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8 de julho de 2018

TEMA DE REDAÇÃO UPF - INVERNO 2018

Novos arranjos familiares refletem transformação da sociedade brasileira
 Muito além de laço sanguíneo ou do fato de morar sob o mesmo teto, família tem se tornado uma união cheia de afetos e compromisso com o bem-estar do outro Adriana Lima Todos felizes se posicionam frente à câmera para aquela bela foto de férias. A família curte o ensolarado dia na praia e o que aparece no registro fotográfico é diferente do modelo comumente visto, de pai, mãe e filhos. Na imagem , está pai, madrasta e filhos. Ou apenas mãe e filha. Ou mãe, mãe e filhos. Ou, talvez, um casal sem filhos. Ao longo dos anos, novas configurações familiares foram surgindo e redefinindo o conceito inicial de "família". Muito além de laço sanguíneo ou do fato de morar sob o mesmo teto, família tem se tornado uma união de afetos, cheia de compromisso com o bem -estar do outro, não importando se isso é o tradicional ou se pode acabar sendo alvo de preconceito. E essa formação independe de um casamento propriamente dito. Segundo Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, havia no Brasil 89,6 milhões de solteiros, 5 milhões de divorciados e 2,8 milhões de separados judicialmente, enquanto o número de casados chegava a 56 milhões. Independe também se há ou não filhos. Ainda conforme o estudo, nesse mesmo ano, cada mulher tinha, em média, 1,9 filho. O índice para a Região Sul passou de 2,24 filhos em 2000 para 1,78 filho em 2010. O Censo ainda apontou que a maioria no País é de famílias formadas por duas ou mais pessoas com laços de parentesco (87,2%), mas há também os que vivem sozinhos (12,1%) e as pessoas que moram juntas sem nenhum laço de parentesco (0,7%). Os números apontam algo que os brasileiros já conhecem bem: famílias se formam quando há vontade de duas ou mais pessoas permanecerem juntas

ELABORE UM TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO SOBRE O EXCERTO.
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