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6 de julho de 2014

Reflexão

Quando nasci não poderia imaginar o que me aguardava nesse mundo, quando fugimos daquilo que nos é imposto percebemos que a correnteza é penosa e temos sempre que correr contra os mandamentos sociais, depois crescemos um pouco e nos damos conta que há vários caminhos a percorrer, nesse momento escolhemos alguns deles por medo ou (o)pressão social, tentamos agradar nossos pais, nossos professores, nossos amigos, nossos tios, nossos vizinhos, nossas igrejas, nossos deuses, nossos, nossos e nossos..., mas nunca nesse primeiro momento tão importante da nossa descoberta como seres (que já possuem o poder da escolha) tentamos agradar o NOSSO PRÓPRIO CORAÇÃO. Um dos motivos que pesa nessa balança da vida é o ter que ser e não o querer ser. Depois o tempo vai passando, o cerco vai se fechando e nós lá novamente, fugindo do querer ser e respeitando ainda o ter (que ser). A vida corre, os momentos passam, as pessoas ficam e vão embora para sempre e ainda continuamos tentando achar o caminho para felicidade, mas o preço em alguns momentos é muito alto, ele pode acabar sucumbindo a nossa existência como (ser normal) e nos torna uma aberração da natureza. E lá se vão mais alguns anos e a procura ainda não chega ao fim, as datas importantes causam sofrimento, dores, vontade de QUERER SER, vontade de PODER TER e não ter que ser. 
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