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13 de julho de 2014

Sempre é bom lembrar - como fazer um bom texto

Dicas, teorias e técnicas podem contribuir para a produção de uma redação 
Dicas, teorias e técnicas podem contribuir para a produção de uma redação

Avaliar a habilidade de reflexão e organização das ideias, examinar o poder de argumentação e analisar o domínio da norma culta da língua portuguesa. Essas são as principais funções das provas de redação, método avaliativo utilizado com frequência para selecionar estudantes em vestibulares e prepará-los para as trajetórias universitária e profissional. 
Dada sua importância nesses e em outros cenários, a qualidade da produção textual vem sendo temida e, consequentemente, almejada por muitos vestibulandos. A boa notícia é que escrever bem é uma questão de prática, ou seja, existem dicas, teorias e técnicas que contribuem para o domínio da escrita e facilitam a produção de um bom texto.    
Em primeiro lugar, é preciso se manter atualizado sobre os principais acontecimentos da atualidade, repercutidos pela mídia. Ler notícias e textos diversos diariamente, fazer uma reflexão sobre o tema e buscar pontos de vistas diferentes sobre o assunto podem auxiliar o estudante a se manter informado e aprimorar seu poder de argumentação. 
Ao mesmo tempo, é aconselhável que o vestibulando pratique a habilidade de escrita. Pesquisar temas de redações aplicados em outros vestibulares e escrever sobre eles, com frequência, podem ser boas maneiras de dar início aos treinos. Depois, é só mostrar a redação para algum amigo, familiar ou professor analisar e apontar possíveis erros. 
No dia do vestibular, o ideal é ler (e reler) todas as instruções da prova e todo dossiê oferecido pela universidade como apoio, sem copiar. Em seguida, o estudante deve organizar suas ideias e elaborar um roteiro, mesmo que imaginário, sobre como irá iniciar, discorrer e encerrar a redação. Fazer um rascunho e relê-lo antes de passar a limpo também pode ajudar. 
Normalmente, o texto dissertativo é a modalidade mais comum nos vestibulares. Se optar por esse formato, o estudante deve focar na argumentação, e não na narração, opinião e/ou diálogo. A utilização da norma culta da língua portuguesa é primordial, por isso, nada de usar gírias e/ou expressões vulgares. 
Coerência, clareza, objetividade e adequação ao tema e gênero proposto devem ser priorizadas. Além disso, é importante apresentar uma escrita legível e respeitar o limite de linhas, que geralmente varia de 20 a 30, sem frases e parágrafos longos. Não se esqueça do título. Muitos candidatos são desclassificados por conta deste detalhe. 
Por fim, é importante lembrar que a banca examinadora não está preocupada com sua opinião sobre o assunto, mas com a capacidade de raciocínio, organização das ideias e argumentação, por isso, nada melhor do que escrever um texto com essência e originalidade, sem fugir das regras. No mais, é só confiar no seu potencial e colocar no papel toda a teoria aprendida na escola e/ou cursinho. Boa sorte! 

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