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7 de dezembro de 2013

Tema de redação

Gravidez fora de hora: adolescência em crise

Gravidez acidental na adolescência é um grande conflito para os jovens e sua família - tenha ela ou não recursos financeiros. O que fazer após a descoberta? Gostem ou não, alguns casais são obrigados a uma união precoce e pouco duradoura. Às vezes, a entrega do filho para adoção é uma saída. Quanto aos abortos, por serem ilegais, podem se tornar procedimentos de risco. Sem falar nas convicções religiosas. Qualquer que seja a solução, especialistas insistem nos traumas psicossociais dos principais envolvidos em suas vidas futuras. Qual a sua opinião sobre esse problema social?

Jovem engravidou para ficar com namorado para sempre


Divulgação
"Juno": filme premiado que aborda o problema
Uma paixão avassaladora levou Paula a engravidar aos 18 anos, do namorado que tinha 16. "Pensava que uma criança seria nosso vínculo eterno. Aconteceu justamento o contrário; na hora de buscar o resultado exame de gravidez, já não fomos mais juntos".

Um aspecto econômico e social


A gravidez na adolescência é um problema relacionado à pobreza. [...] Infelizmente os índices continuam altos. [...] E quase 90% das mães precoces cuidam dos filhos sem o parceiro. Se só informações não basta, a solução apontada por especialistas é despertar nos adolescentes, meninos e meninas, o interesse pelo futuro, para quebrar esse ciclo [...] já que a evasão escolar cresce e a vida profissional é adiada, aumentando ainda mais a exclusão social.

Patriarcalismo e violência: ainda?


"Não, senhora!, Filha minha num fica grávida na minha casa, não. Por que fez besteira? Vai tê que se virá. Minha mulhé num manda nada não, num adianta chorá, que a filha já foi pra rua. E num quero sabe de neto sem pai. E se a irmã dela fizer essa safadeza vai embora também, que eu não criei filha pra comprá vergonha.[...] Mas uma coisa eu garanto. Se eu pegá o que fez a sem-vergonheza, eu capo ele, tá entendendo?"

Gravidez precoce na contramão


O número de adolescentes que se tornou mãe na última década aumentou. Mais garotas de 15 a 17 anos passaram a cuidar de bebês entre  2006 a 2012. O estranho é pensar que, em todas as outras faixas etárias, a taxa de fecundidade caiu. O que será que aconteceu com essa galera? Por que será que o pessoal mais novo tem vacilado mais? Para muitas meninas, ter filho significa abandonar os estudos e as pretensões profissionais para tomar conta do seu bebê. Será que essa é uma opção consciente ou um descuido impensado? [...] Nesses tempos em que a gente fala tanto de camisinha e métodos contraceptivos não dá para dizer que a gravidez vem por falta de informação. A questão é saber por que a informação não está sendo aplicada na prática.


Observações

 
Seu texto deve ser escrito em língua portuguesa;
 
 
 
 
Não deve estar redigido em forma de poema (versos) ou narração;
 
 
A redação deve ter no mínimo 25 e no máximo 30 linhas escritas;
Não deixe de dar um título a sua redação.
 
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