessa insegurança. Até mesmo quando temos uma rotina de estudos, estamos habituados a ler textos diluídos, como os de apostilas. Com isso, perdemos o hábito de ler textos mais densos, como uma obra literária, por exemplo. A falta desse hábito faz com que tenhamos um repertório reduzido e pouca intimidade com diferentes tipos de textos, o que nos prejudica na hora da produção autoral. Analise quais são suas principais dificuldades: é na redação em si ou em gramática? Ou você sente que não tem repertório o bastante, ou seja, precisa de um argumento, mas, na sua cabeça, dá pra ouvir o barulho dos grilos? Perceber quais são suas principais dificuldades e trabalhar para corrigí-las é o primeiro passo para se tornar o rei da redação.

E a escrita?

Olha, até que escrevemos bastante. Há quem diga que a humanidade nunca escreveu tanto. No entanto, escrevemos mensagens de WhatsApp, e-mails e posts em redes sociais. Isso não contribui em nada quando se tem que escrever um texto em que precisamos desenvolver uma ideia, fundamentar um argumento. Ainda mais que nos tornamos completamente dependentes dos auto corretores. Aí ficamos na dúvida naquela conjugação, e esse acento, será que vai aqui mesmo? Há aqueles que nem conseguem mais reconhecer a propría letra. Vamos dar um conselho meio good vibes: conecte-se novamente com sua habilidade de escrever à mão! Esses dedões também conseguem envolver um lápis. Exercite sua escrita, faça o planejamento do seu texto num papel e deixa a mágica acontecer.

Mas qual vai ser o tema?

É bem normal ficar inseguro quanto ao tema, pois é algo que realmente não tem como adivinhar qual vai cair. Mas todas essas questões têm a mesma resposta: você só vai diminuir a insegurança de fazer redação praticando a escrita. Não há outra saída! Nós temos muitos, mas muuuitos temas de redação no blog. Vai lá dar uma olhada, espertão. Outra coisa, gente informada não se desespera nessas horas. Por exemplo, no ENEM, o tema sempre está ligado a um assunto que foi muito discutido durante o ano. Assistiu o Jornal Nacional, leu as problematizações do Facebook, abriu aquela notícia do G1 e da Carta Capital, pra dar uma balanceada? Então vai que é tua!

TEMA DE REDAÇÃO



Texto I
“[…] Para se falar em autonomia, há que se verificar se existe liberdade de pensamento, sem coações internas ou externas. Se não existir possibilidade de escolha, não se pode falar em liberdade e, por conseguinte, não existe autonomia. Deste modo, a autonomia nada mais é que uma liberdade moral, conferida a todos e que deve ser respeitada. Tendo em vista o controle social, o estado psíquico do ser humano, as suas relações sociais, se torna impossível falar numa autonomia pura, desvinculada de qualquer coação interna ou externa; no entanto, existem algumas situações em que é visível a falta total da autonomia. Se não há liberdade, a autonomia não é desenvolvida de forma ampla: é o que ocorre, por exemplo, com a falta de recursos em membros de determinado grupo social tornando-os vulneráveis e os impedindo-os de ter escolhas, seja pela falta de recursos econômicos, seja pela falta de conhecimentos. […]“
Texto II 
“[…]A criminalização é incompatível com os seguintes direitos fundamentais: os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, que não pode ser obrigada pelo Estado a manter uma gestação indesejada; a autonomia da mulher, que deve conservar o direito de fazer suas escolhas existenciais; a integridade física e psíquica da gestante, que é quem sofre, no seu corpo e no seu psiquismo, os efeitos da gravidez; e a igualdade da mulher, já que homens não engravidam e, portanto, a equiparação plena de gênero depende de se respeitar a vontade da mulher nessa matéria. (…) A tudo isto se acrescenta o impacto da criminalização sobre as mulheres pobres. É que o tratamento como crime, dado pela lei penal brasileira, impede que estas mulheres, que não têm acesso a médicos e clínicas privadas, recorram ao sistema público de saúde para se submeterem aos procedimentos cabíveis. Como consequência, multiplicam-se os casos de automutilação, lesões graves e óbitos”. […]”
Texto III
Texto IV
“[…]No Brasil, o aborto é permitido pelo Código Penal em duas situações: em caso de estupro e quando há risco de morte para a gestante. A partir de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) deixou de considerar crime o abortamento em casos de anomalias fetais graves e incompatíveis com a vida extrauterina. Em 2013, foi sancionada a lei que obriga os hospitais do SUS a prestar atendimento emergencial, integral e interdisciplinar às vítimas de violência sexual. Apesar de não mencionar a palavra ‘aborto’, a lei garante os cuidados das lesões físicas, o amparo social e psicológico, a profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez, entre outros direitos. Em último caso, a mulher pode interromper a gravidez forçada.
A realidade, no entanto, não é bem assim. Nem todos os hospitais garantem acesso a serviços de saúde voltados às vítimas de estupro, e poucos oferecem o abortamento seguro, realizado em condições de higiene e segurança e por equipe de saúde, nos casos previstos na lei.”
Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação

TEMA DE REDAÇÃO


“Nós, os millennials, pioneiros na revolução tecnológica que mudou tudo, criamos uma nova forma de nos relacionar, transformamos os hábitos de consumo e também nossa atitude em relação ao trabalho. Entre hashtags e retuítes, transferimos a insegurança e o narcisismo que dizem termos para o nosso ambiente profissional. Diferentemente das gerações anteriores, para as quais a experiência demonstrava capacidade, e o mais importante eram a hierarquia e os protocolos, agora muitos dos jovens entre 19 e 30 anos questionam as regras, empreendem e se sentem autênticos mártires do seu trabalho. Consideram-se indispensáveis, e 57% deles precisam que seus chefes e seus companheiros estejam conscientes do seu compromisso e esforço, a tal ponto que se sentem culpados por tirar férias. Estas são algumas das conclusões do estudo Os Mártires do Trabalho, publicado pela organização Project: Time Off, com a participação de quase 6.000 profissionais em tempo integral. […]
Os nativos digitais queremos “gerar impacto” – nos sentirmos úteis, deixarmos um rastro, sermos imprescindíveis –, o wi-fi é a nossa fonte de vida, e hiperventilamos se a bateria das nossas telas cai a menos de 10% e ainda nos faltam horas para chegar em casa. Nossos interesses contrastam com os de nossos pais, membros da Geração X e do baby boom, quando as necessidades tinham mais a ver com subsistir, tentar viver melhor ou simplesmente ter vida pessoal. ‘Tivemos tudo, e tivemos mais fácil, não precisamos nos preocupar em sobreviver, e isso nos deixa muitíssimo tempo para pensar e nos afogar em uma ansiedade vital que não sabemos administrar’, diz Laura Ponsa.”
“Os millennials, aqueles que nasceram entre o final dos anos 1970 e começo dos anos 2000, cresceram com a tecnologia à sua volta. Apesar dos muitos benefícios, essa geração tem sofrido muito mais com ansiedade, estresse e, consequentemente, improdutividade, se comparada com outras faixas etárias.
De acordo com um estudo feito pela BDA Morneau Shepell, prestadora de serviços de saúde para empresas americanas, 30% dos millennials sofrem com ansiedade, enquanto 26% da geração X lidam melhor com esse problema.
As consequências desses males podem ser os mais diversos, mas o estudo identificou que dois terços dos entrevistados atribuíram a improdutividade no trabalho como a mais recorrente.
As causas da ansiedade podem ser desde a dificuldade em ingressar no mercado até a grande oferta de opções, que não ajudam se decidir. […]”
Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Ansiedade: a doença dos millennials.

21 de março de 2018

TERCEIRÃO DO RUYZÃO E DE TODO BRASIL - ENEM 2018


Conforme anunciado no início do ano pelo pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o Edital do Enem 2018 – Exame Nacional do Ensino Médio – foi publicado nesta quarta-feira, 21 de março, no Diário Oficial da União (DOU).
A  edição do maior vestibular do Brasil trouxe mais novidades em relação ao ano passado. Confira tudo o que você precisa saber sobre o Enem 2018 nos tópicos a seguir.

30 Minutos a Mais no Segundo Dia de Provas

Uma das principais novidades desta edição é o acréscimo de 30 minutos no segundo dia de provas, no qual os candidatos responderão a 90 questões, sendo 45 de Matemática e 45 de Ciências da Natureza, que envolve as disciplinas de química, física e biologia.
Com isso, o segundo dia de aplicação passa a ter duração de 5h, com 30 minutos a menos que o primeiro domingo, quando os participantes terão 5h30min para resolver 45 itens de Ciências Humanas, 45 de Linguagens e Códigos e ainda escrever a Redação.

Solicitação da Isenção da Taxa de Inscrição Antecipada

Certamente a mudança mais importante que ocorrerá no Enem 2018. Neste ano, em vez de solicitar a isenção da taxa – que manteve o valor de R$ 82,00 do ano passado – no mesmo período de realização das inscrições online, os candidatos terão que fazê-lo antecipadamente.
Desta forma, antes de efetivar a inscrição online no sistema do Inep, no prazo entre 7 e 18 de maio, os candidatos que atendem as exigências para isenção (veja no próximo tópico) deverão fazer o pedido da gratuidade entre os dias 2 e 11 de abril, também na página do participante.
Seguindo o cronograma, o resultado com a relação de pedidos de isenção deferidos, ou seja, aceitos, será publicado em 23 de abril. Aqueles que não tiverem suas solicitações aceitas ainda terão oportunidade para interpor recurso, entre 10h desta mesma data e 23h59min do dia 29 seguinte.
Quem não tiver direito ao benefício ou tiver seu pedido reprovado, deverá pagar o boleto de 82 reais referente ao Guia de Recolhimento da União (GRU) no intervalo entre 7 a 23 de maio, lembrando que quem não o fizer nesse período não poderá quitar a taxa posteriormente e ficará de fora do exame.

Ausentes no Enem 2017 Deverão Justificar Falta

Na mesma etapa para solicitação da isenção (2 e 11 de abril), candidatos beneficiados com a isenção no Enem 2017 que não compareceram as provas deverão justificar sua ausência para poder obter o direito da isenção neste ano. Se a justificativa não for realizada dentro do prazo o candidato perderá o direito de solicitar a isenção da taxa no Enem 2018.

Regras Para Isenção da Inscrição do Enem 2018

O participante deve se enquadrar numa das quatro condições a seguir obter a isenção do valor da inscrição na edição deste ano do exame nacional. Veja cada uma delas:
  1. Isenção automática – estar regularmente matriculado na última série do ensino médio em 2018 em escola da rede pública de qualquer modalidade de ensino;
  2. Ter prestado o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja 2017) para diploma do ensino médio, e ter obtido nota que permita certificação na área de conhecimento em que se inscreveu;
  3. Lei nº 12.799/2013 – ter cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e pertencer a família com renda máxima de 1,5 salário mínimo por pessoa;
  4. Decreto nº 6.135/2007 – declarar estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ser de família de baixa renda, bem como estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) por ter renda per capta de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos. Nesse caso será necessário informar o Número de Identificação Social (NIS), vinculado ao CadÚnico.

Calendário do Enem 2018



Calendário Oficial do Enem 2018 – Porta infoEnem
EventoData / Prazo
Liberação do Edital21 de março
Solicitação de isenção da taxa de inscrição10h de 2 de abril às 23h59 de 11 de abril
Justificativa de ausência Enem 201710h de 2 de abril às 23h59 de 11 de abrul
Resultado dos pedidos de isenção23 de abril
Período de recursos da isenção10h de 23 de abril às 23h59 de 29 de abril
Inscrições (para todos)10h de 7 de maio às 23h59 de 18 de maio
Pagamento da taxa de inscrição7 a 23 de maio (Horário Bancário)
Solicitação de atendimento pelo nome social10h de 28 de maio às 23h59 de 3 de junho
Confirmação do local de provaOutubro de 2018
Aplicação das provas4 e 11 de novembro
Divulgação dos resultadosJaneiro de 2019

19 de março de 2018

MODELO DE REDAÇÃO ENEM 2017

Desde 1891, com a primeira constituição republicana, o país vive a expectativa de uma democracia preconizadora do bem-estar da coletividade. Contudo, no Brasil, a persistência das dificuldades impostas à formação educacional [1] do surdos vai de encontro a esse anseio, uma vez que restringe e desqualifica a vida de muitos. Nesse contexto, urge o combate a essa realidade, o qual deve confrontar o mau uso dos bens públicos e a falta de diálogo.
Decerto, [2] o conturbado histórico de crescimento das cidades corrobora o problema. Em consonância, na obra “A Urbanização Brasileira”, o geógrafo Milton Santos referencia que essa expansão ocorreu, primordialmente, sob interesses corporativistas devoradores do patrimônio coletivo. Sendo assim, muitas escolas deixaram de receber recursos importantes para o pleno desenvolvimento de uma educação inclusiva e universal. Nesse viés, cabe apontar que a falta de tecnologias assistivas de de professores capacitados no ensino de Libras são reflexos, diretos ou indiretos, dessa conjuntura de negligência que dificulta a formação educacional dos brasileiros com essa deficiência.
Ademais, um outro agravante é a ausência de um debate amplo sobre o tema, envolvendo os diversos setores sociais. De fato, parafraseando o sociólogo Jurgen Habermas, a incapacidade de usar uma “razão comunicativa” impede a superação de muitas mazelas. Logo, a falta de um debate esclarecedor sobre a surdez condiciona uma visão limitante de soluções, perpetuando a problemática e fortalecendo os preconceitos. Muitos acreditam, por exemplo, na incapacidade generalizada dos que possuem essa deficiência. Nitidamente, um indício da existência de um preconceito que agrava a questão e demanda ser superado, principalmente por dificultar o acesso dos surdos à educação e à cidadania.
Fica clara, portanto, a necessidade de enfrentar essa situação. Por isso, a União precisa priorizar e viabilizar a educação para os surdos, por meio da aplicação correta dos recursos públicos, liberando verbas e incentivos fiscais para a capacitação de professores de Libras e a instalação de equipamentos assistivos. [3] Concomitantemente, as escolas, aliadas à sociedade organizada, devem instigar o debate sobre o tema, mediante programas pedagógicos, cartilhas e produções culturais que desnaturalizem os preconceitos e valorizem a equidade e [4] a a alteridade. Dessa forma, os indivíduos e o diálogo serão fortalecidos e a formação educacional dos surdos facilitada.

COMPETÊNCIA I – DEMONSTRAR DOMÍNIO DA NORMA CULTA:

O texto apresenta um bom domínio da norma culta.
[1] O correto é “dos surdos”.
[4] Repetição do artigo “a”.

COMPETÊNCIA II – COMPREENDER A PROPOSTA:

O estudante apresenta um excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo e desenvolve o tema por meio de um repertório sociocultural produtivo.

COMPETÊNCIA III – SELECIONAR E RELACIONAR ARGUMENTOS:

Há informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma organizada e consistente.
[2] Fato bem contextualizado ao texto!
Há configuração de autoria em defesa do ponto de vista.

COMPETÊNCIA IV – CONHECER OS MECANISMOS LINGUÍSTICOS PARA A CONSTRUÇÃO DA ARGUMENTAÇÃO:

O estudante demonstra um diversificado repertório de conectivos!
[3] Bom conectivo!

COMPETÊNCIA V – ELABORAR A PROPOSTA DE SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA:

A proposta foi muito bem elaborada, detalhada e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota: 960

MODELO DE TEXTO ENEM 2017

De acordo com Aristóteles, deve-se tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida de sua desigualdade. Esse pensamento considera que já que as diferenças existem E devem ser tratadas como tais, com a finalidade de integrar a sociedade. Diante disso, surge a problemática da formação educacional de surdos no Brasil, que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela permanência da discriminação como intenso fato social, seja pela ausência de uma cultura totalmente inclusiva.
É preciso destacar, antes de tudo, a discriminação como impulsionadora do déficit de ações educativas voltadas aos jovens com surdez. Conforme o princípio da coercitividade defendido pelo sociólogo Émile Durkheim, o meio social determina as condutas do indivíduo. Dessa forma, ao se deparar com alguém que a sociedade considera diferente, a maioria das pessoas tende a ignorá-lo [1] por conta da vivência em grupo. Assim, o pensamento de exclusão dos surdos é transmitido de geração a geração, evidenciando-se no descaso com os direitos dessa população. Esse desprezo manifesta-se tanto na carência de recursos de tecnologia assistiva, quanto na exclusão desse grupo no mercado de trabalho, revelando uma sociedade que se declara civilizada, mas ainda perpetua atitudes que provocam retrocesso.
Além dessa visão segregacionista, é notável a inexistência de uma educação totalmente inclusiva no cenário brasileiro. Embora a Língua Brasileira de Sinais  tenha sido reconhecida como segunda língua oficial do país, ainda há muito a ser feito no que diz respeito à inclusão. Exemplo disso é a falta de [2] material no sistema Braille, a ausência de professores capacitados e a ainda precária adoção [3] das libras no ambiente escolar, o que compromete significativamente a autonomia do indivíduo no processo pedagógico, bem como sua inserção social, agravando, assim, o problema no país.
Torna-se evidente, portanto, que a formação educacional deficitária dos surdos é fruto da discriminação e da ausência de uma educação inclusiva. A fim de atenuar o problema, o Ministério da Educação deve promover o [4]treinamento de docentes para o atendimento aos alunos surdos, bem como investir na compra de mais materiais adaptados, visando promover a inserção efetiva no processo de ensino. Além disso, cabe à mídia incentivar a tolerância por meio de ficções que incluam personagens surdos, com a finalidade de minimizar a discriminação desse grupo, pois, só assim, poder-se-á transformar o Brasil em um país desenvolvido socialmente, regido pela equidade vislumbrada por Aristóteles.

COMPETÊNCIA I – DEMONSTRAR DOMÍNIO DA NORMA CULTA:

[3] O correto é “da Libras”
A estudante apresenta excelente domínio da norma culta!

COMPETÊNCIA II – COMPREENDER A PROPOSTA:

Houve boa compreensão da proposta e apresentação do ponto de vista de forma eficiente na introdução.

COMPETÊNCIA III – SELECIONAR E RELACIONAR ARGUMENTOS:

Introduziu o texto com uma citação bem pertinente ao tema.
[1] Ou por conta da não vivência em grupo, por falta de oportunidade de expressão.
[2] Este é um problema enfrentado pelos cegos.

COMPETÊNCIA IV – CONHECER OS MECANISMOS LINGUÍSTICOS PARA A CONSTRUÇÃO DA ARGUMENTAÇÃO:

A estudante utiliza bons conectivos e organiza muito bem o seu texto.
Texto organizado e coeso.

COMPETÊNCIA V – ELABORAR A PROPOSTA DE SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA:

[4] Como? Seja mais completo.
 Nota: 920

MODELO DE TEXTO - ENEM

A Organização das Nações Unidas  instituiu em 1981 o Ano Internacional da Pessoa com Deficiência, trazendo para a sociedade a importância do debate de inclusão social que os deficientes precisam ter, assim como qualquer ser humano. Desse modo, no Brasil tem sido discutida a necessidade do empreendimento educacional para a formação dos surdos e seus consequentes desafios. Nesse sentido, vale analisar aspectos relevantes acerca desse assunto. [1]
Cabe pontuar, em primeiro plano, que o sistema educacional brasileiro ainda não é preparado para incluir integralmente os surdos, [2] vide o decréscimo do seu ingresso na educação básica, segundo dados do INEP. Nesse contexto, vê-se que a infraestrutura escolar, bem como a capacitação dos professores para atender esses estudantes têm sido negligenciadas, indo, assim, em oposição aos postulados aristotélicos, os quais afirmam que a ética está diretamente ligada à busca do bem comum e da felicidade geral da sociedade. [3] Destarte, quando a educação básica não é inclusiva, o ensino superior do surdo também é subjugado, já que as universidades exigem uma boa trajetória escolar para o seu futuro ingresso.
Concomitantemente, a cultura brasileira é, em grande parte das vezes, preconceituosa. Posto isso, a sociedade ainda traz o estigma de que o surdo é inválido, confundindo a surdez com alguma enfermidade mental. Dessa forma, é possível perceber que, pela relativa precariedade da sua formação, a própria entrada desses deficientes no mercado de trabalho sofre com essa [4] esteriotipação, na medida em que os cargos de alto desempenho são ocupados, majoritariamente, por profissionais de audição normal, mesmo que a criação do Estatuto da Pessoa com Deficiência, de 2015, estabeleça a implantação de oportunidades iguais para esses cidadãos. Fica claro, portanto, a necessidade de medidas para garantir a formação educacional do surto e a sua inserção na sociedade.
Nessa perspectiva, é imprescindível que o Ministério da Educação, em parceria com as secretarias de mesmo setor, amplie e promova a capacitação e treinamento dos docentes de nível básico e superior na língua de libras, por meio de congressos e palestras que provoquem os profissionais, de modo que a formação do surdo seja garantida e priorizada. Outrossim, é essencial que o Poder Judiciário fiscalize as leis vigentes no Estatuto, por intermédio de multas e penalizações às empresas e aos órgãos contratantes que não ofereçam iguais possibilidades para que o surdo adentre no mercado de trabalho. Assim, será possível tratar com dignidade esses cidadãos, como proposto pela ONU. [5]
Título - Capacitação, treinamento e fiscalização às leis dos deficientes

COMPETÊNCIA I – DEMONSTRAR DOMÍNIO DA NORMA CULTA:

Demonstra bom domínio da norma culta.
[4] Ortografia: “estereotipação”.

COMPETÊNCIA II – COMPREENDER A PROPOSTA:

[1] Boa introdução ao tema!

COMPETÊNCIA III – SELECIONAR E RELACIONAR ARGUMENTOS:

[2] Bom argumento, mas poderia ser ampliado apontando os dados, definindo melhor o órgão responsável pelos dados, etc.
[3] Poderia apontar, com mais ênfase, a ineficiência do Estado em garantir direitos e a inclusão.

COMPETÊNCIA IV – CONHECER OS MECANISMOS LINGUÍSTICOS PARA A CONSTRUÇÃO DA ARGUMENTAÇÃO:

Texto coeso e bem articulado.

COMPETÊNCIA V – ELABORAR A PROPOSTA DE SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA:

[5] Boas propostas.

NOTA: 920

REDAÇÃO ENEM 2017

ESPELHO DA REDAÇÃO DE 2017 JÁ PODE SER VISTO NO PORTAL DO INEP, BASTA A SENHA E O CPF. 

OH, OS PLEONASMOS !!!!


“Deixa eu entrar dentro do seu coração
Descobrir pouco a pouco a paixão(…)”
“O que é imortal
Não morre no final

E se distante é assim…
Isso não vai ter fim”
Esses dois casos de combinação de palavras nos versos das músicas apresentam uma redundância, um excesso de palavras, já que a ideia de um dos termos já está contida no outro. Nesse caso, temos a ocorrência do pleonasmo vicioso que, segundo o gramático Celso Cunha, é uma “superabundância de palavras para enunciar uma ideia.”
Essa superabundância, porém, pode ser empregada sem problemas, por exemplo, em narrações nas quais a intenção é reproduzir o mais fielmente possível a fala de uma personagem que seja caracterizada por não saber a norma culta, alguém de pouca escolaridade ou de baixa condição social, o que refletiria no modo de se expressar. Vejamos o exemplo:
“– Entra pra dentro, Carlinhos.” (REGO, J. L. Menino do Engenho)
Há também os ‘excessos líricos’ (definição minha!), as redundâncias criadas com a intenção de realçar, de destacar uma ideia. Esses são os pleonasmos considerados figuras de linguagem. Vejamos os casos abaixo:
“Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã”
Temos um sorriso que não é um qualquer, um simples sorriso, mas tem a característica de ser pontual. Nesse caso, deixou de ser uma repetição vazia, desnecessária. O mesmo acontece nos casos abaixo:
“Bandeira branca, amor / Não posso mais
Pela saudade que me invade / Eu peço paz
Saudade mal de amor, de amor / Saudade
Dor que dói demais / Vem meu amor
Bandeira branca / Eu peço paz”
Outra situação que não é considerada vício de linguagem é a dos epítetos da natureza. Segundo Celso Cunha, expressões como céu azul, mar salgado, prado verde não apresentam reiteração viciosa. Nelas o “adjetivo insiste sobre o caráter intrínseco, normal ou dominante do objeto. É uma forma de ênfase, um recurso literário.”1 Vejamos alguns casos na poesia e na MPB:
“Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!” (Fernando Pessoa)
“(…) Pois diga que irá
Irajá, Irajá
Pra onde eu só veja você
Você veja a mim só
Marajó, Marajó
Qualquer outro lugar comum
Outro lugar qualquer
Guaporé, Guaporé
Qualquer outro lugar ao sol
Outro lugar ao sul
Céu azul, Céu azul
Onde haja só meu corpo nu
Junto ao teu corpo nu(…)”
Assim, reflitamos: é necessário repetir a ideia? Vai criar um determinado efeito estético ou de sentido quando lido o texto? Ou o trecho poderia ficar mais conciso e objetivo sem a repetição? Use esse raciocínio para decidir se mantém ou não uma determinada construção.

17 de março de 2018

GABARITO ANÁLISE SINTÁTICA INTERNA


1-D
2-C
3-A
4-C
5-E
6-A
7-B
8-E
9-A
10-D
11-E
12-E
13-C
14-A
15-B
16-B
17-E
18-B
19-B
20-D
21-C
22-B
23-A
24-B
25-C
26-E
27-E
28-C
29-C
30-B
31-C
32-E
33-E
34-D
35-B
36-C
37-B
38-D
39-D
40-B
41-E
42-B
43-A
44-B
45-B
46-E
47-C
48-B
49-A
50-A
51-B
52-C
53-C
54-A
55-E
56-A
57-A
58-B
59-D
60-C
61-E
62-D
63-E
64-Q
65-D
66-B
67-E
68-E
69-D
70-A
71-B
72-C
73-A
74-A
75-E
76-B
77-A
78-E
79-E
80-D
81-B
82-D
83-E
84-E
85-C
86-D
87-C
88-D
89-A
90-A
91-E
92-D
93-E

ANÁLISE SINTÁTICA INTERNA


1. (UF-MG) Em todas as alternativas, o termo em negrito exerce a função de sujeito, exceto em:
a) Quem sabe de que será capaz a mulher de seu sobrinho?
b) Raramente se entrevê o céu nesse aglomerado de edifícios.
c) Amanheceu um dia lindo, e por isso todos correram às piscinas.
d) Era somente uma velha, jogada num catre preto de solteiros.
e) É preciso que haja muita compreensão para com os amigos.

2. (FMU) Em "Eu era enfim, senhores, uma graça de alienado.", os termos da oração grifados são respectivamente, do ponto de vista sintático:
a) adjunto adnominal, vocativo, predicativo do sujeito
b) adjunto adverbial, aposto, predicativo do objeto
c) adjunto adverbial, vocativo, predicativo do sujeito
d) adjunto adverbial, vocativo, objeto direto
e) adjunto adnominal, aposto, predicativo do sujeito

3. (PUC) "O homem está imerso num mundo ao qual percebe ..." A palavra em negrito é:
a) objeto direto preposicionado 
b) objeto indireto e) adjunto adnominal
c) adjunto adverbial
 d) agente da passiva


4. (CESGRANRIO) Assinale a frase cujo predicado é verbo-nominal:
a) "Que segredos, amiga minha, também são gente ..."
b) "... eles não se vexam dos cabelos brancos ..."
c) "... boa vontade, curiosidade, chama-lhe o que quiseres ..."
d) "Fiquemos com este outro verbo."
e) "... o assunto não teria nobreza nem interesse ..."

5. (UF-UBERLÂNDIA) Todos os itens abaixo apresentam o pronome relativo com função de objeto direto, exceto:
a) "Aurélia não se deixava inebriar pelo culto que lhe rendiam."
b) "Está fadigada de ontem? perguntou a viúva com a expressão de afetada ternura que exigia o seu cargo."
c) "... com a riqueza que lhe deixou seu avô, sozinha no mundo, por força que havia de ser enganada."
d) "... O Lemos não estava de todo restabelecido do atordoamento que sofrera."
e) "Não o entendiam assim aquelas três criaturas, que se desviviam pelo ente querido."
6. (UF-MG) A oração sublinhada está corretamente classificada, EXCETO em
a) Casimiro Lopes pergunta se me falta alguma coisa / oração subordinada adverbial condicional
b) Agora eu lhe mostro com quantos paus se faz uma canoa / oração subordinada substantiva objetiva direta
c) Tudo quanto possuímos vem desses cem mil réis / oração subordinada adjetiva restritiva
d) Via-se muito que D. Glória era alcoviteira / oração subordinada substantiva subjetiva
e) A idéia é tão santa que não está mal no santuário / oração subordinada adverbial consecutiva
7. (UF-MG) Na frase: "Maria do Carmo tinha a certeza de que estava para ser
mãe", a oração destacada é:
a) subordinada substantiva objetiva indireta
b) subordinada substantiva completiva nominal
c) subordinada substantiva predicativa
d) coordenada sindética conclusiva
e) coordenada sindética explicativa

8. (FM-SANTOS) A segunda oração do período? "Não sei no que pensas", é classificada como:
a) substantiva objetiva direta d) coordenada explicativa
b) substantiva completiva nominal e) substantiva objetiva indireta
c) adjetiva restritiva

9. (MACK) "Na ‘Partida Monção’, não há uma atitude inventada. Há reconstituição de uma cena como ela devia ter sido na realidade." A oração sublinhada é:
a) adverbial conformativa 
b) adjetiva 
c) adverbial consecutiva
 d) adverbial proporcional
e) adverbial causal

10. (AMAN) No seguinte grupo de orações destacadas:
1. É bom que você venha.
2. Chegados que fomos, entramos na escola.
3. Não esqueças que é falível.
Temos orações subordinadas, respectivamente:
a) objetiva direta, adverbial temporal, subjetiva
b) subjetiva, objetiva direta, objetiva direta
c) objetiva direta, subjetiva, adverbial temporal
d) subjetiva, adverbial temporal, objetiva direta
e) predicativa, objetiva direta, objetiva indireta

11. (UF-PR) Na oração "Pássaro e lesma, o homem oscila entre o desejo de voar e o desejo de arrastar", Gustavo Corção empregou a vírgula:
a) por tratar-se de antíteses
b) para indicar a elipse de um termo
c) para separar vocativo
d) para separar uma oração adjetiva de valor restritivo
e) para separar aposto

12. (EPCAR) "Bem-aventurado, pensei eu comigo, aquele em que os afagos de uma tarde serena de primavera no silêncio da solidão produzem o torpor dos membros."
No período em apreço, usaram-se vírgulas para separar:
a) uma oração pleonástica 
b) uma oração coordenada assindética 
c) um adjunto deslocado
d) elementos paralelos
e) uma oração intercalada

13. (EPCAR) A partícula apassivadora está exemplificada na alternativa:
a) Fala-se muito nesta casa. 
b) Grita-se nas ruas. 
c) Ouviu-se um belo discurso.
 d) Ria-se de seu próprio retrato.
e) Precisa-se de um dicionário.
14. (U-UBERLÂNDIA) Classifique o "se" na frase: "Ele queixou-se dos maus tratos recebidos".
a) partícula integrante do verbo
b) conjunção condicional
c) pronome apassivador
d) conjunção integrante
e) símbolo de indeterminação do sujeito

15. (EPCAR) O se é índice de indeterminação do sujeito na frase:
a) Não se ouvia o sino.
b) Assiste-se a espetáculos degradantes.
c) Alguém se arrogava o direito de gritar.
d) Perdeu-se um cão de estimação.
e) Não mais se falsificará tua assinatura.

16. (EPCAR) O se é pronome apassivador em:
a) Precisa-se de uma secretária.
b) Proibiram-se as aulas.
c) Assim se vai ao fim do mundo.
d) Nada conseguiria, se não fosse esforçado.
e) Eles se propuseram um acordo.

17. (SANTA CASA) A palavra "se" é conjunção integrante (por introduzir oração subordinada substantiva objetiva direta) em qual das orações seguintes?
a) Ele se mordia de ciúmes pelo patrão.
b) A Federação arroga-se o direito de cancelar o jogo.
c) O aluno fez-se passar por doutor.
d) Precisa-se de operários.
e) Não sei se o vinho está bom.

18. (EPCAR) Em relação à função da partícula se, numere a segunda de acordo com a primeira e depois assinale a numeração correta:
1. Partícula apassivadora ( ) Veja se falta alguém.
2. Índice de indeterminação ( ) "Vai-se a primeira pomba despertada..."
do sujeito ( ) Daqui se assiste ao desfile.
3. Objeto direto reflexivo ( ) Ele arroga-se o direito de reclamar.
4. Objeto indireto ( ) Ainda se ouvem gemidos.
5. Conjunção ( ) A jovem olhava-se no espelho.
6. Partícula de realce
a) 5, 4, 2, 6, 1, 3 
b) 5, 6, 2, 4, 1, 3 
c) 2 ,6, 5, 1, 4, 3
 d) 5, 6, 2, 1, 3, 4
e) 2, 6, 5, 4, 1, 3
19. (UF-SC) No período "Avistou o pai, que caminhava para a lavoura", a palavra que classifica-se morfologicamente como:
a) conjunção subordinativa integrante
b) pronome relativo
c) conjunção subordinativa final
d) partícula expletiva
e) conjunção subordinativa causal

20. (FTM-ARACAJU) Das expressões sublinhadas abaixo, com as idéias de tempo ou lugar, a única que tem a função sintática do adjunto adverbial é:
a) "Já ouvi os poetas de Aracaju"
b) "atravessar os subúrbios escuros e sujos"
c) "passar a noite de inverno debaixo da ponte"
d) "Queria agora caminhar com os ladrões pela noite"
e) "sentindo no coração as pancadas dos pés das mulheres da noite"

21. (BB) "Ande ligeiro, Pedro".
a) sujeito 
b) objeto direto 
c) vocativo
 d) aposto
e) adjunto
22. (UC-MG) A classificação dos verbos sublinhados, quanto à predicação, foi feita corretamente em:
a) "Não nos olhou o rosto. A vergonha foi enorme." - transitivo direto e indireto
b) "Procura insistentemente perturbar-me a memória." - transitivo direto
c) "Fiquei, durante as férias, no sítio de meus avós." - de ligação
d) "Para conseguir o prêmio, Mário reconheceu-nos imediatamente." - transitivo indireto
e) "Ela nos encontrará, portanto é só fazer o pedido." - transitivo indireto

23. (UF-UBERLÂNDIA) "Ele observou-a e achou aquele gesto feio, grosseiro, masculinizado." Os termos sublinhados são:
a) predicativos do objeto 
b) predicativos do sujeito 
c) adjuntos adnominais
d) objetos diretos
e) adjuntos adverbiais de modo

24. (UF-UBERLÂNDIA) "Lembro-me de que ele só usava camisas brancas." A oração sublinhada é:
a) subordinada substantiva completiva nominal
b) subordinada substantiva objetiva indireta
c) subordinada substantiva predicativa
d) subordinada substantiva subjetiva
e) subordinada substantiva objetiva direta

25. (FMU) Na passagem: "O receio é substituído pelo pavor, pelo respeito, pela emoção que emudece e paralisa." Os termos sublinhados são:
  1. complementos nominais; orações subordinadas adverbiais concessivas, coordenadas entre si
  2. adjuntos adnominais; orações subordinadas adverbiais comparativas
  3. agentes da passiva; orações subordinadas adjetivas, coordenadas entre si
  4. objetos diretos; orações subordinadas adjetivas, coordenadas entre si
  5. objetos indiretos; orações subordinadas adverbiais comparativas

26. (FMU) Observe os termos sublinhados na passagem: "O rio vai às margens. Vem com força de açude arrombado." Os termos sublinhados são, respectivamente:
a) predicativo do sujeito e adjunto adnominal de modo
b) adjunto adverbial de modo e adjunto adnominal
c) adjunto adverbial de lugar e adjunto adverbial de modo
d) adjunto adverbial de modo e objeto indireto
e) adjunto adverbial de lugar e complemento nominal

27. (UF-GO) Neste período "não bate para cortar", a oração "para cortar" em relação a "não bate", é:
a) a causa 
b) o modo
c) a conseqüência
 d) a explicação
 e) a finalidade

28. (UF-GO) "O corpo, a alma do carpinteiro não podem ser mais brutos do que a madeira." A função sintática dos termos sublinhados é, pela ordem:
a) objeto direto - predicativo do sujeito
b) sujeito - sujeito
c) predicativo do sujeito - sujeito
d) objeto direto - predicativo do sujeito
e) predicativo do sujeito - predicativo do sujeito

29. (UF-MG) Em todos os períodos há orações subordinadas substantivas, exceto em:
a) O fato era que a escravatura do Santa Fé não andava nas festas do Pilar, não vivia no coco como a do Santa Rosa.
b) Não lhe tocara no assunto, mas teve vontade de tomar o trem e ir valer-se do presidente.
c) Um dia aquele Lula faria o mesmo com a sua filha, faria o mesmo com o engenho que ele fundara com o suor de seu rosto.
d) O oficial perguntou de onde vinha, e se não sabia notícias de Antônio Silvino.
e) Era difícil para o ladrão procurar os engenhos da várzea, ou meter-se para os lados de Goiana 

30. (FM-SANTOS) "Não se sabe se é verdade ou não." Os dois "ses" que aparecem no texto acima são, conforme a sua colocação:
a) partícula apassivadora - pronome reflexivo, sujeito
b) partícula apassivadora - conjunção integrante
c) partícula integrante do verbo - conjunção condicional
d) índice de indeterminação do sujeito - partícula de realce
e) partícula integrante do verbo - conjunção integrante

31. (FECAP) Classifique as palavras como nas construções seguintes, numerando, convenientemente, os parênteses:
1) preposição 2) conj. subord. causal 3) conj. subord. conformativa
4) conj. coord. aditiva 5) adv. interrogativo de modo
( ) Perguntamos como chegaste aqui.
( ) Percorrera as salas como eu mandara.
( ) Tinha-o como amigo.
( ) Como estivesse frio, fiquei em casa.
( ) Tanto ele como o irmão são meus amigos.
a) 2 - 4 - 5 - 3 - 1
b) 4 - 5 - 3 - 1 - 2 
c) 5 - 3 - 1 - 2 - 4
d) 3 - 1 - 2 - 4 - 5
e) 1 - 2 - 4 - 5 - 3

32. (UF VIÇOSA) A respeito do seguinte texto, faça o que se pede:
"O lotação ia de Copacabana para o centro, com lugares vazios, cada passageiro pensando na vida; é o gênero de transporte onde menos viceja a flor da comunicação humana. Quando, em Botafogo, ouvia-se a voz de um senhor atrás:
- Olhe aqui, vou atender a você, mas não faça mais isso, ouviu? É muito feio pedir dinheiro para os outros. Na sua idade eu já dava duro e ajudava em casa." (Drummond)
A vírgula separando a expressão em Botafogo foi usada para separar:
a) palavra de mesma função sintática
b) uma expressão explicativa
c) o aposto
d) oração adverbial com verbo oculto
e) o adjunto adverbial

33. (FCS ANHEMBI) Em - "Há enganos que nos deleitam", a oração grifada é:
a) substantiva subjetiva d) substantiva apositiva
b) substantiva objetiva direta e) adjetiva restritiva
c) substantiva completiva nominal

34. (FMU) Observe a estrofe: "Lembra-me que, em certo dia / Na rua, ao sol de verão, envenenado morria / Um pobre cão." Aparece aí a inversão do:
a) objeto direto: um pobre cão 
b) sujeito: um pobre cão 
c) sujeito: certo dia
d) predicado: lembra-me
e) predicativo do sujeito: me

35. (FATEC) Considerando como conjunção integrante aquela que inicia uma oração subordinada substantiva, indique em qual das opções nenhum se tem esta função:
a) Se subiu, ninguém sabe, ninguém viu.
b) Comenta-se que ele se feria de propósito.
c) Se vai ou fica é o que eu gostaria de saber.
d) Saberia me dizer se ele já foi?
e) n.d.a

36. (MACK) Na oração "Esboroou-se o balsâmico indianismo de Alencar ao advento dos Romanos", a classificação do sujeito é:
a) oculto
b) inexistente 
c) simples
d) composto
e) indeterminado

37. (MACK) Em "O hotel virou catacumba":
a) o predicado é nominal 
b) o predicado é verbo-nominal 
c) o predicado é verbal
d) o verbo é transitivo direto
e) estão corretas c e d
38. (MACK) Em "E quando o brotinho lhe telefonou, dias depois, comunicando que estudava o modernismo, e dentro do modernismo sua obra, para que o professor lhe sugerira contato pessoal com o autor, ficou assanhadíssimo e paternal a um tempo", os verbos assinalados são, respectivamente:
a) transitivo direto, transitivo indireto, de ligação, transitivo direto e indireto
b) transitivo direto e indireto, transitivo direto, transitivo indireto, de ligação
c) transitivo indireto, transitivo direto e indireto, transitivo direto, de ligação
d) transitivo indireto, transitivo direto, transitivo direto e indireto, de ligação
e) transitivo indireto, transitivo direto e indireto, de ligação, transitivo direto

39. (MACK) Nas frases abaixo, o pronome oblíquo está corretamente classificado, exceto em:
a) "Fugia-lhe é certo, metia o papel no bolso ..." (objeto indireto)
b) "... ou pedir-me à noite a bênção do costume" (objeto indireto)
c) "Todas essas ações eram repulsivas: eu tolerava-as ..." (objeto direto)
d) "... que vivia mais perto de mim que ninguém" (objeto indireto)
e) "... eu jurava matá-los a ambos ..." (objeto direto)

40. (MACK) Na frase "Fugia-lhe, e certo, metia o papel no bolso, corria a casa, fechava-se, não abria as vidraças, chegava a fechar os olhos", são adjuntos adverbiais:
a) no bolso - a casa - não
b) no bolso - não
c) certo - no bolso - a casa - se - não
d) lhe - certo - no bolso - a casa - se - não
e) certo - no bolso - a casa - não - a fechar

41. (MACK) Entre as alternativas abaixo, aponte a única em que um dos termos corresponde à análise dada: "Pareciam infinitas as combinações de cores no azul do céu."
a) Pareciam é um verbo intransitivo
b) Infinitas é objeto direto
c) Cores é o núcleo do sujeito
d) Do céu é o complemento nominal
e) n.d.a

42. (MACK)
  1. No período "Seus olhos se encheram de alegria, vendo salvo o guerreiro branco", os termos sublinhados são, pela ordem, adjunto adnominal, predicativo do objeto direto e objeto direto;
  2. No fragmento do texto: " - Mas o cão é teu companheiro e amigo fiel. Mais amigo e companheiro será de Poti, servindo a seu irmão que a ele." Sintaticamente, "teu companheiro e amigo fiel" está para "cão", assim como "mais amigo e companheiro" está para "Poti";
  3. No período "Tu o chamarás Japi; e será o pé ligeiro com que de longe corramos um para o outro", os elementos sublinhados são respectivamente: predicado verbo-nominal e oração subordinada adjetiva.
Assinale:
a) se estiverem corretas apenas as alternativas I e II
b) se estiverem corretas apenas as alternativas I e III
c) se estiverem corretas apenas as alternativas II e III
d) se todas as alternativas estiverem corretas
e) se todas as alternativas estiverem incorretas

43. (MACK) No período "... a nacionalidade viveu da mescla de três raças que os poetas xingaram de tristes:as três raças tristes", as unidades sublinhadas exercem, respectivamente, as funções sintáticas de:
a) adjunto adverbial - objeto direto - predicativo do objeto - aposto
b) objeto indireto - sujeito - predicativo do objeto - adjunto adverbial
c) objeto direto - objeto direto - adjunto adnominal - adjunto adverbial
d) adjunto adverbial - objeto direto - adjunto adnominal - aposto
e) adjunto adverbial - sujeito - adjunto adverbial - adjunto adverbial

44. (MACK) "Não serei o poeta de um mundo caduco."; "Entre eles considero a enorme realidade."; "Não serei o cantor de uma mulher"; "O tempo é a minha matéria." As expressões sublinhadas nos versos do texto exercem, respectivamente, as funções de:
a) adjunto adnominal - adjunto adverbial - complemento nominal - predicativo do sujeito
b) complemento nominal - adjunto adverbial - complemento nominal - predicativo do sujeito
c) predicativo do sujeito - núcleo do predicado - adjunto adnominal - núcleo do predicativo do sujeito
d) predicativo do sujeito - núcleo do predicado - complemento nominal - predicativo do sujeito
e) complemento nominal - adjunto adverbial - adjunto adnominal - núcleo do predicativo do sujeito

45. (PUC) "Nesse momento começaram a feri-lo nas mãos, a pau." Nessa frase o sujeito do verbo é:
a) nas mãos
b) indeterminado
c) eles (determinado)
d) inexistente ou eles: dependendo do contexto
e) n.d.a

46. (PUC) No sintagma verbal: "... foi espantar as moscas do rosto do anjinho.", temos três sintagmas nominais que funcionam respectivamente como:
a) objeto direto, objeto indireto, adjunto adnominal do objeto indireto
b) objeto direto, adjunto adverbial de lugar, complemento nominal
c) objeto indireto, complemento nominal, adjunto adnominal do complemento nominal
d) objeto indireto, objeto indireto, complemento nominal
e) objeto direto, adjunto adverbial de lugar, adjunto adnominal do adjunto adverbial

47. (PUC) Em: "... principiou a segunda volta do terço."; "Carrocinhas de padeiro derrapavam nos paralelepípedos."; "Passavam cestas para o Largo do Arouche."; "Garoava na madrugada roxa." Os verbos são, respectivamente:
a) transitivo direto, transitivo indireto, transitivo direto, intransitivo
b) intransitivo, transitivo indireto, transitivo direto, intransitivo
c) transitivo direto, intransitivo, transitivo direto, intransitivo
d) transitivo direto, intransitivo, intransitivo, intransitivo-impessoal
e) transitivo indireto, intransitivo, transitivo indireto, transitivo indireto

48. (PUC) Em: "Os sururus em família têm por testemunha a Gioconda", as expressões sublinhadas são:
a) complemento nominal - objeto direto
b) predicativo do objeto - objeto direto
c) objeto indireto - complemento nominal
d) objeto indireto - objeto indireto
e) complemento nominal - objeto direto preposicionado

49. (FUVEST) No texto: "Acho-me tranqüilo - sem desejos, sem esperanças. Não me preocupa o futuro", os termos destacados são, respectivamente:
a) predicativo, objeto direto, sujeito
b) predicativo, sujeito, objeto direto
c) adjunto adnominal, objeto direto, objeto indireto
d) predicativo, objeto direto, objeto indireto
e) adjunto adnominal, objeto indireto, objeto direto

50. (FUVEST) "No mar, tanta tormenta e tanto dano, / Tantas vezes a morte apercebida; / Na terra, tanta guerra, tanto engano, / Tanta necessidade aborrecida! / Onde pode acolher-se um fraco humano, / Onde terá segura a curta vida, / Que não se arme e se indigne o Céu sereno / Contra um bicho da terra tão pequeno?"
Na oração "Onde terá segura a curta vida...":
a) o adjetivo segura é predicativo do objeto vida
b) o adjetivo curta é adjunto adnominal do sujeito vida
c) os dois adjetivos - segura e curta - são adjuntos do substantivo vida
d) o adjetivo segura está empregado com valor de adjunto adverbial
e) os adjetivos - segura e vida - são predicativos do sujeito vida

51. (CESCEA) Aponte a alternativa em que ocorre o adjunto adverbial de causa:
a) Comprou livros com dinheiro 
b) O poço secou com o calor 
c) Estou sem amigos.
 d) Vou ao Rio.
e) Pedro é efetivamente bom.

52. (CESCEM) Assinale a análise do termo destacado: "A terra era povoada de selvagens."
a) objeto direto 
b) objeto indireto 
c) agente da passiva
d) complemento nominal
e) adjunto adverbial
53. (FMU) "Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / De um povo heróico o brado retumbante..." O sujeito desta afirmação com que se inicia o Hino Nacional é:
a) indeterminado 
b) um povo heróico 
c) as margens plácidas do Ipiranga
 d) do Ipiranga
e) o brado retumbante

54. (FGV) Aponte a correta análise do termo destacado: "Ao fundo, as pedrinhas claras pareciam tesouros abandonados."
a) predicativo do sujeito 
b) adjunto adnominal 
c) objeto direto
d) complemento nominal
e) predicativo do objeto direto
55. (FGV) Leia atentamente: "É oportuno, um conselho." Na oração ao lado, há um erro de pontuação, pois a vírgula está separando:
a) o adjunto adnominal e o objeto direto
b) o predicativo do sujeito e o adjunto adverbial de modo
c) o sujeito e o adjunto adnominal
d) o predicado verbal e o objeto direto
e) predicado nominal e o sujeito

(FGV) Texto para as questões 56 a 60: "Não faças a outrem o que não queres que te façam."

56. O sujeito de "faças" na primeira oração é:
a) agente 
b) indeterminado 
c) paciente
d) inexistente
e) a oração "que te façam"

57. Na oração "não faças a outrem o", a expressão em negrito é:
a) objeto indireto 
b) objeto direto preposicionado 
c) sujeito da passiva
d) adjunto adverbial de modo
e) predicativo do sujeito

58. Na oração "não faças a outrem o", a expressão em negrito é:
a) objeto indireto 
b) objeto direto
c) aposto
d) predicativo
 e) sujeito

59. Na oração "que te façam", o objeto direto do verbo fazer é:
a) a palavra te que se encontra na mesma oração
b) a palavra que da mesma oração
c) a palavra que da oração antecedente
d) inexistente, pois o verbo é transitivo indireto
e) a palavra "tu" elíptica

60. Na oração "que não queres" o sujeito é a palavra:
a) que 
b) o 
c) tu
d) te
e) outrem

(FGV) Texto para as questões 61 a 65:
"Minha alva Dinamene, a Primavera, / Que os campos deleitosos pinta e veste, / E, rindo-se, uma cor aos olhos gera / Com que na terra vem o Arco celeste / O cheiro, rosas, flores, a verde hera, / Com toda formosura amena agreste, / Não é para meus olhos, tão formosa / Como a tua, que abate o lírio e a rosa" (Camões)

61. No segundo verso da primeira estrofe, o sujeito dos verbos "pinta e veste" é:
a) os campos deleitosos 
b) Minha alva Dinamene 
c) indeterminado
d) a Primavera
e) Que

62. No mesmo verso da primeira estrofe a função sintática de "os campos deleitosos" é:
a) sujeito 
b) adjunto adverbial 
c) aposto
d) objeto direto
e) objeto indireto

63. No último verso da segunda estrofe "como a tua" sintaticamente é:
a) adjunto adnominal de modo
b) adjunto adverbial de modo
c) oração subordinada substantiva indireta
d) oração subordinada adverbial consecutiva
e) oração subordinada adverbial comparativa

64. "Para meus olhos", no terceiro verso da segunda estrofe é:
a) complemento nominal
b) objeto indireto
c) oração subordinada substantiva predicativa
d) oração subordinada substantiva objetiva indireta
e) predicativo

65. "Com toda formosura amena" é:
a) complemento nominal 
b) adjunto adnominal 
c) aposto
d) adjunto adverbial de modo
e) agente da passiva

(FGV) Texto para as questões 66 a 68:
"Quem diz o que quer ouve o que não quer."

66. No trecho final do período "... que não quer", o sujeito é:
a) que 
b) ele 
c) o
d) você
e) inexistente

67. Observe a palavra sublinhada: "Quem diz o que quer ouve o que não quer." A função sintática dela é:
a) sujeito 
b) complemento nominal 
c) partícula expletiva
d) predicativo
e) objeto direto
68. Observe a palavra sublinhada: "Quem diz o que quer ouve o que não quer." Sua função sintática é:
a) sujeito 
b) objeto indireto 
c) pronome relativo
d) aposto
e) objeto direto
69. (FGV) Leia atentamente: "Vi o acidente da estação." Na frase ao lado, a expressão sublinhada é ambígua, pois pode ser interpretada como:
a) objeto indireto ou adjunto adnominal
b) adjunto adverbial de modo ou predicativo do sujeito
c) predicativo do sujeito ou predicativo do objeto direto
d) adjunto adnominal ou adjunto adverbial
e) adjunto adverbial de tempo ou objeto indireto

70. (FGV) Em "Motoristas, mantenham à direita!", há um erro de acentuação gráfica, pois o termo direita é:
a) objeto direto 
b) objeto indireto 
c) adjunto adnominal
d) adjunto adverbial de lugar
e) aposto do sujeito
71. (FGV) Leia atentamente: "O vigilante guarda-noturno e o seu valente auxiliar, nunca esmoreceram no cumprimento do dever." No período acima, a vírgula está mal colocada, pois separa:
a) o sujeito e o objeto direto
b) o sujeito e o predicado
c) a oração principal e a oração subordinada
d) o sujeito e o seu adjunto adnominal
e) o predicado e o objeto direto

72. (FGV) Leia com atenção: "Nesta empresa, todos os cargos que aspiro estão ocupados." Na frase acima, há um erro de regência verbal, pois o verbo aspirar, neste caso pede:
a) objeto direto
b) predicativo do sujeito
c) objeto indireto
d) oração subordinada substantiva subjetiva
e) adjunto adverbial de finalidade

73. (UM-SP) "Ó tu / Que és presidente / Do Conselho Municipal / Se é que tens mulher e filhos, / Manda tapar os buracos da / Rua dos Junquilhos. (Artur Azevedo) A palavra que aparece duas vezes no texto com a seguinte classificação morfológica, respectivamente:
a) pronome relativo e partícula expletiva
b) partícula expletiva e pronome relativo
c) pronome relativo e conjunção integrante
d) conjunção integrante e pronome relativo
e) partícula expletiva e conjunção integrante

74. (FGV) Leia atentamente: "A maior parte dos funcionários classificados no último concurso, optou pelo regime de tempo integral." Na frase acima, há um erro de pontuação, pois a vírgula está separando de modo incorreto:
a) o sujeito e o predicado
b) o aposto e o objeto direto
c) o adjunto adnominal e o predicativo do sujeito
d) o sujeito e o predicativo do objeto direto
e) o objeto indireto e o complemento da agente da passiva

75. (FGV) Leia atentamente: "O funcionário referiu o incidente a Diretoria. "Na frase acima, o termo a deve levar um acento gráfico grave, pois Diretoria tem função de:
a) adjunto adverbial de finalidade
b) objeto direto
c) sujeito
d) adjunto adnominal preposicionado
e) objeto indireto

(FGV) Texto para as questões 76 a 79:
"Tomo a liberdade de perguntar a V. Exa. se as locuções repolhudas do ilustre colega são parlamentares; e, se o são, peço ainda a mercê de se me dizer onde se estudam aquelas farfalhices." (Camilo Castelo Branco)

76. "de perguntar a V. Exa." é oração subordinada:
a) substantiva objetiva indireta, reduzida de infinitivo
b) substantiva completiva nominal, reduzida de infinitivo
c) adverbial causal, reduzida de infinitivo
d) adjetiva explicativa, reduzida de infinitivo
e) substantiva apositiva

77. A oração "se as locuções repolhudas do ilustre colega são parlamentares", é:
a) subordinada substantiva objetiva direta
b) subordinada substantiva predicativa
c) subordinada adverbial causal
d) subordinada adverbial condicional
e) subordinada adverbial consecutiva

78. A oração "se o são" é:
a) subordinada substantiva objetiva direta
b) subordinada substantiva predicativa
c) subordinada adverbial consecutiva
d) subordinada adverbial causal
e) subordinada adverbial condicional

79. A oração "de se me dizer" é:
a) subordinada substantiva objetiva direta
b) subordinada substantiva objetiva indireta
c) subordinada adverbial condicional
d) subordinada substantiva apositiva
e) subordinada substantiva completiva nominal

80. (FUVEST) Classifique as orações em destaque do período seguinte: "Ao analisar o desempenho da economia brasileira, os empresários afirmaram que os resultados eram bastante razoáveis, uma vez que a produção não aumentou, mas também não caiu."
a) principal, subordinada adverbial final
b) principal, subordinada substantiva objetiva direta
c) subordinada adverbial temporal, subordinada adjetiva restritiva
d) subordinada adverbial temporal, subordinada objetiva direta
e) subordinada adverbial temporal, subordinada substantiva subjetiva

81. (FUVEST) No período: "Era tal a serenidade da tarde, que se percebia o sino de uma freguesia distante, dobrando a finados.", a segunda oração é:
a) subordinada adverbial causal
b) subordinada adverbial consecutiva
c) subordinada adverbial concessiva
d) subordinada adverbial comparativa
e) subordinada adverbial subjetiva

82. (FUVEST) "Sabendo que seria preso, ainda assim saiu à rua."
a) reduzida de gerúndio, conformativa
b) subordinada adverbial condicional
c) subordinada adverbial causal
d) reduzida de gerúndio, concessiva
e) reduzida de gerúndio, final

83. (SANTA CASA) Quando chamar tem o sentido de qualificar, pode-se construir o período, por exemplo, com objeto direto mais predicativo. Tudo isso se observa na alternativa:
a) João é alto, mas treinador nenhum chama-o para jogar.
b) Era a viúva a chamar pelo falecido.
c) Os inimigos chamam-lhe de traidor do povo.
d) Chamei pelo colega em voz alta.
e) Alguns chamam-no de fiscal.

84. (PUC) Assinale a alternativa em que a subordinada não traduza idéia de conseqüência, comparação, concessão e causa:
a) Porquanto, não fosse um ancião convencional, enterrou-se de sobrecasaca e polainas.
b) Desde que era um ancião convencional, enterrou-se de sobrecasaca e polainas.
c) Ele era um ancião tão convencional que se enterrou de sobrecasaca e polainas
d) Ele era um ancião mais convencional do que o que se enterrou de sobrecasaca e polainas
e) Ele era um ancião convencional, na medida em que se enterrou de sobrecasaca e polainas

85. (FUVEST) Na frase "Entrando na faculdade, procurarei emprego.", a oração subordinada indica idéia de:
a) concessão 
b) oposição 
c) condição
d) lugar
e) conseqüência
86. (ESAN) Na frase: "Trabalhou-se com prazer.", a palavra se é:
a) partícula de realce 
b) conjunção integrante 
c) pronome reflexivo
d) índice de indeterminação do sujeito
e) conjunção coordenativa explicativa
87. (UFSCAR) O que não é pronome relativo na opção:
a) Não há mina de água que não o chame pelo nome, com arrulhos de namorada.
b) Não há porteira de curral que não se ria para ele, com risadinha asmática de velha regateira.
c) "Me espere em casa, que eu ainda vou dar uma espiada na novilhada parida da vereda."
d) "Tenho uma corrente de prata lá em casa que anda atrás de uma trenheira destas para pendurar na ponta."
e) "Quem seria aquele sujeito que estava de pé, encostado ao balcão, todo importante no terno de casimira?"

88. (FMU) Na oração: Mas uma diferença houve, o sujeito é:
a) agente 
b) indeterminado 
c) paciente
d) inexistente
e) oculto
89. (UF-UBERLÂNDIA) Éramos três velhos amigos na praia quase deserta. O sujeito desta oração é:
a) subentendido
b) claro, composto e determinado
c) indeterminado
d) inexistente
e) claro, simples e determinado

90. (UF-UBERLÂNDIA) "São José da Costa Rica, coração civil / me inspire no meu sonho de amor Brasil", a palavra me exerce a função de:
a) objeto direto 
b) objeto indireto 
c) predicativo
d) partícula de realce
e) complemento nominal
91. (UF-UBERLÂNDIA) "O sol entra cada dia mais tarde, pálido, fraco, oblíquo." "O sol brilhou um pouquinho pela manhã." Pela ordem, os predicados das orações acima classificam-se como:
a) nominal e verbo-nominal 
b) verbal e nominal 
c) verbal e verbo-nominal
d) verbo-nominal e nominal
e) verbo-nominal e verbal
92. (FGV) Leia com atenção: "Infelizmente, vocês enviaram uma carta ao diretor sem assinatura." Na frase acima, há ambigüidade, pois a expressão sublinhada pode ser entendida como adjunto adnominal:
a) do sujeito ou do objeto direto
b) do adjunto adverbial de modo ou do objeto direto
c) do objeto direto ou do aposto
d) do objeto direto ou do objeto indireto
e) do sujeito ou do predicativo do objeto direto

93. (FEI-SP) Em "Usando do direito que lhe confere a Constituição", as palavras grifadas exercem a função, respectivamente, de:
a) objeto direto e objeto direto 
b) sujeito e objeto indireto 
c) objeto indireto e sujeito
d) sujeito e sujeito
e) objeto direto e objeto indireto